Automação na saúde: Hoje já vivemos o futuro da saúde e o paradigma da robotização

As clínicas e hospitais, em todo o mundo, estão a passos rápidos se adaptando aos novos modelos de atuar. Com a inovação tecnológica a todo vapor, eles não poderiam ficar de fora. Daí a presença cada vez mais comum dos médicos atendendo por intermédio de uma tela de computador, enquanto o paciente está em casa. Ou mesmo, durante uma cirurgia, do outro lado do mundo, diversos profissionais se atualizam acompanhando a cirurgia ao vivo. Enfim, tudo isto, graças aos novos conhecimentos e inovações - como a automação - que surgem a todo o momento para facilitar as relações entre as pessoas e o trabalho em instituições.

No último ano, a saúde dos brasileiros nunca esteve tão em evidência. Com o avanço da pandemia e sua duração, foi preciso cuidar-se mais e adotar medidas diversas para se auto proteger e proteger aos outros, no entorno. Algo possibilitado devido à rápida adequação de clínicas, laboratórios e hospitais a esta realidade, com a ajuda de empresas especializadas nesta integração. E assim, foi possível que inúmeras vidas fossem salvas e recebessem atendimento em diferentes pontos do País, com agilidade e eficiência. Hoje, já é possível dizer que a automação na área da saúde, no Brasil, está entre as mais modernas. Isso, sem falar da eficiência e da segurança oferecida aos pacientes e profissionais do setor de saúde.

O Banco de Sangue do Hospital de Base, em São José do Rio Preto, cujo sistema hoje está todo automatizado, permite maior controle dos dados, de triagem, e de alerta para doadores de quando é tempo de doar de novo. Tudo isto é feito em tempo recorde.

Otimização e agilidade é o que visa à automação na saúde

A automação de processos trata-se da otimização e racionalização de metodologias e procedimentos de uma empresa, a qual pode ser das mais diversas áreas, entre elas, da saúde.

Essa estratégia se tornou possível a partir do momento que sistemas e softwares computacionais foram desenvolvidos e implantados nas instituições com o objetivo de melhorar a rotina de trabalho.

Assim, automatizar virou sinônimo de revolução, uma vez que trouxe a redução de custos e a economia de tempo, ao mesmo tempo. Em parte, porque auxilia na delegação de tarefas, no remanejamento de mão-de-obra e na substituição de atividades manuais, as quais eram muito dispendiosas.

Na área da saúde, a automação faz a diferença nos processos de atendimento ao paciente. Por meio da tecnologia, fica muito mais fácil coletar, analisar e armazenar dados indispensáveis para a clínica, referentes ao agendamento, aos prontuários e resultados de exames.

A automação de processos pode ser aplicada em diversos setores de clínicas e hospitais. Na radiologia, os sistemas automatizados otimizam todas as etapas, desde a captação e análise das imagens, até a geração de laudos e armazenamento das informações.

Na gestão, softwares específicos para clínicas otimizam o processo de agendamento de consultas, controle de pagamentos e monitoramento de dados de forma confiável. Ou seja, a automação permite que tudo seja feito com praticidade e segurança.

Pulseira de identificação

Um atendimento rápido é essencial nas clínicas e hospitais, ainda mais para os pacientes que chegam em situação de emergência. Com a automação na área de saúde, os profissionais fornecem uma pulseira de identificação de todos os dados dos pacientes (e visitantes) e um código de barras que vai facilitar o acesso das informações pelos médicos.

Em alguns lugares, é oferecido também o serviço do Terminal de Autoatendimento, onde já é possível pegar uma senha para atendimento e realizar um rápido cadastro.

Todas as informações reunidas em um só lugar, com fácil acesso. A automação traz essa facilidade para os médicos que, com apenas um clique, conseguem obter todos os dados do paciente: os medicamentos que está tomando, se tem alergia ou se realiza um tratamento específico. Com o rápido acesso de informações, médicos e enfermeiros conseguem trabalhar mais efetivamente em casos de emergências.

Tecnologia healthcare: entenda o que é

Os códigos de barras das pulseiras de identificação dos pacientes vão facilitar o trabalho no dia a dia dentro dos hospitais. Com as informações compartilhadas, os médicos saberão com segurança quais medicamentos devem ser administrados, diminuindo muito a chance de possíveis erros.

A automação hospitalar facilitará também na estrutura e movimentação interna. Por exemplo, será mais fácil saber quando um paciente deixou o quarto ou a UTI e quantas vagas têm disponíveis naquele momento. Além disso, possibilitará uma distribuição mais eficiente de medicamentos e produtos.

Controle da dieta hospitalar

Não é incomum um paciente passar dias no hospital, pelos mais diversos motivos: por causa de um parto, uma cirurgia ou por estar tratando de uma doença. Nesses casos, é necessário que haja a correta alimentação de todos. Controlar a dieta de cada paciente e o horário das refeições também é uma das facilidades da automação hospitalar.

Na automação, com um simples código de barras ou um clique, é possível ter acesso completo à ficha dos pacientes e ter detalhamentos importantes, como estado clínico, alergias, medicamentos, tratamentos realizados, entre outras informações que fazem a diferença na hora do atendimento médico. 

Automação dos sistemas na Saúde traz mais segurança

Além do auxílio na gestão, a automação também traz benefícios relacionados à segurança e proteção de dados dos pacientes e até mesmo do hospital. Por exemplo, hoje, é possível criptografar informações relacionadas aos pacientes. Essa medida garante uma segurança administrativa ainda mais importante aos hospitais e clínicas. 

Com processos internos mais inteligentes e integrados, melhorar a gestão financeira fica ainda mais fácil. Diante das informações coletadas e geradas pelo sistema, é possível identificar se existe a necessidade de rever despesas, tomar decisões preditivas e preventivas em relação a equipamentos, evitar gastos com manutenção, auxiliar na contabilidade e em uma série de atividades administrativas. 

Administrar e controlar a entrada e saída de medicamentos não é uma missão fácil. Por isso, ao implantar a automação, é fundamental desenvolver uma solução eficiente e que busque evitar desperdícios de medicamentos e permita a localização rápida de produtos. Além disso, esse sistema oferece uma atuação muito mais rápida de toda a equipe médica. 

A automação também possibilita a melhor distribuição de pacientes em todo o hospital ou clínica médica. Com ela, é possível administrar e evitar aglomerações desnecessárias, direcionar e acompanhar em tempo real a quantidade de pacientes em uma determinada área. 

Carteira digital armazena dados do paciente com segurança

Quantas vezes você já se pegou pensando na possibilidade de ter toda sua documentação médica registrada em um único sistema, como se fosse uma carteira digital da saúde? Foi assim que surgiu o Simples ID, a plataforma que mudou a relação entre médicos e pacientes, que inicialmente era chamada de carteira digital Simples Receita.

Até pouco tempo atrás, pensávamos que isso era coisa do futuro. Afinal de contas, estávamos acostumados a levar a nossa documentação médica em uma pastinha ou bolsinha cheia de exames e receitas.

O Simples ID é uma carteira digital que armazena todos os dados médicos e clínicos de um paciente, em uma única conta ou carteira digital. Desta forma, a informação é registrada via blockchain.

A grande importância das plataformas digitais que utilizam o sistema de registro em carteira digital via blockchain, é que com ela o dado está seguro.

Tele atendimento já é uma realidade da automação na saúde

O atendimento médico virtual, antes muito questionado, começa a caminhar a passos rápidos para uma realidade comum – mesmo após a pandemia. Nesse sentido, podemos ver que a tecnologia está facilitando esses processos.

Assim como o atendimento médico à distância, outro serviço que deve crescer bastante nos próximos meses é o teleatendimento. Sim, é possível falar em automação na área de saúde. Por exemplo: se um paciente está com sintomas de gripe e gostaria de saber se teria necessidade de atendimento hospitalar, pode ao consultar um médico via teleatendimento, ser avaliado e com base em seu histórico, sintomas, e exame visual, receber a orientação para procurar o serviço mais próximo.

A procura por estes serviços tem sido aceita de forma tão rápida, que por estranho que pareça, se antes não havia demanda, hoje, já há casos em que os serviços estão ficando sobrecarregados, em especial no Sistema Único de Saúde, cujo serviço já está em funcionamento, também.

A otimização da triagem é um ótimo exemplo de como a automação na área de saúde pode ajudar. Esse serviço organiza, sem a necessidade de um atendente humano, qual o grau de urgência do paciente e pode, logo no primeiro contato, dar informações básicas que seriam passadas por um médico. Claro que isso não substitui uma consulta, mas já colabora na seleção dos casos prioritários. 

Além desse benefício para o momento de pandemia, a automação na área da saúde também pode ajudar de diversas outras formas, principalmente no pós-crise, sendo utilizada como ferramenta essencial para otimizar os processos.

Links pesquisados

www.medilab.net.br

www.altavista.news.com

www.titechsolutions.com.br

www.brainset.com.br

www.wconnect.com.br

TagChat: 7 passos para automatizar seu negócio

A semi automatização teve início em 1914, nas indústrias. De lá para cá, diversos processos passaram a tornar o trabalho sequencial mais ágil e claro, com mais produtividade. Se comparado com a atual realidade da automação, a inicial era coisa de criança.

Atualmente, com ajuda do TagChat, a automação de processos deu um novo impulso não apenas na indústria, mas em todo mercado produtivo, de forma geral. Ferramentas digitais tem tornado mais simples tarefas que antes tomavam muito tempo e careciam de muita mão-de-obra. Elas apresentam a vantagem do acesso ao sistema de qualquer lugar, o que reduz o tempo de um processo de meses para dias, ou até mesmo horas.  

Padronizar processos traz ganhos tanto para a gestão empresarial como para a industrial. Ao se ter em conta que a operação de uma empresa envolve processos complexos, quando automatizados é possível perceber um salto na competitividade e na produtividade. Feitas da maneira correta, a otimização e automação via TagChat traz benefícios nas diferentes etapas da produção. 

A otimização dos processos tende a ser bem vista pelos colaboradores, uma vez que o trabalho se torna menos burocrático. O TagChat faz com que a criatividade fique mais aflorada por conta das melhorias na cadeia produtiva, o que estimula o pensamento estratégico e os valores da companhia.

Quando otimizamos e automatizamos processos, reduzimos custos. Isso porque os processos podem ocorrer de maneira automática, o que consome menos tempo e dinheiro. A otimização garante não apenas que as tarefas sejam realizadas mais rapidamente, mas também que as análises sejam feitas de maneira mais eficiente.

A tomada de decisão também é privilegiada com processos automatizados. Ela melhora a qualidade e o controle, o que proporciona melhores informações de cada um dos processos. Quando se automatiza a gestão financeira, por exemplo, a empresa reduz o tempo gasto com anotações e inúmeras planilhas. Com o TagChat, a gestão fica mais eficaz e integrada a vários setores. 

