Marketing Conversacional: O futuro do atendimento ao cliente

Eu trabalho com marketing conversacional desde 2016, e vi nestes últimos 6 anos, essa estratégia sair de um simples chat em sites, para um grande omnichannel de atendimento.

Vamos fazer uma reflexão: Como a sua empresa atendia os seus clientes há 10 anos atrás?

Vale lembrar aqui, que o whatsapp foi lançado em 2009, mas se popularizou no Brasil por volta do ano 2014 após a compra da plataforma pelo Facebook (Meta). 

A versão do app Business para empresas é de 2018 e neste ano, teve o lançamento da API oficial de 01 de agosto de 2018.

Então vamos continuar a reflexão, como era o atendimento dos clientes antes do WhatsApp?

Canais como o Facebook Messenger e Direct do Instagram estão no início para uso em empresas e as pessoas estão cada vez mais com dificuldade em atender telefones.

Como todas as empresas precisam falar com os seus clientes e a tecnologia está em grande processo de mudança, como vai ser daqui 5 anos?

Para responder essa pergunta, vamos começar entender o que é Marketing Conversacional

O que é Marketing Conversacional

Como a digitalização das informações, o lançamento dos sites de pesquisas como o Google, das mídias sociais e principalmente, do lançamento do iPhone 1 em 2007, a forma de se comunicar mudou muito nestes últimos 10 anos.

O próprio marketing mudou muito com essa transformação digital que passou a sociedade em geral.

O marketing de interrupção (outbound) foi se transformando no marketing de atração (inbound), dando para o cliente o comando da pesquisa e escolha.

Outdoors, comerciais em rádio e tvs, propagandas em revistas, deram lugar para conteúdos ricos, técnicas de SEOs e principalmente às ferramentas de ADs que trouxeram a inteligência artificial e a segmentação para os anunciantes.

Se para adquirir e converter novos clientes passou por toda essa mudança, relacionar e se comunicar com os leads, prospects e clientes, também iria mudar na mesma velocidade.

WhatsApp, Messenger, Telegram, Diretct Instagram, Telefone, SMS, Google Business Message, E-mail, Skype são apenas alguns mais usados no Brasil, mas já existem mais de 50 ferramentas de comunicação em todo o mundo e o WeChat, já tem mais de 1 bilhão de usuários na Ásia.

Então como os múltiplos canais que o cliente pode entrar em contato com as empresas, foi desenvolvido o omnichannel, que nada mais é que centralizar em apenas uma ferramenta, todos esses canais.

O problema é que não resolve apenas centralizar a comunicação, pois isso só gera mais problemas se não existir uma estratégia de atendimento, e é aí que entra o Marketing conversacional.

Utilizar a inteligência artificial e desenvolver fluxos de comunicação baseados em atendimento automatizados com robôs e interação com humanos, vai fazer com que as empresas que tiveram a melhor estratégia, se diferenciam dos concorrentes e entreguem um valor agregado para a experiência e jornada de compra tanto de leads novos, como clientes bem mais fidelizados.

Lembrando que dos cinco finalistas do prêmio de melhor case de vendas da RD Station, maior plataforma de marketing digital da América Latina, três usavam a estratégia de marketing conversacional e eu estava diretamente ligado com com a Agência Pericoco ou sendo parceiro da Agência PHD Virtual, BW8 e Yellow Kyte.

Então será o fim do call center e telemarketing?

Para responder essa pergunta, vamos pegar a experiência do marketing em geral, a internet acabou com a TV, rádio, jornal, revista e outdoor? Não, mas esses veículos tiveram que se adaptar de uma forma que ainda está gerando muitas dores.

Toda empresa, seja ela pequena ou grande, precisa ter um canal de comunicação com o seu cliente, pode ser com uma secretária de uma clínica ou até um grande call center de SAC.

Isso não deve mudar, mas vai precisar de adaptar também.

As empresas precisam estar nos canais de comunicação que os clientes estão, responder de forma rápida e ter uma resolutividade rápida e eficiente.

Outra coisa, é que a LGPD, Lei Geral de Proteção de Dados, não permite que se entre em contato com pessoas que não deram permissão para receber esse contato de forma ativa.

Novas estruturas de comunicação com playbooks de atendimento automatizado, transferências para humanos no momento certo, vão estar na mira das empresas nos próximos anos.

E o que aconteceu com o marketing digital, onde empresas pequenas tiveram a mesma oportunidade que empresas gigantes como google ads, facebook ads, linkedin ads e até o tiktok ads, vai acontecer com o atendimento automatizado, por conta da facilidade de uso e custo baixo.

Então vamos entender o que o Marketing Conversacional pode fazer pelas empresas:

Então qual é a melhor ferramenta de Marketing Conversacional?

Aqui vamos chegar em um problema, na mesma velocidade que apareceu várias ferramentas de marketing digital, está aparecendo várias ferramentas de omnichannel no mercado.

E uma coisa é centralizar todos os canais de comunicação, outra coisa é como automatizar esse processo e integrar com outras ferramentas como CRM e ERPs.

Não é um processo simples e quem te vender facilidade, desconfie.

Já com 6 anos neste mercado, tivemos um grande aprendizado e percebemos que ferramentas que não se integram com os outros dados dos clientes, não revolvem.

Então como resolver esse problema?

Quero te apresentar o Tag Center, uma ferramenta que foi desenvolvida exclusivamente para essa finalidade.

São 5 sócios fundadores que juntaram suas expertises para desenvolver uma ferramenta que realmente resolve esses problemas:

Um empreendedor com visão e dor de cliente que possui uma grande operação de atendimento e vendas, um especialista em marketing conversacional, um especialista em CRM, um PHD em inteligência artificial e um especialista em sistemas de micro saas que é responsável por toda a gestão da nossa equipe de desenvolvimento.

