Upsell ou Cross Sell: 4 dicas para te ajudar a promover ações

Se você nos acompanha desde de o início, já aprendeu como coletar, mapear e organizar todas as informações relevantes sobre seu cliente e o que ele mais compra, quando compra e com qual frequência. Com todos esses dados em mãos, vamos te apresentar hoje duas ferramentas do marketing digital: upsell e cross sell.

Se você faz compras online, provavelmente já comprou algum produto complementar ao que estava buscando. Vender mais, e ao mesmo tempo aumentar a lista de produtos adicionada ao carrinho de compras, são os grandes desafios das lojas online.

Cada vez que um vendedor ou site sugere um item adicional para determinado produto ou serviço que o cliente adquirir, está sendo ofertada uma ação de upsell. Por outro lado, se forem oferecidos produtos complementares, isso passa a ser cross sell.

Para que você entenda melhor, pense no McDonald’s, toda vez que o cliente faz o pedido e o atendente pergunta "quer trocar as batatas por grandes por mais R$0,50?", isso é upsell. Se depois de efetuar o pedido, o atendente te oferecer um sundae ou milk-shake, isso é cross sell.

Up selling

Upsell é entendida como qualquer compra feita pelo seu cliente que torna o plano dele mais premium que a versão original. Já o cross sell ocorre quando seu cliente realiza a compra de produtos atrelada ao item principal. As duas, nada mais são do que uma forma de fazer seus clientes consumirem mais e melhorar sua experiência de compra.

Como você pode perceber, para as duas estratégias darem certo, você precisa conhecer os hábitos dos seus clientes a fundo, se não o tiro pode "sair pela culatra". Sabe aquele seu cliente que, aos finais de semana, compra um saco de carvão? Enviar um cartão de desconto de um conjunto de facas para churrasco na terça-feira não faz sentido.

Upsell é entendida como qualquer compra feita pelo seu cliente que torna o plano dele mais premium que a versão original.
Para as duas estratégias darem certo, você precisa conhecer os hábitos dos seus clientes a fundo

Para que você entenda de maneira bem clara e objetiva a importância das duas ferramentas de marketing digital para as vendas online, vamos apresentar dados expressivos da Amazon.com: estima-se que 35% de suas vendas são originárias de cross sellupsell e recomendações.

Abaixo, os especialistas do TagChat reuniram 4 super dicas para te ajudar a promover ações de upselling e cross-selling para seus clientes. Acompanhe:

1. Ofereça produtos no contexto certo: para isso, tome como base o perfil dos produtos adquiridos pelo seu cliente para ofertar uma venda cruzada. Ou seja, sugira resmas de folha sulfite para quem comprou tinta para impressora;

2. Personalize ofertas: quando você olha para o cliente de forma individual e consegue identificar sua média de gastos, consegue criar uma estratégia mais certeira de cross-selling e definir os limites do seu upselling;

3. Use o histórico do cliente: você já conhece seu cliente e seus hábitos, tenha esses dados sempre à mão. Se pensarmos em um comprador assíduo de livros, não faz sentido oferecer um exemplar que ele adquiriu seis meses atrás;

4. Use dados gerais de compra: quando você cruza dados de compras de consumidores com perfis alinhados, as sugestões de venda cruzada podem ser interessantes para ambos.

Mas cuidado. Na hora de indicar o upsell evite mostrar o preço do produto sugerido. Mostre apenas a diferença de valores. Ou seja, se o produto for R$200 mais caro, coloque apenas a diferença. Se o cliente for pagar R$20 a mais por parcela, diga apenas o valor total que ele vai pagar por mês. Dessa forma, o cliente tem impressão que o upseel vale a pena e aceita com mais tranquilidade a sugestão da empresa.

Cross selling

A cross selling, para ser concretizada com sucesso, precisa fazer sentido para o cliente. Por exemplo, embora um certo tipo de lente possa ser usado com a câmera que seu cliente acabou de comprar, não seria uma boa venda cruzada se ele não precisar deste acessório.

Bastante conhecido, o Spotify é um bom exemplo de venda cruzada, com ofertas premium. Quando um novo assinante se registra para escutar músicas grátis, o site da Spotify automaticamente faz a oferta do plano premium, com vantagens que o gratuito não tem.

Mas não apenas de upsell e cross sell vivem as lojas virtuais, temos ainda a estratégia multicanal. Para te ajudar com essa nada fácil missão, acompanhe esse artigo, onde apresentamos a estratégia de marketingcomentamos sobre seu funcionamento e as vantagens em sua aplicação para e-commerces. Basta clicar aqui.