Além disso, a automação dos processos também fornece informações mais precisas sobre a produção em geral. Com isso, a gestão tem a possibilidade de fazer análises muito mais objetivas. Ainda sobre custos, processos automatizados tendem a ser mais baratos e eficientes, o que garante que a empresa tenha mais capital disponível para investir em outros setores. A alocação de recursos e o planejamento de investimentos se tornam mais viáveis, o que propicia melhorias no trabalho realizado pela gestão.

Ao melhorar processos com o TagChat, empresas buscam crescimento de suas operações, de uma maneira que resulte em redução de custos e em uma consciência sobre o que cada processo realmente representa dentro do negócio. O propósito da otimização e automação de processos é de reduzir ou eliminar o desperdício de tempo e recursos.

Mas, como toda mudança depende de uma fase adaptativa, pode acontecer do processo não acabar como o planejado, do time não se acostumar com o novo sistema e da implementação não ter sido feita corretamente. O único jeito é começar a implantação do zero e de forma diferente, de modo a se adequar às resistências impostas.

TagChat: empresas com processos automatizados reduzem gastos e aumentam a produtividade da equipe
Empresas com processos automatizados reduzem gastos e aumentam a produtividade da equipe

TagChat: automação em 7 passos

Certamente, ao automatizar processos que foram provados e aprovados e espalhá-los pela empresa, a gestão colherá resultados em redução de gastos, prevenção de erros, corte em desperdício e aumento de produtividade. Ao pensar nisso, nosso time de especialistas criou 7 passos para dar início à automação da sua empresa agora. Acompanhe:

1. Conversão de landing page

Você está perdendo vendas e temos como provar. Nossa equipe entrou em contato com 126 empresas que usam o formulário como única forma de comunicação com o cliente. Desse teste, recebemos apenas 6 retornos, 3 deles via WhatsApp. Uma forma de evitar que essas perdas aconteçam é estar sempre presente.

Se você também sofre com esse problema, não se preocupe mais: nós temos a solução. Com o TagChat, além da captação, o chatbot ainda qualifica seu lead por meio de perguntas personalizadas e direcionadas para seu nicho de negócio. Esses dados, depois de coletados, são enviados para seu WhatsApp, assim a comunicação pode ser iniciada imediatamente.

Abandone os formulários. É mais fácil o visitante fornecer dados durante uma conversa do que preencher um que não é nada interativo. O contato direto com o lead é o ponto essencial para melhorar suas vendas. Esse fator também pode influenciar na retenção dos clientes.

2. Pré-qualificação e agilidade no atendimento

Quem está inserido no cenário digital sabe o tanto que a geração e qualificação de leads é uma tarefa essencial e, ao mesmo tempo, nada fácil de ser feita. A captura de leads qualificados por meio de chatbots pode ajudar suas equipes de marketing e vendas a manter o cliente aquecido, além de entregar conteúdo de qualidade por meio de e-mails, e-books, infográficos, webinars.

Por isso, não deixe seu cliente à espera de atendimento. Esteja disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana. Afinal de contas, você não sabe quando seu cliente vai entrar em contato. Empresas perdem clientes por não terem capacidade para atender a todos. Além de gerar insatisfação no consumidor ainda é possível perceber uma queda nos lucros.

chatbot não faz a venda sozinho, mas com ele em funcionamento é possível coletar e salvar dados necessários do cliente para que um vendedor entre em contato e finalize a venda. A abordagem rápida melhora os resultados da sua empresa. O chatbot te ajuda a não perder oportunidades por não estar online.

3. Centralização dos atendimentos, status de conversas e atendentes

Com a recente mudança no hábito de compra dos consumidores, os clientes estão espalhados por vários canais e manter excelência no atendimento, nos dias de hoje, está cada vez mais difícil. O omnichannel chegou para centralizar todos esses consumidores em um único lugar e facilitar a comunicação com o cliente.

Com o TagChat é possível conectar todos os canais de comunicação da sua empresa em um único e revolucionar o relacionamento com o cliente. Por meio da ferramenta ainda é possível automatizar tarefas cotidianas, criar jornadas de atendimento personalizado qualificar seus leads.

Tenho vários atendentes, e agora? O TagChat, além de omnichannel, ainda é multi atendentes. Conecte quantos números de WhatsApp quiser, separe seus atendimentos por setores, classifique seus clientes por meio de tags e dê mais autonomia para seus colaboradores.

4. Facilitação da Gestão

Otimize o trabalho dos seus vendedores. Com ajuda de um chatbot é possível fazer a pré-venda de maneira rápida e eficiente. Por meio do TagChat é possível apresentar as informações sobre o produto solicitadas pelo cliente. Caso haja interesse, o chatbot já coleta os dados necessários para a finalizar a compra.

Personalização, outro ponto positivo no uso de chatbots. Escolher o foco do seu assistente virtual faz toda a diferença. Você pode o programar para passar informações sobre produtos ao cliente ou apenas para capturar dados para sua equipe. Programar seu chatbot para usar linguagem humanizada também é possível. Inclusive esse é nosso grande diferencial: o SuperAvatar.

Multifacetário, o chatbot pode ser programado para oferecer produtos e, depois da escolha, redirecionar o cliente para a página de checkout, onde ele vai fornecer os dados solicitados e efetuar o pagamento. Ou seja, o chatbot ainda pode auxiliar nas vendas automáticas e, assim, aumentar a receita da sua empresa.

Para facilitar ainda mais sua vida, o chatbot pode ser integrado com sistemas financeiros e enviar boletos e links de pagamentos para seu cliente. Tudo isso sem nenhuma intervenção humana. Como pode ver, existe uma infinidade de maneiras de automatizar o processo de vendas da sua empresa por meio do TagChat, entre em contato com nossos especialistas e personalize a sua hoje mesmo.

5. Automação e integração

automação de processos consiste em transformar etapas que eram realizadas de maneira manual em procedimentos que contam com a ajuda de tecnologia. O advento da automação não vem para substituir a atividade humana, mas sim para otimizar recursos e facilitar o trabalho dos profissionais de uma maneira geral.

Automatizar processos se fez cada vez mais necessário, principalmente depois do crescimento dos canais digitais. Como exemplo podemos citar estratégias de e-mail marketing, que podem ser enviadas com ajuda da automação de marketing. Embora possa parecer complicado, os fluxos de e-mail automatizados são simples de serem configurados.

Provavelmente as maiores vantagens da automação de processos é a redução de gastos e a otimização de tempo. Com o TagChat é possível realizar inúmeras tarefas com custo reduzido e observar ganho expressivo na produtividade da equipe por conta da implantação de fluxos de trabalho.

6. Pesquisa de satisfação

Quando pedimos a opinião dos clientes, conseguimos realizar mudanças em processos de setores e até mesmo implantar novas ações e melhorias. Imagina só o trabalhão que iria dar aplicar uma pesquisa de satisfação manual na sua base de clientes.

Veja abaixo algumas das principais vantagens da implantação de pesquisa de satisfação automatizada via TagChat para sua empresa: 

Quando propõe uma pesquisa de satisfação, a empresa demonstra preocupação com seus clientes e ganha pontos com ele. Quando ouvido, seu cliente se sente valorizado e amparado. Se engana quem pensa que isso pode sair caro. Entre em contato com nosso time de consultores e crie um plano sobre medida para sua empresa. 

7. Régua de automação

Contra dados não há argumentos. E-mails automatizados aumentam a receita e o ticket médio da sua empresa. Segundo informações da Barilliance, em 2020 a taxa média de conversão de e-mails foi de 1,22%, o que representou por volta de uma venda a cada 100 e-mails.

E-mails, por mais que não pareçam, são relevantes para seus clientes. Um exemplo claro disso são os e-mails de aniversário. De acordo com informações publicadas pelo Serasa Experian, eles tem taxa de transação 481% maior do que e-mails que contém conteúdo promocional. Eles ainda geram 342% mais receita.

Depois de todos esses dados, está na hora de começar a criar a régua de e-mail marketing da sua empresa. Mas calma, não precisa se preocupar, nossa equipe de especialista, depois de entender todas as suas necessidades, vai montar o fluxo e te entregar tudo prontinho.

TagChat: empresas com processos automatizados reduzem gastos e aumentam a produtividade da equipe
A automação promove maior eficiência e integração de processos e melhora a produtividade e gestão do tempo

Adoção da automação

Fazer automação de processos em uma empresa consiste em aprimorar e otimizar etapas do fluxo de trabalho através da tecnologia e da substituição de tarefas manuais por sistemas. O objetivo dessa ação é ter maior eficiência, integrar processos, acelerar etapas, evitar burocracias, melhorar a produtividade das equipes e a gestão do tempo.

Com tudo isso em prática, a gestão consegue direcionar melhor os recursos financeiros e tornar viáveis investimentos em outros segmentos da organização. Isso sem falar na otimização do tempo das equipes, que são liberadas de tarefas rotineiras para se dedicarem a ações que são realmente importantes.

A automação, além de impactar na rotina de trabalho dos funcionários, ainda atua na captação de clientes e fechamento de vendas, fabricação e envio de produtos, contabilidade financeira e auxilio na verificação de métricas. Essas ações, além de tornar as funções mais ordenadas e eficientes, gera ganho de tempo de produção e aumento de atividade intelectual. 

Tarefas repetitivas e demoradas, como o empacotamento de produtos, podem ser realizadas por uma máquina moderna com mais eficiência. O retorno sobre o investimento nesse caso, pode ser mais rápido do que você imagina, o que evita o retrabalho. Com menos funcionários para realização de determinadas tarefas, há um aumento na margem de lucro a longo prazo. 

Com a automação de processos, cada etapa do trabalho na empresa passa a ser pensada para atingir eficiência, autonomia e otimização. No caso de uma loja virtual, por exemplo, talvez você já disponha de um sistema que controle receita e despesa da empresa.

Esse mesmo sistema, se automatizado, poderia disparar um aviso para o funcionário do estoque já separar o produto e prepará-lo para ser despachado. Isso representaria um ganho de tempo na saída de produtos e otimização da comunicação. Quanto mais os processos puderem melhorar a vida do cliente, mais se ganha.

Reduzir a burocracia para preenchimento de cadastros ou agilidade na resolução de eventuais problemas, não somente diminui custos como também conquista os consumidores. Isso resulta em aumento no engajamento e na fidelização da sua marca junto ao cliente.

Uma dica: faça a documentação das modificações durante os processos de automação. Crie fluxogramas que demonstrem o funcionamento do processo antes e depois. Anote também os valores do investimento para uma determinada melhoria.