O Tag Center não é uma ferramenta construída para ser simples e sim complexa, mas com uma usabilidade simples, onde a nossa intenção é facilitar o dia a dia dos atendentes, vendedores e principalmente dos clientes.

Somos um hub de tecnologias que conta com mais de 50 micro serviços automatizados, é como se a sua empresa tivesse 50 super robôs trabalhando para você e cada atendente ou vendedor, tivesse um pequeno robô trabalhando em conjunto com ele.

Não estamos falando apenas de omnichannel de comunicação e sim de integração de sistemas e automação de processos.

No início eu perguntei qual seria o futuro do marketing conversacional e agora vou responder: Não precisa esperar pelo futuro, pois o Tag Center já foi lançado e está em pleno funcionamento e já está fazendo a diferença no atendimento de várias empresas, desde as pequenas até grandes empresas do varejo.

Solicite uma apresentação do Tag Center preenchendo o formulário em https://tagcenter.io


Esse artigo foi escrito pelo sócio fundador do Tag Center e especialista em marketing conversacional, o growth hacker Marcus Barboza.

TagChat: 7 passos para automatizar seu negócio

A semi automatização teve início em 1914, nas indústrias. De lá para cá, diversos processos passaram a tornar o trabalho sequencial mais ágil e claro, com mais produtividade. Se comparado com a atual realidade da automação, a inicial era coisa de criança.

Atualmente, com ajuda do TagChat, a automação de processos deu um novo impulso não apenas na indústria, mas em todo mercado produtivo, de forma geral. Ferramentas digitais tem tornado mais simples tarefas que antes tomavam muito tempo e careciam de muita mão-de-obra. Elas apresentam a vantagem do acesso ao sistema de qualquer lugar, o que reduz o tempo de um processo de meses para dias, ou até mesmo horas.  

Padronizar processos traz ganhos tanto para a gestão empresarial como para a industrial. Ao se ter em conta que a operação de uma empresa envolve processos complexos, quando automatizados é possível perceber um salto na competitividade e na produtividade. Feitas da maneira correta, a otimização e automação via TagChat traz benefícios nas diferentes etapas da produção. 

A otimização dos processos tende a ser bem vista pelos colaboradores, uma vez que o trabalho se torna menos burocrático. O TagChat faz com que a criatividade fique mais aflorada por conta das melhorias na cadeia produtiva, o que estimula o pensamento estratégico e os valores da companhia.

Quando otimizamos e automatizamos processos, reduzimos custos. Isso porque os processos podem ocorrer de maneira automática, o que consome menos tempo e dinheiro. A otimização garante não apenas que as tarefas sejam realizadas mais rapidamente, mas também que as análises sejam feitas de maneira mais eficiente.

A tomada de decisão também é privilegiada com processos automatizados. Ela melhora a qualidade e o controle, o que proporciona melhores informações de cada um dos processos. Quando se automatiza a gestão financeira, por exemplo, a empresa reduz o tempo gasto com anotações e inúmeras planilhas. Com o TagChat, a gestão fica mais eficaz e integrada a vários setores. 

Além disso, a automação dos processos também fornece informações mais precisas sobre a produção em geral. Com isso, a gestão tem a possibilidade de fazer análises muito mais objetivas. Ainda sobre custos, processos automatizados tendem a ser mais baratos e eficientes, o que garante que a empresa tenha mais capital disponível para investir em outros setores. A alocação de recursos e o planejamento de investimentos se tornam mais viáveis, o que propicia melhorias no trabalho realizado pela gestão.

Ao melhorar processos com o TagChat, empresas buscam crescimento de suas operações, de uma maneira que resulte em redução de custos e em uma consciência sobre o que cada processo realmente representa dentro do negócio. O propósito da otimização e automação de processos é de reduzir ou eliminar o desperdício de tempo e recursos.

Mas, como toda mudança depende de uma fase adaptativa, pode acontecer do processo não acabar como o planejado, do time não se acostumar com o novo sistema e da implementação não ter sido feita corretamente. O único jeito é começar a implantação do zero e de forma diferente, de modo a se adequar às resistências impostas.

TagChat: empresas com processos automatizados reduzem gastos e aumentam a produtividade da equipe
Empresas com processos automatizados reduzem gastos e aumentam a produtividade da equipe

TagChat: automação em 7 passos

Certamente, ao automatizar processos que foram provados e aprovados e espalhá-los pela empresa, a gestão colherá resultados em redução de gastos, prevenção de erros, corte em desperdício e aumento de produtividade. Ao pensar nisso, nosso time de especialistas criou 7 passos para dar início à automação da sua empresa agora. Acompanhe:

1. Conversão de landing page

Você está perdendo vendas e temos como provar. Nossa equipe entrou em contato com 126 empresas que usam o formulário como única forma de comunicação com o cliente. Desse teste, recebemos apenas 6 retornos, 3 deles via WhatsApp. Uma forma de evitar que essas perdas aconteçam é estar sempre presente.

Se você também sofre com esse problema, não se preocupe mais: nós temos a solução. Com o TagChat, além da captação, o chatbot ainda qualifica seu lead por meio de perguntas personalizadas e direcionadas para seu nicho de negócio. Esses dados, depois de coletados, são enviados para seu WhatsApp, assim a comunicação pode ser iniciada imediatamente.

Abandone os formulários. É mais fácil o visitante fornecer dados durante uma conversa do que preencher um que não é nada interativo. O contato direto com o lead é o ponto essencial para melhorar suas vendas. Esse fator também pode influenciar na retenção dos clientes.

2. Pré-qualificação e agilidade no atendimento

Quem está inserido no cenário digital sabe o tanto que a geração e qualificação de leads é uma tarefa essencial e, ao mesmo tempo, nada fácil de ser feita. A captura de leads qualificados por meio de chatbots pode ajudar suas equipes de marketing e vendas a manter o cliente aquecido, além de entregar conteúdo de qualidade por meio de e-mails, e-books, infográficos, webinars.