Assim o gestor será capaz de comparar os resultados e medir o impacto financeiro que as alterações representaram para o negócio. O setor administrativo deve criar métricas a fim de acompanhar a evolução do desempenho no decorrer da implementação das novas rotinas automatizadas. 

TagChat: empresas com processos automatizados reduzem gastos e aumentam a produtividade da equipe
Anotações e rotinas burocráticas deixam de existir no processo de automação e otimização

Menos papel e mais máquinas

Anotações, volumes de papéis e rotinas burocráticas deixam de existir ou são reduzidos significativamente no processo de automação e otimização. A produção manual passa a ser feita por máquinas e sistemas. O trabalho feito por humanos vai depender da complexidade de cada atividade. 

O conhecimento de cada uma das etapas do processo de tomada de decisão está muito ligado à compreensão da definição de gestão empresarial. Gestores precisam ter em mente a importância de manter a maior parte da carga operacional dos processos de compras automatizados.

O processo de automação vai revolucionar atividades antes feitas à mão por etapas realizadas por equipamentos muito mais rápidos. Não significa que vai eliminar a necessidade de um serviço humano, mas que vai melhorar a execução dele. 

O CTO do TagChat, Rodrigo Xavier, comenta que para ter sucesso com a automação de processos é preciso pensar nas “atividades que exigem concentração e que estão sujeitas a erros humanos”, elas são mais eficazes nos processos automatizados.

O que, por outro lado, pode ser corrigido com o uso de computadores, que são extremamente eficientes neste processo. Daí a importância de ter tarefas executadas por máquinas. Elas são capazes de dimensionar atividades em massa, o que não é facilmente alcançado quando falamos de pessoas.

Ao invés de gastar horas para realizar determinadas tarefas, com a automatização os processos produtivos passam a operar com máquinas, enquanto, o material humano é destinado a trabalhos mais intelectualizados e de analise das atividades. 

Relatórios extensos deixam de existir e dão espaço a uma demanda de trabalho realizada por meio de sistemas. Assim, o pessoal fica empenhado em interpretar todos os dados coletados. E isso aumenta os ganhos do negócio. No processo de automação os chatbots são muito úteis. São eles que travam diálogos com os usuários e até mesmo solucionam as solicitações dos consumidores, sem que seja necessária uma pessoa do outro lado.

Mas, para que tudo isso dê certo, é preciso o uso de tecnologia especializada. “A inteligência artificial é a ferramenta fundamental para que muitos processos deem certo”, comenta o CTO do TagChat, Rodrigo Xavier. A automação de processos começa a tomar conta do mercado e do universo corporativo, se você não está inserido nisso, provavelmente vai se deparar com algo assim ou precisará implementar em sua empresa.

Para dar o primeiro passo em direção à automação de processos, já sabe: siga as redes sociais do TagChat ou entre em contato nossos especialistas e automatize todas as rotinas da sua empresa agora mesmo.

Startup: tire sua ideia de inovação do papel em 2 passos

O termo startup surgiu no Vale do Silício, região da Califórnia especializada em alta tecnologia e inovação. Elas ficaram conhecidas no mundo inteiro principalmente durante a “bolha ponto com” – quando a popularização da internet do final da década de 1990 impulsionou a criação de inúmeras “empresas.com”.

Este cenário também contribuiu para uma grande movimentação de empresas ligadas à internet na Bolsa de Valores, fato que atraiu atenção de investidores. O boom se deu porque boa parte deles teve resultados expressivos ao aplicar em ações desse ramo.

Mas afinal, o que é uma startup? De forma clara podemos dizer que startup é o modelo de negócio que busca resolver soluções novas para problemas já conhecidos. Ou seja, por meio de uma ideia inovadora, startup é a empresa que se propõe a resolver dores antigas dos consumidores.

Quando falamos em “ideia inovadora”, não estamos limitando as startups a empresas que tem como base a tecnologia ou soluções digitais. Para ser enquadrada como uma startup a empresa precisa ter características particulares.

Além do modelo inovador, é preciso que ela seja escalável. Mas cuidado… Nem toda nova empresa é uma startup e nem toda startup será assim para sempre. Para exemplificar, vamos usar como exemplo uma padaria que abriu as portas recentemente. Por mais inovador que ela seja, não é uma startup.

“Vender pães” é um negócio tradicional e com viabilidade comprovada. Startups precisam ter uma proposta que ainda não foi testada no mercado e que, por isso, não se consegue prever se irá vingar. Por outro lado, uma empresa inovadora que já consolidou seu modelo de negócios não pode mais ser chamada assim.

Segundo dados divulgados pela StartupBase, o Brasil conta atualmente com 13.957 startups, distribuídas em 701 cidades. O estado de São Paulo lidera o ranking de empresas inovadoras, com 4.016. Minas Gerais vem na sequência, com 1.239 startups. O Rio Grande do Sul está em terceiro lugar no ranking, com 960 unidades inovadoras.

Dentre as cidades, São Paulo também aparece em primeiro lugar dentre as que mais tem startups. Ao todo são 2.764 unidades, seguida pelo Rio de Janeiro, com 724. A capital mineira, Belo Horizonte, ocupa a terceira posição no ranking de cidades inovadores, com 631 startups.

Dentre as cidades, São Paulo também aparece em primeiro lugar dentre as que mais tem startups. Ao todo são 2.764 unidades, seguida pelo Rio de Janeiro, com 724. A capital mineira, Belo Horizonte, ocupa a terceira posição no ranking de cidades inovadores, com 631 startups.

Ainda de acordo com informações da StartupBase47,71% das startup estão desenvolvendo soluções inovadoras para resolver problemas de empresas B2B. Outros dois públicos alvos que aparecem com destaque na pesquisa são o B2B2C, com 29,29% e o B2C, com 18.98%.

Dentre as cidades, São Paulo também aparece em primeiro lugar dentre as que mais tem startups. Ao todo são 2.764 unidades, seguida pelo Rio de Janeiro, com 724. A capital mineira, Belo Horizonte, ocupa a terceira posição no ranking de cidades inovadores, com 631 startups.

Em relação a modelos de negócio, a maior fatia do mercado é dominado pelo formato Software as a Service, ou SaaS, que nada mais é do que uma forma de disponibilizar soluções tecnológicas como um serviço. Sem a necessidade de instalação, o acesso à produtos SaaS é fácil e simples: o usuário só precisa estar conectado a internet.

Soluções SaaS aparecem em primeiro lugar no ranking, sendo responsáveis por 41,26% dos produtos das startups brasileiras. Na sequência aparecem os Markertplaces, com 19,08%. Os e-commerces vem em seguida, e representam 7,05% das inovações de mercado. Acompanhem outros modelos de negócio no gráfico abaixo.

O conceito

Startup se trata de uma empresa em fase inicial que tem uma proposta de negócio inovadora e com grande potencial de crescimento. Elas podem atuar em qualquer área ou tipo de mercado e, normalmente, utilizam a tecnologia como base. As startups se destacam por três fatores principais: inovaçãoescalabilidade e flexibilidade.

De forma sucinta, pode-se afirmar que startups surgem de um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócio escalável e que trabalham em condições de incerteza. Ser escalável significa crescimento rápido e pouca influência no modelo de negócios. Ou seja, crescer em receita, mas com baixo custo.

Além de escalável uma startup precisa ser flexível e rápida. Em razão de sua característica inovadora, do ambiente incerto e altamente competitivo, as startups devem ser capazes de atender e se adaptarem rapidamente à demandas do mercado. Geralmente tem estruturas enxutas, com equipes autônomas, formadas por poucas pessoas.

Negócio escalável é aquele que consegue crescer sem aumentar seus custos proporcionalmente. Ou seja, é a capacidade da empresa de ampliar seu faturamento em um ritmo muito maior do que as despesas, como custos com funcionários, matérias-primas, aluguéis e produção.

Um exemplo são as gigantes Facebook e Google – que começaram como startups, e hoje são empresas de referência no mercado. No entanto, eles ainda mantém algo essencial para os negócios atuais: uma cultura de inovação contínua, algo muito comum às startups.

Incubadoras e aceleradoras dão suporte à startups

Várias empresas e organizações podem auxiliar no desenvolvimento de um de negócio inovador. As duas principais são as incubadoras e as aceleradoras. Mesmo sendo muito semelhantes, as duas possuem diferenças muito pontuais. Acompanhe abaixo:

  1. Incubadoras – Programas ligados a instituições de ensino ou a organizações sem fins lucrativos, comumente são geridas por entidades públicas ou privadas, que buscam ajudar novas empresas a atingirem o sucesso. Elas auxiliam proporcionando espaço físico colaborativo para trabalhar, frequentemente colocando-as em contato com outras startups.
  2. Aceleradoras – Procuram fazer alianças curtas com startups que já estão a poucos passos de atingirem o famoso “break even”, estado em que começam a ficar lucrativas.
Dentre as cidades, São Paulo também aparece em primeiro lugar dentre as que mais tem startups. Ao todo são 2.764 unidades, seguida pelo Rio de Janeiro, com 724. A capital mineira, Belo Horizonte, ocupa a terceira posição no ranking de cidades inovadores, com 631 startups.
Com DNA jovem e modelo de negócio promissor, startups precisam de investimentos para decolarem

Investidor-anjo

Começar uma startup é o sonho da maioria das pessoas que empreendem, muitas vezes inspiradas pela história de empresas que se transformaram em gigantes que hoje valem bilhões de dólares. Com DNA jovem e modelo de negócio promissor, as startups precisam de alguém que acredite e queira investir dinheiro no negócio.

investidor-anjo é a pessoa que investe em projetos iniciantes que tenham alto potencial de crescimento, em troca de uma participação minoritária na empresa. Além de fornecer o capital necessário para a empresa começar, o investidor-anjo também funciona como uma espécie de mentor. Ele dá conselhos e conecta os empreendedores com sua rede de relacionamento.

Mas, para ingressar no universo das startups, não basta ter uma grande ideia. É preciso trabalhar duro, conhecer o cliente a fundo e ter coragem para correr riscos em busca de sonhos ambiciosos. O jeito mais eficiente para saber se uma ideia tem futuro é testá-la diretamente com seus potenciais clientes.

Para isso, é preciso desenvolver e lançar um piloto da sua solução no mercado, que seria uma versão básica da startup, também conhecida como Mínimo Produto Viável. O MVP permite aos empreendedores uma visão geral do produto e do mercado que vão enfrentar.

Cada vez mais as pessoas tem se interessado em trabalhar no seu próprio negócio. Seja no Brasil ou no exterior, seguir o caminho do empreendedorismo virou o objetivo de vida de muita gente, o que torna o cenário propício para a criação de startups.

Modelo de negócio

De fato, empreender virou o sonho de muita gente. É bom deixar claro aqui que nem toda startup é uma empresa dependente da internet e da tecnologia. Elas são mais frequentes na internet, e isso não podemos negar, porque é bem mais barato e facilmente propagável criar uma empresa online do que uma de agronegócio, por exemplo.

Isso não quer dizer que não podemos citar empresas empreendedoras em outros ramos. Um exemplo é o Rural Pago, plataforma de pagamento e recebimento exclusiva do Buscar Rural. Com taxa de cobrança baixa se comparada com as demais já aplicadas no mercado, a fintech Rural Pago oferece mais garantia, segurança e vantagens para transações financeiras dos seus usuários.

Antes de mais nada, modelo de negócios é diferente de plano de negócios, que foca em estratégias detalhadas para atingir metas. No modelo de negócios utilizado por startups, o foco não é necessariamente no produto, mas no valor e, consequentemente, na rentabilidade. Em outras palavras, como seu negócio vai conseguir solucionar a dor do cliente de forma lucrativa.

Muitas vezes, o desafio do modelo de negócios de startups é criar uma solução inovadora que solucione problemas ou adaptar um modelo de negócios para uma área onde não é comumente aplicado. Muitas empresas inovadoras também optam por criar um modelo totalmente novo.

Sem capital de giro, é muito difícil persistir na busca por um modelo de negócios que comece a gerar lucro e se sustente. O ideal é o negócio sobreviver até a comprovação de que o modelo existe e sua receita comece a crescer. Caso contrário, será necessário uma injeção de investimentos para que se torne uma empresa que se pague.

Startups não nascem para se perpetuarem como startup. O objetivo principal é desenvolver uma forma inovadora de resolver problemas e se transformar em uma empresa. Eric Ries, autor do best-seller “A Startup Enxuta“, desenvolveu uma metodologia para aumentar as chances de sucesso das startups. O conceito tem como origem a filosofia de gestão do Sistema Toyota de Produção e sua base está em melhoria contínua e desenvolvimento sem desperdício.

Apesar de startups serem altamente arriscadas, podemos aumentar as chances de sucesso ao utilizar metodologias Enxutas, que possuem foco em testar de forma rápida e barata as hipóteses de uma startup. Na linguagem dos que estão inseridos nesse meio, é o famoso “errar rápido e corrigir barato”.

Corporate venture

O fenômeno denominado corporate venture, ou empreendedorismo corporativo, consiste no interesse crescente das grandes corporações em investir em startups, pois a prática tem se mostrado lucrativa. Conforme levantamento da pesquisadora Carolina Stocche, feito em parceria com ex-alunos de Harvard, a primeira onda brasileira do empreendedorismo corporativo busca acelerar startups em prol da inovação e retorno financeiro.

A pesquisa revelou ainda que empresas enxergam as startups como laboratórios de inovação, capazes de trazer soluções rápidas, rentabilidade, rejuvenescimento e ainda agregar valor à marca da empresa investidora. Outro dado interessante é o valor dos investimentos em empresas inovadoras: R$984 milhões somente em 2017, segundo a organização Anjos do Brasil.

Investidores-anjo enxergam nas startups um universo fascinante de crescimento financeiro, tecnologias disruptivas e talentos excepcionais. Por acreditarem no potencial humano e no desenvolvimento da nova economia, optam por investimento de alto risco. Sem contar os que almejam incluir suas empresas no incrível ecossistema de inovação das startups, enquanto incorporam jovens talentos de alta performance e seus insights valiosos.

Dentre as cidades, São Paulo também aparece em primeiro lugar dentre as que mais tem startups. Ao todo são 2.764 unidades, seguida pelo Rio de Janeiro, com 724. A capital mineira, Belo Horizonte, ocupa a terceira posição no ranking de cidades inovadores, com 631 startups.
Para inovar não é preciso reinventar a roda basta ser inovador e pensar “fora da caixa”

Ideias inovadoras

Para inovar não é preciso reinventar a roda ou criar algo totalmente do zero. Basta que você pegue algo que já funciona, deixe ainda melhor e apresente de uma forma diferente. Se você deseja abrir um negócio, seja inovador, pense “fora da caixa”.

Para que fique ainda mais visível, basta pegar o Google como exemplo. Antigamente, quando as pessoas queriam saber de algo, elas recorriam aos jornais, Tvs, livros e, foi pensando nisso, que o site de buscas surgiu com a missão de “organizar a informação mundial e torná-la universalmente acessível e útil”.

Perceba que a intensão do negócio é o mesmo: levar informação. Mas o modo como é feito deixa tudo diferente e o objetivo é sempre com o foco voltado para a experiência do usuário. Como já dito em artigos anteriores, o foco sempre deve estar voltado para o cliente e na melhoria da sua experiência.

É importante ter em mente que todo empreendedor de empresa inovadora de alto potencial de crescimento precisa ter algumas estratégias de saídas bem definidas, planejadas e monitoradas. Isto também implica estar atento em que momento vale à pena continuar o desenvolvimento do negócio ou se chegou a hora de vendê-lo para investidores ou parceiros estratégicos.

Alerta de spoiler…

Como o assunto aqui é inovação, vou apresentar a vocês, em primeira mão, a evolução do TagChat, o SuperAvatar. Para não ficar por fora dos avanços da tecnologia, já sabe, siga o Tag Chat nas redes sociais e se inscreva para receber o nosso newsletter. Até o próximo artigo.

Robôs: 2 dicas para detectar o comportamento nas redes

Você sabe distinguir o comportamento de robôs nas redes sociais? Inicialmente usados para otimizar a integração com o público, eles passaram a ser armas para disseminação de fake news e até mesmo de ataques terroristas. São causadores de verdadeiros estragos na reputação dos usuários.

Com essa mudança de perfil, a remoção de robôs das plataformas digitais passou a ser uma realidade no universo dos gigantes das redes. Além do Twitter, o Youtube também decidiu eliminar os robôs da plataforma. A “limpa digital” também pode ser realizada por usuários em suas próprias redes sociais, basta observar padrões e detectar comportamentos considerados distintos do engajamento comum na internet.

Nos Estados Unidos, conteúdo produzido por russos e difundido por meio de pessoas que não eram verdadeiras, alcançou quase 126 milhões de americanos no Facebook durante as eleições de 2013. A plataforma teve que submeter esses dados ao Senado americano.

O perigo cresceu porque a tecnologia e os métodos evoluíram dos robôs, softwares com tarefas online automatizadas, para os “ciborgues” ou “trolls”, que não passam de contas controladas diretamente por humanos com ajuda de sistemas automatizados.

Hoje temos que nos imaginar em uma linha onde em uma ponta estejam robôs e, em outra, humanos. Entre as duas pontas, especialistas apontam a existência de ciborgues, “robôs políticos”, “fakes clássicos” e “ativistas em série” antes de chegarem a pessoas de verdade.

Acontece que robôs estão por todas as partes e espalhados pelas redes sociais. O que não significa necessariamente que todos estejam fazendo coisas ruins: entre os que são “bonzinhos” estão aqueles que automatizam o compartilhamento de notícias de veículos de imprensa e os que auxiliam consumidores em atendimentos virtuais.

Você sabe distinguir o comportamento de robôs nas redes sociais? No artigo de hoje vamos te ajudar nessa difícil missão. Vem com a gente...
Para detectar os robôs nas redes sociais, é preciso observar comportamentos fora da curva

Como identificar os robôs?

Para conseguir identificar melhor os robôs, é preciso entender o que eles são e como agem. Pesquisador da área de Democracia e Tecnologia do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS), Diego Cerqueira, explica que os robôs são um fragmento de tecnologia.

Segundo ele, “o robô é criado por um humano através de uma linguagem de programação, em uma língua que o computador consegue entender. É uma forma de os humanos construírem um diálogo com a máquina, e fazer com que a máquina execute algumas ações”.

Cerqueira questiona: “o que o robô estaria executando como tarefa no lugar de um humano? No contexto das redes sociais, eles podem construir e espalhar narrativas, criar bolhas de conteúdo e disseminar desinformação. É esse o perfil que as plataformas estão procurando remover”, responde.

Para detectar os robôs nas redes sociais, é preciso observar comportamentos “fora da curva”. De forma simplificada, nada mais é do que tentar entender quais são os padrões dos usuários humanos nas redes sociais, e identificar como um robô faria as mesmas atividades, de forma muito mais ágil, e com comportamentos suspeitos.

O grande desafio é tentar separar os robôs assumidos dos não assumidos. Diego Cerqueira explica que a presença de robôs é permitida pelas plataformas, desde que eles sejam os “robôs do bem”, como são conhecidos no universo tecnológico. A primeira tarefa é “classificar esses robôs em assumidos e não assumidos”, diz o pesquisador.

E ele continua: “existem robôs que estão dentro do Twitter, que não são removidos, porque eles fazem parte dos robôs que se identificam como robôs. Eles têm uma função de avisar ou espalhar mensagens que são permitidas pela plataforma, eles estão cumprindo uma função da tecnologia e não estão infringindo as regras”, diz.

Uma forma de distinguir os robôs é analisar características de ampliaçãoperformance e sucesso do conteúdo. Observe também o tempo de interação, quantidade de postagens, o intervalo do conteúdo produzido, quantas palavras por segundo, o intervalo entre uma postagem e outra e se o conteúdo é repetitivo.

Uma forma simples de detectar robôs é observar se o nome do perfil é muito aleatório, se combina uma quantidade de dígitos, se o nome do perfil é muito diferente do nome do usuário. “Pode também observar a foto, fazer uma pesquisa reversa na internet, para ver se essa foto já foi utilizada em outros perfis, se é de um banco de imagens. Falta de foto também chama atenção”, alerta o especialista.

Também existem os “robôs políticos“. Tratam-se de perfis de militantes que autorizam que suas contas sejam conectadas a páginas de candidatos, campanhas ou partidos políticos. Por meio de automatização, “suas contas passam a curtir postagens”, diz Dan Arnaudo, pesquisador da Universidade de Washington, nos EUA, e do Instituto Igarapé, no Rio, especialista em propaganda computacional, governança da internet e direitos digitais.

A prática adotada por esses perfis é uma espécie de ciborguização para aumentar a quantidade de visualizações ou compartilhamento de uma publicação, em que um político usa um exército de pessoas que se habilitam a postar por ele.

Você sabe distinguir o comportamento de robôs nas redes sociais? No artigo de hoje vamos te ajudar nessa difícil missão. Vem com a gente...
Alguns robôs são mais refinados tecnologicamente e passam a ter uma identidade, como se fossem uma pessoa real

Como denunciar robôs do mal

Rodrigo Xavier, CTO do TagChat, explica que, depois de identificar as características do possível robô, a forma mais prática de prosseguir com uma denúncia é clicar na conta, se direcionar para o ícone “denúncia”, descrever na rede social o ocorrido e finalizar em “denunciar”. Muitos usuários se queixam da demora para obter uma resposta ou na falta de ação por parte das plataformas.