Por isso, não deixe seu cliente à espera de atendimento. Esteja disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana. Afinal de contas, você não sabe quando seu cliente vai entrar em contato. Empresas perdem clientes por não terem capacidade para atender a todos. Além de gerar insatisfação no consumidor ainda é possível perceber uma queda nos lucros.

chatbot não faz a venda sozinho, mas com ele em funcionamento é possível coletar e salvar dados necessários do cliente para que um vendedor entre em contato e finalize a venda. A abordagem rápida melhora os resultados da sua empresa. O chatbot te ajuda a não perder oportunidades por não estar online.

3. Centralização dos atendimentos, status de conversas e atendentes

Com a recente mudança no hábito de compra dos consumidores, os clientes estão espalhados por vários canais e manter excelência no atendimento, nos dias de hoje, está cada vez mais difícil. O omnichannel chegou para centralizar todos esses consumidores em um único lugar e facilitar a comunicação com o cliente.

Com o TagChat é possível conectar todos os canais de comunicação da sua empresa em um único e revolucionar o relacionamento com o cliente. Por meio da ferramenta ainda é possível automatizar tarefas cotidianas, criar jornadas de atendimento personalizado qualificar seus leads.

Tenho vários atendentes, e agora? O TagChat, além de omnichannel, ainda é multi atendentes. Conecte quantos números de WhatsApp quiser, separe seus atendimentos por setores, classifique seus clientes por meio de tags e dê mais autonomia para seus colaboradores.

4. Facilitação da Gestão

Otimize o trabalho dos seus vendedores. Com ajuda de um chatbot é possível fazer a pré-venda de maneira rápida e eficiente. Por meio do TagChat é possível apresentar as informações sobre o produto solicitadas pelo cliente. Caso haja interesse, o chatbot já coleta os dados necessários para a finalizar a compra.

Personalização, outro ponto positivo no uso de chatbots. Escolher o foco do seu assistente virtual faz toda a diferença. Você pode o programar para passar informações sobre produtos ao cliente ou apenas para capturar dados para sua equipe. Programar seu chatbot para usar linguagem humanizada também é possível. Inclusive esse é nosso grande diferencial: o SuperAvatar.

Multifacetário, o chatbot pode ser programado para oferecer produtos e, depois da escolha, redirecionar o cliente para a página de checkout, onde ele vai fornecer os dados solicitados e efetuar o pagamento. Ou seja, o chatbot ainda pode auxiliar nas vendas automáticas e, assim, aumentar a receita da sua empresa.

Para facilitar ainda mais sua vida, o chatbot pode ser integrado com sistemas financeiros e enviar boletos e links de pagamentos para seu cliente. Tudo isso sem nenhuma intervenção humana. Como pode ver, existe uma infinidade de maneiras de automatizar o processo de vendas da sua empresa por meio do TagChat, entre em contato com nossos especialistas e personalize a sua hoje mesmo.

5. Automação e integração

automação de processos consiste em transformar etapas que eram realizadas de maneira manual em procedimentos que contam com a ajuda de tecnologia. O advento da automação não vem para substituir a atividade humana, mas sim para otimizar recursos e facilitar o trabalho dos profissionais de uma maneira geral.

Automatizar processos se fez cada vez mais necessário, principalmente depois do crescimento dos canais digitais. Como exemplo podemos citar estratégias de e-mail marketing, que podem ser enviadas com ajuda da automação de marketing. Embora possa parecer complicado, os fluxos de e-mail automatizados são simples de serem configurados.

Provavelmente as maiores vantagens da automação de processos é a redução de gastos e a otimização de tempo. Com o TagChat é possível realizar inúmeras tarefas com custo reduzido e observar ganho expressivo na produtividade da equipe por conta da implantação de fluxos de trabalho.

6. Pesquisa de satisfação

Quando pedimos a opinião dos clientes, conseguimos realizar mudanças em processos de setores e até mesmo implantar novas ações e melhorias. Imagina só o trabalhão que iria dar aplicar uma pesquisa de satisfação manual na sua base de clientes.

Veja abaixo algumas das principais vantagens da implantação de pesquisa de satisfação automatizada via TagChat para sua empresa: 

Quando propõe uma pesquisa de satisfação, a empresa demonstra preocupação com seus clientes e ganha pontos com ele. Quando ouvido, seu cliente se sente valorizado e amparado. Se engana quem pensa que isso pode sair caro. Entre em contato com nosso time de consultores e crie um plano sobre medida para sua empresa. 

7. Régua de automação

Contra dados não há argumentos. E-mails automatizados aumentam a receita e o ticket médio da sua empresa. Segundo informações da Barilliance, em 2020 a taxa média de conversão de e-mails foi de 1,22%, o que representou por volta de uma venda a cada 100 e-mails.

E-mails, por mais que não pareçam, são relevantes para seus clientes. Um exemplo claro disso são os e-mails de aniversário. De acordo com informações publicadas pelo Serasa Experian, eles tem taxa de transação 481% maior do que e-mails que contém conteúdo promocional. Eles ainda geram 342% mais receita.

Depois de todos esses dados, está na hora de começar a criar a régua de e-mail marketing da sua empresa. Mas calma, não precisa se preocupar, nossa equipe de especialista, depois de entender todas as suas necessidades, vai montar o fluxo e te entregar tudo prontinho.

TagChat: empresas com processos automatizados reduzem gastos e aumentam a produtividade da equipe
A automação promove maior eficiência e integração de processos e melhora a produtividade e gestão do tempo

Adoção da automação

Fazer automação de processos em uma empresa consiste em aprimorar e otimizar etapas do fluxo de trabalho através da tecnologia e da substituição de tarefas manuais por sistemas. O objetivo dessa ação é ter maior eficiência, integrar processos, acelerar etapas, evitar burocracias, melhorar a produtividade das equipes e a gestão do tempo.