O tempo de resposta varia de rede para rede. Depois de feita a denúncia começa o processo de análise, verificação dos perfis e da veracidade da informação. Esses processos, geralmente, vão de 3 a 10 dias. Caso a resposta seja negativa, é possível insistir na denúncia. “O melhor jeito é fazer uma denúncia em massa, com grupos denunciando uma mesma conta”, afirma Xavier.

Evite ao máximo se comunicar com robôs, é importante que não haja interação com eles nas redes sociais. Além de gerar engajamentos para perfis que disseminam informações incoerentes, estes perfis podem ser disruptivos para os computadores. A recomendação é instalar programas para proteger as máquinas e manter o sistema atualizado.

“Instale firewalls para bloquear ataques maliciosos e não os desative. Outra dica é usar senhas longas e complicadas, que misturem númerosletras e símbolos. Por falar em senhas, não use a mesma para diversos programas e contas”, alerta o CTO do TagChat.

Rodrigo Xavier ainda indica a “utilização de softwares antimalware de alta qualidade para a proteção do dispositivo e checar se o software está atualizado, caso não esteja, o atualize e não ignore atualizações do sistema. Caso o computador seja infectado, evite o uso de pen drives e unidades flash neles”, completa Xavier.

E por falar em senhas,  já parou para pensar em quantos dados você fornece à empresas na sua rotina diária? Com o mundo cada vez mais conectado, cresce todos os dias a necessidade de aumentar os cuidados com a segurança dos dados. Para saber mais sobre o assunto, basta clicar aqui.

Esbarrando na justiça

Alguns robôs são mais refinados tecnologicamente e passam a ter uma identidade, como se fossem uma pessoa real. Neste contexto, um problema em especial salta aos olhos: a potencial concessão de personalidade jurídica a máquinas dotadas de inteligência artificial.

Um caso que abriu precedente para a concessão de personalidade aconteceu em 2017, quando foi concedida a cidadania árabe a um robô com I.A. Desenvolvida pela Hanson Robotics, Sophia recebeu a notícia durante o fórum Future Investment Initiative, na Arábia Saudita, que reúne investidores e desenvolvedores do mundo inteiro.

Ao receber a notícia do jornalista Andrew Ross Sorkin, do New York Times, Sophia agradeceu ao reino da Arábia Saudita, disse estar “muito honrada e orgulhosa por essa distinção única. É histórico ser o primeiro robô no mundo a ser reconhecido com uma cidadania”.

Naturalmente, o reconhecimento do status de cidadã árabe não apenas parte da premissa de que Sophia seja uma entidade personificada, ao menos de acordo com o Direito daquele país, mas também coloca em discussão os possíveis direitos e deveres civis assumidos pela nova pessoa eletrônica.

Além disso, ao ganhar a cidadania fez com que Sophia tivesse mais direitos do que as mulheres sauditas. A robô pode se locomover sem permissão de um guardião do sexo masculino e pode se apresentar com rosto e corpo descobertos. Recentemente, o país concedeu às mulheres o direito de dirigir e assistir eventos esportivos em estádio.

Você sabe distinguir o comportamento de robôs nas redes sociais? No artigo de hoje vamos te ajudar nessa difícil missão. Vem com a gente...
A inteligência artificial, atreladas a robôs na área da saúde, pode “re-humanizar” a assistência à saúde

Maior parte da interação na internet vem de robôs

Segundo o último Incapsula Bot Traffic Report, estudo destinado ao levantamento de estatísticas do tráfego de contas automatizadas na internet, divulgado em 2016, apenas 48% da atividade online vem de humanos, enquanto 52%, ou seja a maioria,  fica a cargo de robôs.

Com a carga negativa que os bots vêm ganhando nos últimos anos, graças à acusações de participação em campanhas de desinformação, esses números podem assustar num primeiro momento. Mas eles estão dentro de um território de terminologia confusa, em que uma mesma palavra é utilizada para definir ferramentas bastante distintas entre si.

É com os social bots, no entanto, que os bad bots ganham maior força hoje. O surgimento deles está associado à ampliação da abertura das APIs de redes como Facebook e, principalmente, o Twitter, onde eles mais se aglomeram. Para esclarecer, API é Interface de Programação de Aplicativos, que permite que desenvolvedores ampliem suas funcionalidades padrão.

Os bad bots são perfis automatizados que, ao assumirem uma identidade falsa, ou tomarem o controle de uma conta antiga e inativa e agirem como pessoas reais, atuam em mídias sociais com a produção e disseminação de conteúdo propositalmente falso ou enganoso.

Outro agravante é que esses bots são também capazes de simular uma aprovação ou desaprovação inexistentes a certas assuntos, dando capilaridade a eles. Os social bots direcionados ao discurso político e à influência do resultado de determinado pleito já ganharam uma denominação à parte e passaram a ser chamados de political bots.

Um fenômeno comum entre os social e political bots é a formação de botnets – que em uma tradução literal, é redes de robôs – o que já era observado, ainda que em menor escala, entre os spammers. Essas redes são formadas por um número massivo de contas criadas para amplificar um mesmo conteúdo. Esses perfis têm poucos seguidores e costumam seguir apenas aqueles que fazem parte de uma mesma rede de disseminação.

Por fim, existem os cyborgs, contas marcadas pelo hibridismo entre a atividade automatizada e a coordenação humana, e que podem servir a objetivos diferentes. Os cyborgs podem surgir graças a um desejo de se postar mais conteúdo em menos tempo, ou à necessidade de se agendar postagens, para que a conta demonstre ter uma interação constante.

Robôs do bem

Ao contrário do medo comum de que máquinas substituam trabalhadores humanos, a inteligência artificial atreladas a robôs na área da saúde pode “re-humanizar” a assistência à saúde. A medicina evoluiu muito nos últimos anos. Com os avanços da tecnologia, muitas doenças foram erradicadas, outras, consideradas incuráveis, são facilmente tratáveis.

A tecnologia também ajudou a prever a pandemia do coronavírus na China. A healthtech canadense BlueDot divulgou, no dia 31 de dezembro de 2019, para sua base de clientes que um surto da doença estaria a caminho. A empresa usa técnicas de processamento de linguagem natural e machine learning para analisar uma base de dados com várias fontes.

Inteligência Artificial já faz parte do nosso cotidiano e está cada vez mais inserida em nossas vidas. No campo da saúde, já toma conta de examesdiagnósticos e prontuários. Como exemplo podemos citar o supercomputador inglês Deep Mind, que registrou informações de 1,6 milhão de pacientes atendidos no National Health Service (NHS).

A partir dele foi possível desenvolver novos sistemas de apoio à decisão clínica. Por meio de análise de dados de pacientes foi possível gerar alertas sobre evolução de quadro clínico, evitar medicações contraindicadas ou conflitantes e informar aos profissionais de saúde sobre o estado dos atendimentos.

No Brasil, em 2016, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) criou o Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde. O Cidacs realiza estudos e pesquisas com base em projetos interdisciplinares originados na vinculação de grandes volumes de informações.

Dados de saúde e políticas sociais de mais de 100 milhões de brasileiros contemplados em programas sociais estão unificados em uma base que preserva a confidencialidade de todas as informações coletadas. Além disso, o Cidacs ainda desenvolve novas metodologias investigativas e promove capacitação profissional e científica.

Outro exemplo positivo são os chatbots. De acordo com a empresa de consultoria inglesa Gartner, em 2020, 85% de todo relacionamento entre clientes e empresas foi feito sem qualquer interação humana, por meio de chatbots que usam inteligência artificial.

O importante é entender que essas tecnologias estão cada vez mais presentes em nosso dia a dia, e vão ficar ainda mais inteligentes como assistentes. O importante é saber como as usar de forma correta e sem malefícios para a comunidade. Para não ficar por fora dos avanços da tecnologia, já sabe, siga o Tag Chat nas redes sociais e se inscreva para receber o nosso newsletter. Até o próximo artigo.

Tecnologia no campo: 6 formas de vender mais

O chatbot invadiu o dia a dia do homem do campo e já faz parte de suas rotinas. A inteligência artificial e a tecnologia, por sua vez, já revolucionam processos em diversos segmentos e no ramo do agronegócio não é diferente. Na realidade atual do setor, o que se vê é o uso de equipamentos com internet das Coisas (IoT), sensores de temperatura, DNA de sementes, drones e Big Data.

Em parceria com o WhatsApp, o chatbot permite uma comunicação rápida, eficiente e sem necessidade de sistemas robustos, como um computador ou sistema específico para comunicação. Tudo é feito de maneira simples. Para ter acesso a toda essa inovação, a única coisa que você precisa é um aparelho celular nas mãos.

A facilidade permite que o cliente entre em contato com o produtor rural, solicite informações técnicas diretamente aos especialistas e tire eventuais dúvidas com os responsáveis pelo produto. Ao ter um canal de comunicação interna via chatbot, empresas do agronegócio conseguem atender chamados de seus usuários de maneira ágil e interativa.

Ainda graças à tecnologia, a internet já está presente em boa parte das áreas rurais. Portanto, nada justifica a ausência de informatização dos mecanismos de controle da produção, a mecanização de processos, e claro, o total entrosamento do escritório com as respectivas áreas de produção.

Para tanto, robôs permitem não apenas a agilização de processos, como a viabilidade de compra e venda. Para isso, basta que se adquira as ferramentas que funcionem como facilitadores de todo o processo produtivo do agronegócio. E tudo pode começar pela instalação de um chatbot para melhorar a comunicação, seja ela interna ou externa.

O mercado tecnológico está avançado nesse ponto. Já existem algumas ferramentas que oferecem soluções para atendimento via chatbots integrados a diversas plataformas. É o caso do Tag Chat, que além de ser um omnichannel, ainda possui funcionalidades e integrações que vão desde o contato com o cliente até emissão de notas fiscais. Tudo enviado diretamente para o WhatsApp.

Já existem algumas tecnologias que oferecem soluções para atendimento via chatbots integrados a diversas plataformas
Algumas ferramentas já oferecem soluções para atendimento via chatbots integrados a diversas plataformas

Abandone os formulários

Você está perdendo vendas e temos como provar. Nossa equipe entrou em contato com 126 empresas que usam o formulário como única forma de comunicação com o cliente. Desse teste, recebemos apenas 6 retornos, 3 deles via WhatsApp. Uma forma de evitar que essas perdas aconteçam é estar sempre presente.