Com tudo isso em prática, a gestão consegue direcionar melhor os recursos financeiros e tornar viáveis investimentos em outros segmentos da organização. Isso sem falar na otimização do tempo das equipes, que são liberadas de tarefas rotineiras para se dedicarem a ações que são realmente importantes.

A automação, além de impactar na rotina de trabalho dos funcionários, ainda atua na captação de clientes e fechamento de vendas, fabricação e envio de produtos, contabilidade financeira e auxilio na verificação de métricas. Essas ações, além de tornar as funções mais ordenadas e eficientes, gera ganho de tempo de produção e aumento de atividade intelectual. 

Tarefas repetitivas e demoradas, como o empacotamento de produtos, podem ser realizadas por uma máquina moderna com mais eficiência. O retorno sobre o investimento nesse caso, pode ser mais rápido do que você imagina, o que evita o retrabalho. Com menos funcionários para realização de determinadas tarefas, há um aumento na margem de lucro a longo prazo. 

Com a automação de processos, cada etapa do trabalho na empresa passa a ser pensada para atingir eficiência, autonomia e otimização. No caso de uma loja virtual, por exemplo, talvez você já disponha de um sistema que controle receita e despesa da empresa.

Esse mesmo sistema, se automatizado, poderia disparar um aviso para o funcionário do estoque já separar o produto e prepará-lo para ser despachado. Isso representaria um ganho de tempo na saída de produtos e otimização da comunicação. Quanto mais os processos puderem melhorar a vida do cliente, mais se ganha.

Reduzir a burocracia para preenchimento de cadastros ou agilidade na resolução de eventuais problemas, não somente diminui custos como também conquista os consumidores. Isso resulta em aumento no engajamento e na fidelização da sua marca junto ao cliente.

Uma dica: faça a documentação das modificações durante os processos de automação. Crie fluxogramas que demonstrem o funcionamento do processo antes e depois. Anote também os valores do investimento para uma determinada melhoria.

Assim o gestor será capaz de comparar os resultados e medir o impacto financeiro que as alterações representaram para o negócio. O setor administrativo deve criar métricas a fim de acompanhar a evolução do desempenho no decorrer da implementação das novas rotinas automatizadas. 

TagChat: empresas com processos automatizados reduzem gastos e aumentam a produtividade da equipe
Anotações e rotinas burocráticas deixam de existir no processo de automação e otimização

Menos papel e mais máquinas

Anotações, volumes de papéis e rotinas burocráticas deixam de existir ou são reduzidos significativamente no processo de automação e otimização. A produção manual passa a ser feita por máquinas e sistemas. O trabalho feito por humanos vai depender da complexidade de cada atividade. 

O conhecimento de cada uma das etapas do processo de tomada de decisão está muito ligado à compreensão da definição de gestão empresarial. Gestores precisam ter em mente a importância de manter a maior parte da carga operacional dos processos de compras automatizados.

O processo de automação vai revolucionar atividades antes feitas à mão por etapas realizadas por equipamentos muito mais rápidos. Não significa que vai eliminar a necessidade de um serviço humano, mas que vai melhorar a execução dele. 

O CTO do TagChat, Rodrigo Xavier, comenta que para ter sucesso com a automação de processos é preciso pensar nas “atividades que exigem concentração e que estão sujeitas a erros humanos”, elas são mais eficazes nos processos automatizados.

O que, por outro lado, pode ser corrigido com o uso de computadores, que são extremamente eficientes neste processo. Daí a importância de ter tarefas executadas por máquinas. Elas são capazes de dimensionar atividades em massa, o que não é facilmente alcançado quando falamos de pessoas.

Ao invés de gastar horas para realizar determinadas tarefas, com a automatização os processos produtivos passam a operar com máquinas, enquanto, o material humano é destinado a trabalhos mais intelectualizados e de analise das atividades. 

Relatórios extensos deixam de existir e dão espaço a uma demanda de trabalho realizada por meio de sistemas. Assim, o pessoal fica empenhado em interpretar todos os dados coletados. E isso aumenta os ganhos do negócio. No processo de automação os chatbots são muito úteis. São eles que travam diálogos com os usuários e até mesmo solucionam as solicitações dos consumidores, sem que seja necessária uma pessoa do outro lado.

Mas, para que tudo isso dê certo, é preciso o uso de tecnologia especializada. “A inteligência artificial é a ferramenta fundamental para que muitos processos deem certo”, comenta o CTO do TagChat, Rodrigo Xavier. A automação de processos começa a tomar conta do mercado e do universo corporativo, se você não está inserido nisso, provavelmente vai se deparar com algo assim ou precisará implementar em sua empresa.

Para dar o primeiro passo em direção à automação de processos, já sabe: siga as redes sociais do TagChat ou entre em contato nossos especialistas e automatize todas as rotinas da sua empresa agora mesmo.

Robôs: 2 dicas para detectar o comportamento nas redes

Você sabe distinguir o comportamento de robôs nas redes sociais? Inicialmente usados para otimizar a integração com o público, eles passaram a ser armas para disseminação de fake news e até mesmo de ataques terroristas. São causadores de verdadeiros estragos na reputação dos usuários.

Com essa mudança de perfil, a remoção de robôs das plataformas digitais passou a ser uma realidade no universo dos gigantes das redes. Além do Twitter, o Youtube também decidiu eliminar os robôs da plataforma. A “limpa digital” também pode ser realizada por usuários em suas próprias redes sociais, basta observar padrões e detectar comportamentos considerados distintos do engajamento comum na internet.

Nos Estados Unidos, conteúdo produzido por russos e difundido por meio de pessoas que não eram verdadeiras, alcançou quase 126 milhões de americanos no Facebook durante as eleições de 2013. A plataforma teve que submeter esses dados ao Senado americano.

O perigo cresceu porque a tecnologia e os métodos evoluíram dos robôs, softwares com tarefas online automatizadas, para os “ciborgues” ou “trolls”, que não passam de contas controladas diretamente por humanos com ajuda de sistemas automatizados.

Hoje temos que nos imaginar em uma linha onde em uma ponta estejam robôs e, em outra, humanos. Entre as duas pontas, especialistas apontam a existência de ciborgues, “robôs políticos”, “fakes clássicos” e “ativistas em série” antes de chegarem a pessoas de verdade.

Acontece que robôs estão por todas as partes e espalhados pelas redes sociais. O que não significa necessariamente que todos estejam fazendo coisas ruins: entre os que são “bonzinhos” estão aqueles que automatizam o compartilhamento de notícias de veículos de imprensa e os que auxiliam consumidores em atendimentos virtuais.

Você sabe distinguir o comportamento de robôs nas redes sociais? No artigo de hoje vamos te ajudar nessa difícil missão. Vem com a gente...
Para detectar os robôs nas redes sociais, é preciso observar comportamentos fora da curva

Como identificar os robôs?

Para conseguir identificar melhor os robôs, é preciso entender o que eles são e como agem. Pesquisador da área de Democracia e Tecnologia do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS), Diego Cerqueira, explica que os robôs são um fragmento de tecnologia.

Segundo ele, “o robô é criado por um humano através de uma linguagem de programação, em uma língua que o computador consegue entender. É uma forma de os humanos construírem um diálogo com a máquina, e fazer com que a máquina execute algumas ações”.

Cerqueira questiona: “o que o robô estaria executando como tarefa no lugar de um humano? No contexto das redes sociais, eles podem construir e espalhar narrativas, criar bolhas de conteúdo e disseminar desinformação. É esse o perfil que as plataformas estão procurando remover”, responde.

Para detectar os robôs nas redes sociais, é preciso observar comportamentos “fora da curva”. De forma simplificada, nada mais é do que tentar entender quais são os padrões dos usuários humanos nas redes sociais, e identificar como um robô faria as mesmas atividades, de forma muito mais ágil, e com comportamentos suspeitos.

O grande desafio é tentar separar os robôs assumidos dos não assumidos. Diego Cerqueira explica que a presença de robôs é permitida pelas plataformas, desde que eles sejam os “robôs do bem”, como são conhecidos no universo tecnológico. A primeira tarefa é “classificar esses robôs em assumidos e não assumidos”, diz o pesquisador.

E ele continua: “existem robôs que estão dentro do Twitter, que não são removidos, porque eles fazem parte dos robôs que se identificam como robôs. Eles têm uma função de avisar ou espalhar mensagens que são permitidas pela plataforma, eles estão cumprindo uma função da tecnologia e não estão infringindo as regras”, diz.

Uma forma de distinguir os robôs é analisar características de ampliaçãoperformance e sucesso do conteúdo. Observe também o tempo de interação, quantidade de postagens, o intervalo do conteúdo produzido, quantas palavras por segundo, o intervalo entre uma postagem e outra e se o conteúdo é repetitivo.

Uma forma simples de detectar robôs é observar se o nome do perfil é muito aleatório, se combina uma quantidade de dígitos, se o nome do perfil é muito diferente do nome do usuário. “Pode também observar a foto, fazer uma pesquisa reversa na internet, para ver se essa foto já foi utilizada em outros perfis, se é de um banco de imagens. Falta de foto também chama atenção”, alerta o especialista.

Também existem os “robôs políticos“. Tratam-se de perfis de militantes que autorizam que suas contas sejam conectadas a páginas de candidatos, campanhas ou partidos políticos. Por meio de automatização, “suas contas passam a curtir postagens”, diz Dan Arnaudo, pesquisador da Universidade de Washington, nos EUA, e do Instituto Igarapé, no Rio, especialista em propaganda computacional, governança da internet e direitos digitais.

A prática adotada por esses perfis é uma espécie de ciborguização para aumentar a quantidade de visualizações ou compartilhamento de uma publicação, em que um político usa um exército de pessoas que se habilitam a postar por ele.

Você sabe distinguir o comportamento de robôs nas redes sociais? No artigo de hoje vamos te ajudar nessa difícil missão. Vem com a gente...
Alguns robôs são mais refinados tecnologicamente e passam a ter uma identidade, como se fossem uma pessoa real

Como denunciar robôs do mal

Rodrigo Xavier, CTO do TagChat, explica que, depois de identificar as características do possível robô, a forma mais prática de prosseguir com uma denúncia é clicar na conta, se direcionar para o ícone “denúncia”, descrever na rede social o ocorrido e finalizar em “denunciar”. Muitos usuários se queixam da demora para obter uma resposta ou na falta de ação por parte das plataformas.

O tempo de resposta varia de rede para rede. Depois de feita a denúncia começa o processo de análise, verificação dos perfis e da veracidade da informação. Esses processos, geralmente, vão de 3 a 10 dias. Caso a resposta seja negativa, é possível insistir na denúncia. “O melhor jeito é fazer uma denúncia em massa, com grupos denunciando uma mesma conta”, afirma Xavier.

Evite ao máximo se comunicar com robôs, é importante que não haja interação com eles nas redes sociais. Além de gerar engajamentos para perfis que disseminam informações incoerentes, estes perfis podem ser disruptivos para os computadores. A recomendação é instalar programas para proteger as máquinas e manter o sistema atualizado.