Nosso chatbot, além de fazer a captação de leads ainda os qualifica com perguntas 100% editáveis, personalizadas e direcionadas para seu nicho de negócio. Esses dados, depois de coletados, são enviados para seu WhatsApp, assim a comunicação pode ser iniciada imediatamente.

Chatbot no agronegócio

Por mais estranho e ilógico que pareça, o fato é que as exportações brasileiras de carne bovina atingiram números recordes nos últimos dois anos e atingiu o índice de 1.866.500 toneladas em 2019 e 2.012.900 toneladas em 2020. Ou seja, estamos em plena pandemia e mesmo assim, os números são recordes.

O que leva a pergunta sobre o que está por trás destes números, apesar da recessão global e da depressão dos serviços gastronômicos? A resposta pode ser mais óbvia do que pensamos. Sem qualquer sombra de dúvida, a tecnologia tem um peso fundamental nestes números.

A estimativa é que o Brasil responda por 25% do mercado mundial de carne bovina, em 2021. Se formos além, os números podem não ser tão bons, isto, porque apesar da exportação da carne ter sido excelente, o fato é que a pecuária brasileira, como um todo, poderia ter um desempenho muito superior ao que tem hoje.

De acordo com dissertação apresentada à Escola de Economia de São Paulo, da Fundação Getúlio Vargas, EESP - FGV, denominado: "Valor agregado em propriedades pecuárias que adotam tecnologias e melhores práticas produtivas", fica evidente que um dos fatores determinantes para o baixo desempenho da maioria dos produtores brasileiros está ligado à falta de manejo adequado das pastagens. Algo solucionável por meio de tecnologia.

O estudo ainda aponta que o Brasil está coberto por milhões de hectares de pastagens degradadas que comprometem significativamente o potencial produtivo. Para mudar o estado atual do agronegócio, a chegada da tecnologia tem sido fundamental.

Solução de origem brasileira, o TagChat tem suas forças voltadas para detalhamento, planejamento e agendamento de visitas com uso de geolocalização e acompanhamento das atividades do agrônomo ou do produtor rural. Por meio de integrações com sistemas variados, ainda é possível fazer a verificação de pedidos, eventos realizados, levantamento comercial, financeiro, contábil, recebimento de grãos e suprimentos.

Com a solução, tornam-se mais dinâmicas as rotinas de tarefas e tomadas de decisões baseada em dados sólidos e confiáveis extraídos pela ferramenta. O dashboard é intuitivo e ágil no recebimento de informações. Os dados podem ser reaproveitados de forma otimizada e prática, com transparência e segmentação, tudo isso de forma centralizada.

Mas por qual motivo o homem do campo começou a se digitalizar e aderir a tecnologias tão distantes da sua realidade? A resposta para essa pergunta é bem simples: otimização do tempo, automação de processos rotineiros e redução de custos.

A automatização de processos atrelada à inteligência artificial faz do chatbot uma ferramenta com índice muito baixo de erros. Esse é o principal responsável na redução de custos com retrabalhos e na realização de tarefas automáticas em grande escala, como envio de cobranças, por exemplo.

O fato dessas ferramentas funcionarem também como sistemas multicanais facilita ainda mais a vida do homem do campo, pois permite centralizar variadas plataformas, como WhatsApp, Facebook, Instagram, Telegram e Twitter em um único lugar e proporcionar redução de gastos com outros aplicativos, já que o chatbot se integra a todos eles.

O chatbot, e todas as tecnologias que o envolve, ainda permite que o homem do campo elimine as lacunas entre dados, insights e as ações a serem tomadas. Uma maneira simples de transformar dados brutos em resultados notáveis e mensuráveis, com integrações em nuvem de ponta a ponta.

Já existem algumas tecnologias que oferecem soluções para atendimento via chatbots integrados a diversas plataformas
O chatbot permite que o homem do campo elimine as lacunas entre dados, insights e as ações a serem tomadas

Tecnologias usadas no campo

Que a tecnologia está cada vez mais presente no seu dia a dia, isso já sabemos. Vou mostrar a vocês em detalhes algumas que podem ajudar no monitoramento da produção agrícola. Mas calma, você não vai precisar ser um especialista em novas tecnologia para implementá-las. Eu garanto.

1. Sensores

Ferramentas indispensáveis na agricultura moderna, os sensores possibilitam desde o monitoramento da umidade do solo até a temperatura. Além disso ainda são capazes de monitorar o crescimento das plantas. Por possuírem tecnologia 4G, os dados monitorados são captados em tempo real.

O monitoramento feito por sensores é muito mais preciso, rápido e de fácil visualização, o que permite uma rápida tomada de decisão para soluções de problemas dentro da produção agrícola. Essa agilidade também possibilita segurança nas ações a serem tomadas, já que os dados te mostram exatamente qual é o problema da lavoura.

2. GPS

A tecnologia GPS, ou Sistema de Posicionamento Global, tem sido aplicada há alguns anos em larga escala na agricultura. Seu uso começou e continua forte até hoje nos tratores agrícolas. O GPS funciona como um “mapa” que ajuda nas linhas de plantio, calcula a velocidade do trator e a direção do deslocamento.

O GPS possibilita uma série de outras aplicações e benefícios para a produção agrícola, tais como:

A tecnologia ainda possibilita um aumento da qualidade dos processos agrícolas e aperfeiçoamento de tarefas.

3. Drones

Munidos de câmeras e sensores, os drones são pequenos, leves e capazes de captar imagens de resolução muito superior às de satélite. Além disso tudo, ainda são econômicos. O monitoramento aéreo pode reduzir o custo de produção em até 20%.

Com eles é possível detectar com precisão focos de pragas, estresse hídrico, déficit de nutrientes e danos ambientais. A coleta desses dados possibilita ao homem do campo aumentar a produtividade e poupar recursos. A tecnologia dos drones tem inovado a agricultura, pois permite, através de imagens e algoritmos específicos, a coleta das seguintes informações:

Com todos os dados coletados, os drones ainda possibilitam que o agricultor tome decisões rápidas contra qualquer tipo de ameaça a plantação.

4. Big Data

Muitas empresas do agronegócio estão apostando no Big Data. O objetivo é capturar dados que, quando interpretados de maneira correta, podem ajudar na competitividade do negócio. A ferramenta tem elevado a produtividade no campo e permitido a redução de custos.

Tudo isso, graças a uma tecnologia que captura dados por meio de sensores específicos. Os mesmos são detalhados e concentrados em um banco de informações, que apresentam recomendações de plantio cultivo. O resultado gerado é uma grande melhoria na tomada de decisão para empresas e produtores rurais.

Com a ajuda de sensores e softwares, é possível otimizar a taxa de aplicação de produtos químicos e ainda possibilita selecionar o melhor local para o plantio. Os dados ainda mostram a fertilidade e umidade do solo, além de fatores climáticos como precipitação, temperatura e velocidade dos ventos.

Depois desse apanhado sobre chatbot e tecnologias que ajudam a vida do homem do campo, gostaria de saber se você, que me acompanhou até aqui, gostou do conteúdo? Deixe um comentário com dicas dos conteúdos que gostaria de ver por aqui. Para ficar sempre antenado, siga as redes sociais do Tag Chat e se inscreva para receber o nosso newsletter. Até o próximo artigo.

Upsell ou Cross Sell: 4 dicas para te ajudar a promover ações

Se você nos acompanha desde de o início, já aprendeu como coletar, mapear e organizar todas as informações relevantes sobre seu cliente e o que ele mais compra, quando compra e com qual frequência. Com todos esses dados em mãos, vamos te apresentar hoje duas ferramentas do marketing digital: upsell e cross sell.

Se você faz compras online, provavelmente já comprou algum produto complementar ao que estava buscando. Vender mais, e ao mesmo tempo aumentar a lista de produtos adicionada ao carrinho de compras, são os grandes desafios das lojas online.

Cada vez que um vendedor ou site sugere um item adicional para determinado produto ou serviço que o cliente adquirir, está sendo ofertada uma ação de upsell. Por outro lado, se forem oferecidos produtos complementares, isso passa a ser cross sell.

Para que você entenda melhor, pense no McDonald’s, toda vez que o cliente faz o pedido e o atendente pergunta "quer trocar as batatas por grandes por mais R$0,50?", isso é upsell. Se depois de efetuar o pedido, o atendente te oferecer um sundae ou milk-shake, isso é cross sell.

Up selling

Upsell é entendida como qualquer compra feita pelo seu cliente que torna o plano dele mais premium que a versão original. Já o cross sell ocorre quando seu cliente realiza a compra de produtos atrelada ao item principal. As duas, nada mais são do que uma forma de fazer seus clientes consumirem mais e melhorar sua experiência de compra.

Como você pode perceber, para as duas estratégias darem certo, você precisa conhecer os hábitos dos seus clientes a fundo, se não o tiro pode "sair pela culatra". Sabe aquele seu cliente que, aos finais de semana, compra um saco de carvão? Enviar um cartão de desconto de um conjunto de facas para churrasco na terça-feira não faz sentido.

Upsell é entendida como qualquer compra feita pelo seu cliente que torna o plano dele mais premium que a versão original.
Para as duas estratégias darem certo, você precisa conhecer os hábitos dos seus clientes a fundo

Para que você entenda de maneira bem clara e objetiva a importância das duas ferramentas de marketing digital para as vendas online, vamos apresentar dados expressivos da Amazon.com: estima-se que 35% de suas vendas são originárias de cross sellupsell e recomendações.

Abaixo, os especialistas do TagChat reuniram 4 super dicas para te ajudar a promover ações de upselling e cross-selling para seus clientes. Acompanhe:

1. Ofereça produtos no contexto certo: para isso, tome como base o perfil dos produtos adquiridos pelo seu cliente para ofertar uma venda cruzada. Ou seja, sugira resmas de folha sulfite para quem comprou tinta para impressora;

2. Personalize ofertas: quando você olha para o cliente de forma individual e consegue identificar sua média de gastos, consegue criar uma estratégia mais certeira de cross-selling e definir os limites do seu upselling;

3. Use o histórico do cliente: você já conhece seu cliente e seus hábitos, tenha esses dados sempre à mão. Se pensarmos em um comprador assíduo de livros, não faz sentido oferecer um exemplar que ele adquiriu seis meses atrás;

4. Use dados gerais de compra: quando você cruza dados de compras de consumidores com perfis alinhados, as sugestões de venda cruzada podem ser interessantes para ambos.

Mas cuidado. Na hora de indicar o upsell evite mostrar o preço do produto sugerido. Mostre apenas a diferença de valores. Ou seja, se o produto for R$200 mais caro, coloque apenas a diferença. Se o cliente for pagar R$20 a mais por parcela, diga apenas o valor total que ele vai pagar por mês. Dessa forma, o cliente tem impressão que o upseel vale a pena e aceita com mais tranquilidade a sugestão da empresa.