“Instale firewalls para bloquear ataques maliciosos e não os desative. Outra dica é usar senhas longas e complicadas, que misturem númerosletras e símbolos. Por falar em senhas, não use a mesma para diversos programas e contas”, alerta o CTO do TagChat.

Rodrigo Xavier ainda indica a “utilização de softwares antimalware de alta qualidade para a proteção do dispositivo e checar se o software está atualizado, caso não esteja, o atualize e não ignore atualizações do sistema. Caso o computador seja infectado, evite o uso de pen drives e unidades flash neles”, completa Xavier.

E por falar em senhas,  já parou para pensar em quantos dados você fornece à empresas na sua rotina diária? Com o mundo cada vez mais conectado, cresce todos os dias a necessidade de aumentar os cuidados com a segurança dos dados. Para saber mais sobre o assunto, basta clicar aqui.

Esbarrando na justiça

Alguns robôs são mais refinados tecnologicamente e passam a ter uma identidade, como se fossem uma pessoa real. Neste contexto, um problema em especial salta aos olhos: a potencial concessão de personalidade jurídica a máquinas dotadas de inteligência artificial.

Um caso que abriu precedente para a concessão de personalidade aconteceu em 2017, quando foi concedida a cidadania árabe a um robô com I.A. Desenvolvida pela Hanson Robotics, Sophia recebeu a notícia durante o fórum Future Investment Initiative, na Arábia Saudita, que reúne investidores e desenvolvedores do mundo inteiro.

Ao receber a notícia do jornalista Andrew Ross Sorkin, do New York Times, Sophia agradeceu ao reino da Arábia Saudita, disse estar “muito honrada e orgulhosa por essa distinção única. É histórico ser o primeiro robô no mundo a ser reconhecido com uma cidadania”.

Naturalmente, o reconhecimento do status de cidadã árabe não apenas parte da premissa de que Sophia seja uma entidade personificada, ao menos de acordo com o Direito daquele país, mas também coloca em discussão os possíveis direitos e deveres civis assumidos pela nova pessoa eletrônica.

Além disso, ao ganhar a cidadania fez com que Sophia tivesse mais direitos do que as mulheres sauditas. A robô pode se locomover sem permissão de um guardião do sexo masculino e pode se apresentar com rosto e corpo descobertos. Recentemente, o país concedeu às mulheres o direito de dirigir e assistir eventos esportivos em estádio.

Você sabe distinguir o comportamento de robôs nas redes sociais? No artigo de hoje vamos te ajudar nessa difícil missão. Vem com a gente...
A inteligência artificial, atreladas a robôs na área da saúde, pode “re-humanizar” a assistência à saúde

Maior parte da interação na internet vem de robôs

Segundo o último Incapsula Bot Traffic Report, estudo destinado ao levantamento de estatísticas do tráfego de contas automatizadas na internet, divulgado em 2016, apenas 48% da atividade online vem de humanos, enquanto 52%, ou seja a maioria,  fica a cargo de robôs.

Com a carga negativa que os bots vêm ganhando nos últimos anos, graças à acusações de participação em campanhas de desinformação, esses números podem assustar num primeiro momento. Mas eles estão dentro de um território de terminologia confusa, em que uma mesma palavra é utilizada para definir ferramentas bastante distintas entre si.

É com os social bots, no entanto, que os bad bots ganham maior força hoje. O surgimento deles está associado à ampliação da abertura das APIs de redes como Facebook e, principalmente, o Twitter, onde eles mais se aglomeram. Para esclarecer, API é Interface de Programação de Aplicativos, que permite que desenvolvedores ampliem suas funcionalidades padrão.

Os bad bots são perfis automatizados que, ao assumirem uma identidade falsa, ou tomarem o controle de uma conta antiga e inativa e agirem como pessoas reais, atuam em mídias sociais com a produção e disseminação de conteúdo propositalmente falso ou enganoso.

Outro agravante é que esses bots são também capazes de simular uma aprovação ou desaprovação inexistentes a certas assuntos, dando capilaridade a eles. Os social bots direcionados ao discurso político e à influência do resultado de determinado pleito já ganharam uma denominação à parte e passaram a ser chamados de political bots.

Um fenômeno comum entre os social e political bots é a formação de botnets – que em uma tradução literal, é redes de robôs – o que já era observado, ainda que em menor escala, entre os spammers. Essas redes são formadas por um número massivo de contas criadas para amplificar um mesmo conteúdo. Esses perfis têm poucos seguidores e costumam seguir apenas aqueles que fazem parte de uma mesma rede de disseminação.

Por fim, existem os cyborgs, contas marcadas pelo hibridismo entre a atividade automatizada e a coordenação humana, e que podem servir a objetivos diferentes. Os cyborgs podem surgir graças a um desejo de se postar mais conteúdo em menos tempo, ou à necessidade de se agendar postagens, para que a conta demonstre ter uma interação constante.

Robôs do bem

Ao contrário do medo comum de que máquinas substituam trabalhadores humanos, a inteligência artificial atreladas a robôs na área da saúde pode “re-humanizar” a assistência à saúde. A medicina evoluiu muito nos últimos anos. Com os avanços da tecnologia, muitas doenças foram erradicadas, outras, consideradas incuráveis, são facilmente tratáveis.

A tecnologia também ajudou a prever a pandemia do coronavírus na China. A healthtech canadense BlueDot divulgou, no dia 31 de dezembro de 2019, para sua base de clientes que um surto da doença estaria a caminho. A empresa usa técnicas de processamento de linguagem natural e machine learning para analisar uma base de dados com várias fontes.

Inteligência Artificial já faz parte do nosso cotidiano e está cada vez mais inserida em nossas vidas. No campo da saúde, já toma conta de examesdiagnósticos e prontuários. Como exemplo podemos citar o supercomputador inglês Deep Mind, que registrou informações de 1,6 milhão de pacientes atendidos no National Health Service (NHS).