Cross selling

A cross selling, para ser concretizada com sucesso, precisa fazer sentido para o cliente. Por exemplo, embora um certo tipo de lente possa ser usado com a câmera que seu cliente acabou de comprar, não seria uma boa venda cruzada se ele não precisar deste acessório.

Bastante conhecido, o Spotify é um bom exemplo de venda cruzada, com ofertas premium. Quando um novo assinante se registra para escutar músicas grátis, o site da Spotify automaticamente faz a oferta do plano premium, com vantagens que o gratuito não tem.

Mas não apenas de upsell e cross sell vivem as lojas virtuais, temos ainda a estratégia multicanal. Para te ajudar com essa nada fácil missão, acompanhe esse artigo, onde apresentamos a estratégia de marketingcomentamos sobre seu funcionamento e as vantagens em sua aplicação para e-commerces. Basta clicar aqui.

Multicanal: conheça 4 vantagens da estratégia de marketing

Mantenha os carrinhos cheios

Os profissionais de marketing de e-commerces sabem que o processo de carrinho de compras e check-out capitaliza a impulsividade dos compradores e é o momento ideal para buscar mais consumidores ávidos por itens que estejam nas listas de desejos ao analisar o histórico de buscas do cliente.

Em relação a clientes que são mais resistentes a cross selling e upselling, é possível salvar o relacionamento com vendas abaixo do preço ou com parcelamento estendido. Às vezes, o empurrãozinho que falta é dar mais poder de compra ao cliente.

Entender e segmentar sua base, permite que você, de acordo com o perfil do seu cliente, consiga direcionar produtos e serviços que sejam relevantes. Por isso, é de extrema importância cria uma lista dos produtos mais comprados para trabalhar melhor o cross sell.

Um exemplo bem simples do que estamos falando vem das companhias aéreas. Para vender passagens mais caras, empresas como as brasileiras TAM e Gol, assim como a americana Jetblue, criaram novas categorias de assento, com mais espaço entre as poltronas, sendo uma categoria plus.

Os passageiros que desejam este “conforto a mais” tem que pagar um valor extra. A partir desta estratégia de cross sell, a Jetblue passou a faturar uma receita adicional de US$ 190 milhões por ano. É relevante lembrar que para aumentar suas vendas no e-commerce, isso pode ser estimulado através de produtos com marcas famosas ou por produtos bem avaliados pelo cliente.

Ao utilizar o chamado upsell, você implementa uma forma de aumentar o consumo médio de cada cliente
Ofereça parcelamentos: às vezes, o empurrãozinho que falta é dar mais poder de compra ao cliente

Upsell: como funciona?

De acordo com especialistas em marketing digital, ao utilizar o chamado upsell, você implementa uma forma de aumentar o consumo médio de cada cliente. Ou seja, está fazendo uso da técnica que gera maior consumo e por conseguinte eleva o consumo médio, que cada cliente faz de seus produtos.

A estratégia nunca deve ser usada com o intuito de empurrar um produto, mas sim, com a meta de gerar valor real às experiências de consumo de seu cliente. Dessa forma, é oferecido ao cliente um plano melhor, mais completo e com o preço mais elevado, junto com todos os diferenciais e vantagens de contratação.

Para fazer uso da ferramenta de marketing, você já deve ter construído um bom relacionamento com o cliente e usar estratégias de retenção que justifiquem seu argumento. A estratégia é um pouco mais difícil de ser usada na primeira venda, quando o cliente conversa com o seu time comercial pela primeira vez.

Em geral, quando se comercializa alimentos, é mais fácil que o upsell seja aplicado na primeira venda, e em situações que o consumo esteja mais atrelado a compras emocionais. Afinal, quem nunca foi levado a comprar um pacote de sabão em pó, porque a oferta implicava em pagar R$2 a mais, por uma embalagem com 3 quilos, em vez de uma contendo 1 quilo, com menor valor?

Nesse caso, você comprou um produto com upsell. Se adquiriu um combo em vez de um prato avulso, também fez uso do mesmo modelo. Qual seja, a prática do upsell não é nova. Quem sabe quantas vezes você mesmo se tornou fiel a um comerciante do seu bairro, por conta destas “ofertas”.

Pois bem, nessas compras, não só ganha o cliente, ao adquirir um produto maior, ou melhor, por um pequeno valor a mais. Evidente, que ao fim a empresa lucrará, pois, a prática eleva o ticket médio do consumidor e certamente o terá de volta na próxima aquisição.

Cross sell: deu pra entender?

Enquanto o cross sell foca na oferta de um produto complementar ao inicialmente escolhido pelo cliente, o upsell consiste em propor um item melhor para o consumidor. Também conhecida como venda cruzada, o cross sell se aplica quando você compra um produto ou serviço junto a outro na intensão de complementar o uso que fará dele.

Ao comprar um celular, por exemplo, o vendedor te oferece um bastão de selfie, ou uma capinha para guardar o aparelho. Neste caso, estamos nos referindo à venda de produtos ou serviços relacionados e complementares com base no interesse do cliente ou na compra de um produto.

Para não correr o risco de errar com o cliente, é bom ter cuidado na hora de aplicar o cross selling. Tenha em mente que a proposta da estratégia é oferecer um produto complementar a uma venda que está para ser fechada. Evite oferecer produtos extras antes desse momento.

Além disso, não insista demais ou ofereça vários de itens de uma única vez. Afinal, você não quer que o consumidor se sinta confuso, pressionado e repense toda a compra. O sentimento gerado por essa pressão pode ser tão negativo que o cliente decida abandonar o negócio.

Aplique o cross sell com clientes que estão interessados em um produto. Se o consumidor não adicionou o produto no carrinho, no caso do e-commerce, ou declarou que o valor está fora de seu orçamento, para lojas físicas, é preciso rever alguns pontos da jornada de compra.

Bônus: e o downsell?

No downsell, técnica completamente contrária aos dois já explicados, o objetivo é não perder a venda de jeito nenhum. Você vai oferecer algo semelhante ao que o cliente deseja, mas por um preço muito mais acessível, pois do contrário, ele não vai levar nada.

Num exemplo bem simples, quando o comprador só tem condições para comprar um carro 1.0, não adianta insistir para ele comprar o 2.0., pois corre o risco de não vender nenhum. Portanto, oferecer a versão mais barata do 1.0, será a melhor forma de não perder o cliente.

A estratégia deve ser aplicada em casos de desistência de compra por parte do consumidor. O objetivo é entregar valor com um ticket médio reduzido. O down sell funciona como um incentivo para consumidores que apresentam objeções ao preço do produto ou ainda não estavam no momento de compra.

Para induzir o consumidor, empresas oferecem produtos ou serviços com valor reduzido da ideia original, mas que entregue valor e incentive o consumidor a comprar. É verdade que a técnica pode diminuir o ticket médio do seu negócio. Em contrapartida, ela pode aumentar o volume de vendas e otimizar seus resultados.

Para entender a técnica de oferta menor, basta pensar em suas experiências como consumidor. Para exemplificar vamos pensar nas lojas de celulares, onde é comum o vendedor mostrar primeiro os celulares mais caros e que dão maior lucro para a empresa.

Caso o cliente goste do celular, mas apresente algumas objeções relacionadas ao valor, o vendedor normalmente indicará um celular similar com preços e funcionalidades menores. A estratégia faz com que o consumidor perceba as vantagens e opte pela compra do aparelho mais em conta.

Tome cuidado. Você só deve apresentar o downsell quando tiver certeza que o cliente não vai comprar o produto inicialmente apresentado. Se você apresentar o downsell antes do cliente se decidir pela compra, levantará um conflito de interesse em relação às opções apresentadas, o que dificulta a tomada de decisão do consumidor.

O downsell é útil para maximizar o número de vendas, pois consegue atingir públicos com diferentes restrições orçamentárias. A competitividade do mundo digital força empresas a usarem estratégias como o downsell para se destacar e conquistar um público consumidor cada vez maior.

Depois desse apanhado sobre upsell, cross sell e downsell, gostaria de saber se você, que me acompanhou até aqui, gostou do conteúdo? Deixe um comentário com dicas dos conteúdos que gostaria de ver por aqui. Para ficar sempre antenado, siga as redes sociais do Tag Chat e se inscreva para receber o nosso newsletter. Até o próximo artigo.

Profissional: 10 áreas de TI que você pode trabalhar

Ao projetar a carreira, um equívoco comum é pensar em ocupações com grande demanda na atualidade, em vez de voltar a atenção para as profissões do futuro. Demora algum tempo para que o profissional adquira conhecimento e experiência prática para se destacar na função escolhida.

Por conta disso, entre a decisão de se dedicar àquela profissão e o momento de colher os frutos com um bom emprego ou empreendendo no setor, muita coisa pode acontecer. O que antes era promissor pode rapidamente se tornar obsoleto.

O profissional que não se adapta corre sérios riscos de ficar defasado, assim como acontece quando não aprimora as habilidades técnicas necessárias. Nesse sentido, o futuro do profissional também requer o desenvolvimento de competências comportamentais.

Já pensou que, quando você não entende os próprios pontos fracos e fortes ou características pessoais, as chances de tomar decisões ruins são maiores? Um exemplo é a escolha da graduação. Ainda que seja a melhor faculdade do Brasil, ela não será capaz de proporcionar a realização esperada, porque o caminho pode não ser o ideal para sua carreira.

É bem diferente quando você faz essa escolha com autoconhecimento. Isso acontece ao trabalhar essa habilidade em outras áreas da sua vida. Em sua atuação profissional, ela serve para dar prazos realistas a clientes e assumir responsabilidades. Assim, é possível se comprometer com maior qualidade e eficiência.

Uma prática que tem se tornado comum nas empresas e em startups é o compartilhamento de feedbacks. O profissional do futuro é aquele que consegue receber bem as críticas e sugestões de melhoria, sem se deixar abalar ou levar para o pessoal.

Além disso, usa essas indicações para crescer pessoalmente e motivar os colegas a se desenvolverem junto. A inteligência emocional é o centro de todas essas atitudes. Isso significa que o colaborador tem foco em uma atuação de excelência e está aberto a progredir sempre, mesmo que envolva mudanças drásticas.

Para te ajudar a ser um profissional do futuro selecionamos algumas habilidades que você precisa desenvolver. Acompanhe.

Profissional do Futuro. Na imagem é possível ver uma reunião de equipe entre 6 pessoas
O profissional do futuro é aquele que consegue receber críticas e sugestões de melhoria, sem se deixar abalar

1. Líder de equipe

Dentro dessa perspectiva de desenvolvimento profissional, empresas buscam contratar pessoas que queiram não somente crescer em suas funções, mas, também, assumir outras responsabilidades e se transformarem em líderes de equipes.

A última tendência deste mercado é o perfil do líder coaching. Nessa modalidade se enquadram profissionais que, além de cumprir suas obrigações, são capazes de inspirar, motivar e se comunicar bem com os colegas de trabalho. Esse profissional se interessa e aplica inovações no seu ambiente de trabalho, além de saber exatamente o que acontece lá fora.

Ainda dentro da capacidade de liderança, pessoas aptas em fazer análises de ambientes e dados, e tomar decisões baseadas nisso, já se destacam no mercado profissional e serão ainda mais disputadas futuramente.

2. Ajuda da tecnologia

A tecnologia veio para agilizar processos e resultados das corporações. Com o auxílio da internet, por exemplo, é possível convocar reuniões e fechar negócios em qualquer lugar, além de atingir grande número de pessoas, sem estar fisicamente em todos os locais.

Um ponto negativo, se assim podermos dizer, é que os dispositivos eletrônicos não substituem a efetividade do contato pessoal e da interação mais próxima que esse tipo de situação propícia. Por conta disso, as empresas começam a investir em processos humanizados.

O marketing de relacionamento e o atendimento personalizado são alguns efeitos dessa mudança. O profissional do futuro deve saber se comunicar bem em qualquer situação e transmitir sua mensagem com eficiência. Sem contar que ele também deve saber ouvir e compreender as necessidades tanto da empresa, como dos seus líderes e colegas, e principalmente as dos clientes.

3. Ferramentas profissionais

Os smartphones são tão populares que praticamente eliminaram o uso contínuo de um computador de mesa, porém a grande maioria dos usuários mobile não conhece ou não sabe tirar proveito de todas as funcionalidades presentes no aparelho. Muitos só sabem acessar e-mails, enviar mensagens, atender e fazer chamadas.

Em um futuro não muito distante será preciso se apropriar cada vez mais dos aplicativos, softwares e das ferramentas presentes nos smartphones e de toda sua capacidade de integração com outros dispositivos, sejam eles tablets ou notebooks.

Os futuros profissionais deverão se preocupar não apenas em oferecer produtos e serviços de qualidade, mas também em deixar um mundo melhor para as próximas gerações. Os recursos da natureza são finitos. Uma realidade dura que começa a ser aceita pela sociedade. Empresas precisam compreender que existem maneiras de gerar lucro com processos sustentáveis.

4. Profissional do futuro

Relatório publicado pelo Center for the Future of Work, estabelecido pela Cognizant Technology Solutions, é mais específico em suas apostas e traz um artigo sobre as 21 profissões do futuro. Existem entre entre elas, por exemplo, diretor de portfólio genômico e conselheiro de compromisso de saúde.

Para seu conhecimento, vamos elencar dez postos de trabalho do futuro. Vai parecer ficção científica, mas essas são as previsões para a próxima década. Para tornar esse cenário mais palpável, os postos são apresentados como anúncios de emprego e incluem tarefas, responsabilidades e qualificações necessárias. Acompanhe.

Profissional do Futuro: Na imagem é possível observar uma cidade iluminada com luzes e um homem sob uma tela de led
Detetive de dados e facilitador de TI: vai parecer ficção científica, mas essas são as previsões para a próxima década

1 - Detetive de dados

O verdadeiro Sherlock Holmes do Big Data. “O que nossos dados estão nos contando? Que segredos contêm?”, questionaria o autor escocês sir Arthur Conan Doyle. O perfil desejado para esse profissional engloba conhecimentos sobre finanças, matemática e data science. E, pasmem, ser um cientista de dados não é necessário. Conhecimentos legais são uma vantagem.

2 - Facilitador de TI

Nesta profissão do futuro, a função é explorar tendências digitais e criar plataformas self-service automatizadas para que usuários construam seus próprios ambientes colaborativos, com assistentes virtuais. Esse profissional dever ter formação em TI, ciências da computação, engenharia, ciências naturais ou administração de empresas. Dentre as habilidades é necessário boa comunicação e liderança.

3 - Oficial de ética de sourcing

Investigar, acompanhar e negociar acordos de bens e serviços para garantir que gastos indiretos da empresa, como energia, restos e relações sociais, estejam alinhados com padrões de ética de seus stakeholders. Ter experiência com ética em ambientes corporativos, habilidades interpessoais e de comunicação e capacidade de trabalhar em grupo são habilidades desejadas. Conhecimentos de negócios, lei, gestão pública ou filosofia são diferenciais.

4 - Gestor de desenvolvimento de negócios de inteligência artificial

O profissional define, desenvolve e implementa programas eficazes para acelerar vendas e negócios de inteligência artificial. Esse profissional deve ter conhecimento com vendas e desenvolvimento de negócios em grandes organizações, além de experiência corporativa com plataformas de inteligência artificial, machine learning e computação em nuvem.

5 - Mestre de edge computing

Criar, manter e proteger o ambiente de edge computing, ou computação de borda - que trata do limite da rede de computação em nuvem, perto da fonte de dados - faz parte dos atributos dessa profissão do futuro.

O profissional deve ter doutorado na área ou em áreas relacionadas, experiência com segurança e protocolo e internet das coisas (IoT), entre outros assuntos. Capacidade de arquitetar e projetar ambientes de computação em nuvem ou edge computing são um grande diferencial na hora da contratação.

Profissional do Futuro: na imagem é possível ver 4 pessoas concentradas em seus projetos
O cuidador remoto nada mais é do que um trabalhador liberal e autónomo que ajuda idosos a passar o tempo

6 - Analista de cybercidade

Garante a segurança e funcionalidade de cidades ao garantir o fluxo saudável de dados de tráfego criados pelo sistema, sejam eles ambientais ou populacionais. O profissional desejado deve ter qualificações em engenharia digital, conhecimentos sobre circuitos eletrônicos e metodologias de startup enxuta e experiência com impressão 3-D. É preciso saber ler e interpretar dados em analytics.

7 - Diretor de portfólio genômico

Criar e executar estratégias para um portfólio de produtos biotecnológicos. Essa é a principal função desse profissional do futuro. Ter graduação em campo relacionado à genômica é uma das exigências. Mestrado é uma vantagem. Experiência de pelo menos uma década e habilidades de comunicação, liderança e negociação, além de perfil analítico, também são necessários.

8 - Cuidador remoto

Também conhecido como Walker Talker, é a profissão do futuro que vai estourar nos próximos anos e pode ser uma boa oportunidade para sua carreira. O cuidador remoto, como o próprio nome já diz, nada mais é do que um trabalhador liberal e autónomo que ajuda idosos a passar o tempo, tudo por meio de uma plataforma online.

Sua principal tarefa como cuidador remoto é prestar atenção. Para isso, qualquer background será considerado. Mas é preciso deixar claro que esse profissional deve ter mobilidade para visitar clientes em casa e adaptar a plataforma de comunicação, quando for necessário ou solicitado.

9 - Conselheiro de compromisso de saúde

Esse profissional do futuro também vai trabalhar remotamente e oferecer treinamento individual e conselhos de bem-estar e saúde para usuários de pulseiras inteligentes, como os smartwatch, que fazem o monitoramento de atividades e sinais físicos dos seus usuários.

Ter experiência com nutrição ou educação física e credenciais, mesmo que obtidas em cursos online, em modalidades esportivas como CrossFit ou yoga são um diferencial. Saber lidar com ambientes culturalmente diversos também é necessário.

10 - Técnico de saúde assistida por inteligência artificial

Examinar, diagnosticar e administrar tratamentos apropriados para pacientes, auxiliado pela inteligência artificial e por médicos acessíveis de maneira remota. Essa é a principal função desse profissional de saúde. O perfil desejado deve ter formação em enfermagem ou similares e experiência anterior na área de saúde. Além de habilidades interpessoais e capacidade de trabalhar sob pressão e com ferramentas digitais.

Mas, nem tudo são flores no Fantástico Mundo da Tecnologia. Existe uma grande escassez quando o assunto é contratação de profissionais especializados para o setor. Para conferir as 21 profissões apontadas pelo artigo da Cognizant Technology Solutions, basta clicar aqui.

Profissional do Futuro: na imagem é possível ver um computador portátil sendo usado por um homem
Só no Brasil a escassez de mão de obra qualificada deve ser de mais de 408 mil postos de trabalho até o ano de 2022

Pesquisa aponta carência de 408 mil profissionais de TI até 2022

Pesquisa realizada pela Softex, organização social voltada ao fomento da área de Tecnologia da Informação, aponta que o setor enfrenta grande déficit de profissionais qualificados. Só no Brasil essa escassez deve ser de mais de 408 mil postos de trabalho até o ano de 2022.

Ainda segundo a pesquisa, o Brasil ocupa a 10ª posição no ranking de mercado do setor de tecnologia e, para não perder a oportunidade de ser referência na área, precisa encontrar uma maneira de enfrentar a falta de mão de obra qualificada.

O CTO do TagChat, Rodrigo Xavier, comenta ter percebido o déficit de profissionais da área em momento de expansão da startup. "Estamos com dificuldade para encontrar pessoas interessadas nos cargos ofertados, além disso, as que encontramos tem pouca qualificação".

Com o avanço da pandemia e a possibilidade do home office, "vemos muitos profissionais optando por trabalhar em empresas internacionais ou mesmo em grandes cidades ou capitais brasileiras. Isso gera uma escassez interna muito grande e as empresas em crescimento são as que mais sofrem", completa Rodrigo Xavier.

Mesmo formando anualmente cerca de 45 mil especialistas em tecnologia e criando aproximadamente 70 mil novas vagas de emprego por ano, cursos e treinamentos internos se tornaram a estratégia adotada por muitas empresas. Algumas até criaram universidades corporativas que permitem a realocação de profissionais de forma ágil.

Profissionais de diferentes setores podem ser aproveitados em outras funções. O investimento reflete a expectativa de que o déficit de mão de obra qualificada vai crescer ainda mais nos próximos anos. Os números já mostram a tendência: nos três primeiros meses de 2021, foram contratados 41 mil profissionais de tecnologia da informação no país. Em todo o ano de 2020, foram 47 mil.

O TagChat surgiu justamente para suprir essa necessidade. O time de desenvolvimento da startup trabalha com tecnologia que exige cada vez menos de desenvolvedores. "Hoje o TagChat reduz drasticamente a necessidade de desenvolvedores, principalmente para resolver problemas de integrações e automações", diz o diretor técnico.

Com tecnologia simples e acessível a todos "o TagChat permite que não programadores consigam resolver problemas de maneira simples e rápida, com uso do drag and drog, sistema de arrasta e solta", finaliza Rodrigo Xavier.

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