A partir dele foi possível desenvolver novos sistemas de apoio à decisão clínica. Por meio de análise de dados de pacientes foi possível gerar alertas sobre evolução de quadro clínico, evitar medicações contraindicadas ou conflitantes e informar aos profissionais de saúde sobre o estado dos atendimentos.

No Brasil, em 2016, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) criou o Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde. O Cidacs realiza estudos e pesquisas com base em projetos interdisciplinares originados na vinculação de grandes volumes de informações.

Dados de saúde e políticas sociais de mais de 100 milhões de brasileiros contemplados em programas sociais estão unificados em uma base que preserva a confidencialidade de todas as informações coletadas. Além disso, o Cidacs ainda desenvolve novas metodologias investigativas e promove capacitação profissional e científica.

Outro exemplo positivo são os chatbots. De acordo com a empresa de consultoria inglesa Gartner, em 2020, 85% de todo relacionamento entre clientes e empresas foi feito sem qualquer interação humana, por meio de chatbots que usam inteligência artificial.

O importante é entender que essas tecnologias estão cada vez mais presentes em nosso dia a dia, e vão ficar ainda mais inteligentes como assistentes. O importante é saber como as usar de forma correta e sem malefícios para a comunidade. Para não ficar por fora dos avanços da tecnologia, já sabe, siga o Tag Chat nas redes sociais e se inscreva para receber o nosso newsletter. Até o próximo artigo.

E-commerce: 6 tendências do setor para 2021

Que o e-commerce está em alta, não podemos negar. Em um cenário que se apresenta cada vez mais competitivo, ao mesmo tempo que é preciso passar confiança aos usuários, é necessário oferecer experiências positivas aos seus clientes para não ficar para trás.

E quando falamos em tendências, não podemos pensar apenas no futuro. Estamos em tempo de transformação e estar antenado a novas tecnologias, além de ajudar a analisar o comportamento do cliente, é essencial para o bom desenvolvimento de qualquer e-commerce.

O Brasil está na lista dos países com maior número de usuários de internet do mundo, e isso acaba afetando também as estatísticas dos e-consumidores, que são os adeptos ao comércio virtual. E, para te ajudar a se destacar nesse novo ramo de atividade, criamos uma lista com as principais tendências para o setor em 2021.

1. Transformação digital

Home Office foi a palavra mais falada no ano de 2020. Mesmo com muitas empresas já tendo adotado o sistema de trabalho, a mudança foi grande para negócios que não estavam preparados. Ter um sistema de gestão online e em nuvem quebrou a barreira do trabalho em um único lugar. O profissional pode acessar controle financeiro, estoque, logística por meio de dispositivo móvel, em qualquer lugar. 

A flexibilidade ajudou não só na produtividade, mas também no crescimento do negócio. Para isso foi preciso investir em tecnologia, como o armazenamento de dados em nuvem, o cloud computing. O Enterprise Resource Planning, (ERP), passou a ser executado em uma plataforma global de servidores, sem ocupar espaço no computador.

Acompanhando a transformação digital, outra mudança foi a quebra da barreira entre físico e digital. O e-commerce vai ganhar cada vez mais força no cenário pós pandemia e o comportamento do consumidor tende a ser cada vez mais dinâmico. Afinal de contas, não podemos negar que comprar online seja cômodo, fácil, seguro e cada vez mais acessível.

Mas vale lembrar que vender online depende de vários fatores, como organização da plataforma, estratégias de venda, gestão de setores internos e satisfação do cliente. A tecnologia auxilia no processo e nos permite contar com ferramentas que profissionalizam nosso negócio definitivamente.

Como é o caso do Tag Chat. Por meio de seu omnichannel é possível reunir a comunicação da sua empresa em um único lugar. Outro benefício da ferramenta é automatizar todo fluxo de conversas com seus clientes de forma rápida e simples. Para saber mais sobre as funcionalidades da ferramenta, acesse nosso site.

Como comentado acima, não é novidade que o comportamento do consumidor mudou. Agora ele procura por produtos em vários locais diferentes, como lojas virtuais, marketplaces e redes sociais. Para o empreendedor, estar presente em várias plataformas é importante para acompanhar o consumidor e oferecer boa experiência de compra, que vai desde pesquisa pelo produto, até a disponibilidade dos itens, preço, frete e prazo de entrega

O e-commerce passou a ser uma oportunidade de empreender, e os marketplaces passaram a ser referência para consumidores escolherem onde comprar com segurança. O consumidor entendeu na prática as facilidades do e-commerce, e deve substituir boa parte de suas compras presenciais no pós pandemia, por compras online.

Acompanhando as tendências, o Rural Pago oferece garantia, segurança e vantagens para transações financeiras dos seus usuários

2. Fintechs

A XP Investimentos estimou, em julho do ano passado, que o setor de e-commerce teria crescimento superior a 32% para o ano de 2021. Parte desse crescimento está atrelado aos serviços financeiros oferecidos por empresas. Para exemplificar podemos citar o Mercado Livre e sua carteira digital, o Mercado Pago, que oferece soluções financeiras para facilitar as compras dos seus usuários.

Outro exemplo é o Rural Pago, plataforma de pagamento e recebimento exclusiva do Buscar Rural. Com taxa de cobrança baixa se comparada com as demais já aplicadas no mercado, o Rural Pago oferece mais garantia, segurança e vantagens para transações financeiras dos seus usuários.

Aproveitando o crescimento do e-commerce, bancos digitais estão criando seus próprios marketplaces. Dois exemplos claros desse movimento são o PagBank e o BMG que, além de facilitarem transações financeiras, ainda oferecem atrativos, como o cashback.

3. Meios de pagamentos

Lançado oficialmente no dia 5 de outubro de 2020 pelo Banco Central, o Pix veio para revolucionar a forma como pessoas fazem transferências de valores via smartphone. Até a chegada da nova tecnologia, funções como TED e DOC levavam tempo para serem efetuadas e ainda gerava cobrança. O Pix permite que o dinheiro caia em segundos, mesmo fora de dias úteis.

As tendências em pagamentos vem para dar mais autonomia aos usuários e permitir que eles tenham mais de uma opção para escolher. Uma delas, lançada em maio de 2021, é o WhatsApp Pay, que assim como o Pix, não possui taxas de cobrança e é tão simples como fazer a transferência de um arquivo ou enviar uma foto.

A princípio, o WhatsApp Pay vai permitir o pagamento com cartões de débitopré-pago ou combo de algumas instituições financeiras. Dentre instituições já cadastradas estão: Banco do BrasilBanco Inter, Bradesco, Itaú, Mercado PagoNextNubankSicredi e Woop Sicredi. Para saber mais sobre o WhatsApp Pay, basta clicar aqui.

Solução para e-commerce: Tag Chat sincroniza todos os status de rastreamento dos pedidos a cada intervalo de tempo

4. Logística automatizada

Comprovado. O tempo de entrega é um fator determinante e decisivo na hora do consumidor finalizar uma compra. Por conta disso, a experiência de compra, tão estimada pelo consumidor, está diretamente ligada ao processo de logística: o recebimento do produto.

No Brasil, por conta de uma rede de transportes pouco variada, alguns dos processos de entrega tem sofrido melhorias. Empreendedores tem usado soluções como pontos de retirada de produtos, ou seja, compre no site e retire na loja.

Essa estratégia, além de diminuir o valor do frete, ainda torna a compra mais acessível para o consumidor e menos complicada para empresas. A descentralização, quando bem executada, aumenta ainda mais a experiência do consumidor online e off-line.

Quando pensamos em atendimento, mais de 50% das mensagens enviadas para um e-commerce são dúvidas referente a atualizações e rastreamento de pedidos. Uma maneira de otimizar o tempo da sua equipe, reduzir custos e garantir a satisfação do cliente é utilizar ferramentas que façam rastreios de encomendas.

Graças a uma integração com os Correios, o Tag Chat sincroniza todos os status de rastreamento dos pedidos a cada intervalo de tempo e, no momento que houver uma nova atualização, uma mensagem é enviada para o WhatsApp do seu cliente. Para saber mais sobre os rastreamentos, clique aqui.

5 - Inteligência Artificial

Não é novidade pra ninguém que a era dos robôs chegou, e para ficar. Em um futuro não muito distante vamos presenciar máquinas, com inteligência artificial, assumindo funções que antes eram feitas exclusivamente por humanos. Um exemplo claro disso é o atendimento.

O uso de assistentes virtuais está cada vez mais comum e, a cada dia que passa, se torna mais popular. A tecnologia, que até então era usada apenas por grandes instituições, hoje é acessível a todos. Muitos atendimentos já estão sendo feitos por assistentes virtuais.

Nos últimos anos muito se ouviu falar sobre assistentes virtuais. Quem não conhece a Bia, a inteligência artificial do Bradesco? Algumas marcas lançaram o atendimento inteligente e o consumidor passou a ser atendido por chatbots, o que confere mais praticidade e agilidade nas demandas.

Já é comum entrar em um e-commerce e ser atendido por um assistente virtual. Além de otimizar o atendimento, os bots diminuem o fluxo de solicitações repetidas. Apostar em chatbots para o primeiro atendimento é uma estratégia que dá certo, economiza tempo e investimento financeiro.

Vamos citar aqui o Tag Chat como ferramenta de chatbot. Com ele a comunicação pode ser toda personalizada e direcionada para um setor ou atendente dar continuidade ao atendimento. Para saber mais sobre a funcionalidade de inteligência artificial do Tag Chat, basta clicar aqui.

O omnichannel chegou para centralizar todos os consumidores em um único lugar e centralizar a forma de comunicação

6. Omnichannel

Com a recente mudança no hábito de compra dos consumidores, os clientes estão espalhados por vários canais e manter excelência no atendimento, nos dias de hoje, está cada vez mais difícil. O omnichannel chegou para centralizar todos esses consumidores em um único lugar e centralizar a forma de comunicação. Podemos citar, como exemplo de ferramenta omnichannel, o Tag Chat.

Com o Tag Chat é possível conectar todos os canais de comunicação da sua empresa em um único lugar e revolucionar o relacionamento com o cliente. Por meio da ferramenta ainda é possível automatizar tarefas cotidianas, criar jornada de atendimento personalizada e qualificar seus leads.

Por meio de implementação de pacotes, ainda é possível notificar seu cliente via WhatsApp a cada mudança no status de sua encomenda. Além do rastreamento de encomendas, o Tag Chat faz a notificação de todos os eventos que você desejar. Tenha tudo em um único lugar. Clique aqui para fazer um teste grátis.

Em expansão: compras realizadas por meio de smartphones representam 41% do volume total de transações online no Brasil

Bônus

Compras realizadas por meio de smartphones representam 41% do volume total de transações online no Brasil. Em países da Europa e da Ásia, os números são ainda maiores, 50%. A expectativa é que o uso de dispositivos móveis para compra de produtos e serviços aumente ainda mais nos próximos anos.

Em relação às entregas, a logística é parte fundamental do e-commerce, e o tempo de entrega é um dos fatores que comprometem esse processo. Prazos longos para o recebimento das mercadorias já não é aceitável e, muitas vezes, é um fator determinante na hora da compra.

Com a entrada recente no mercado de aplicativos de entregas rápidas, o e-commerce brasileiro deve sentir a pressão dos consumidores. O menor tempo, de fato, deve ser um diferencial competitivo importante nos próximos anos.

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