Multicanal: conheça 4 vantagens da estratégia de marketing

Mantenha os carrinhos cheios

Os profissionais de marketing de e-commerces sabem que o processo de carrinho de compras e check-out capitaliza a impulsividade dos compradores e é o momento ideal para buscar mais consumidores ávidos por itens que estejam nas listas de desejos ao analisar o histórico de buscas do cliente.

Em relação a clientes que são mais resistentes a cross selling e upselling, é possível salvar o relacionamento com vendas abaixo do preço ou com parcelamento estendido. Às vezes, o empurrãozinho que falta é dar mais poder de compra ao cliente.

Entender e segmentar sua base, permite que você, de acordo com o perfil do seu cliente, consiga direcionar produtos e serviços que sejam relevantes. Por isso, é de extrema importância cria uma lista dos produtos mais comprados para trabalhar melhor o cross sell.

Um exemplo bem simples do que estamos falando vem das companhias aéreas. Para vender passagens mais caras, empresas como as brasileiras TAM e Gol, assim como a americana Jetblue, criaram novas categorias de assento, com mais espaço entre as poltronas, sendo uma categoria plus.

Os passageiros que desejam este “conforto a mais” tem que pagar um valor extra. A partir desta estratégia de cross sell, a Jetblue passou a faturar uma receita adicional de US$ 190 milhões por ano. É relevante lembrar que para aumentar suas vendas no e-commerce, isso pode ser estimulado através de produtos com marcas famosas ou por produtos bem avaliados pelo cliente.

Ao utilizar o chamado upsell, você implementa uma forma de aumentar o consumo médio de cada cliente
Ofereça parcelamentos: às vezes, o empurrãozinho que falta é dar mais poder de compra ao cliente

Upsell: como funciona?

De acordo com especialistas em marketing digital, ao utilizar o chamado upsell, você implementa uma forma de aumentar o consumo médio de cada cliente. Ou seja, está fazendo uso da técnica que gera maior consumo e por conseguinte eleva o consumo médio, que cada cliente faz de seus produtos.

A estratégia nunca deve ser usada com o intuito de empurrar um produto, mas sim, com a meta de gerar valor real às experiências de consumo de seu cliente. Dessa forma, é oferecido ao cliente um plano melhor, mais completo e com o preço mais elevado, junto com todos os diferenciais e vantagens de contratação.

Para fazer uso da ferramenta de marketing, você já deve ter construído um bom relacionamento com o cliente e usar estratégias de retenção que justifiquem seu argumento. A estratégia é um pouco mais difícil de ser usada na primeira venda, quando o cliente conversa com o seu time comercial pela primeira vez.

Em geral, quando se comercializa alimentos, é mais fácil que o upsell seja aplicado na primeira venda, e em situações que o consumo esteja mais atrelado a compras emocionais. Afinal, quem nunca foi levado a comprar um pacote de sabão em pó, porque a oferta implicava em pagar R$2 a mais, por uma embalagem com 3 quilos, em vez de uma contendo 1 quilo, com menor valor?

Nesse caso, você comprou um produto com upsell. Se adquiriu um combo em vez de um prato avulso, também fez uso do mesmo modelo. Qual seja, a prática do upsell não é nova. Quem sabe quantas vezes você mesmo se tornou fiel a um comerciante do seu bairro, por conta destas “ofertas”.

Pois bem, nessas compras, não só ganha o cliente, ao adquirir um produto maior, ou melhor, por um pequeno valor a mais. Evidente, que ao fim a empresa lucrará, pois, a prática eleva o ticket médio do consumidor e certamente o terá de volta na próxima aquisição.

Cross sell: deu pra entender?

Enquanto o cross sell foca na oferta de um produto complementar ao inicialmente escolhido pelo cliente, o upsell consiste em propor um item melhor para o consumidor. Também conhecida como venda cruzada, o cross sell se aplica quando você compra um produto ou serviço junto a outro na intensão de complementar o uso que fará dele.

Ao comprar um celular, por exemplo, o vendedor te oferece um bastão de selfie, ou uma capinha para guardar o aparelho. Neste caso, estamos nos referindo à venda de produtos ou serviços relacionados e complementares com base no interesse do cliente ou na compra de um produto.

Para não correr o risco de errar com o cliente, é bom ter cuidado na hora de aplicar o cross selling. Tenha em mente que a proposta da estratégia é oferecer um produto complementar a uma venda que está para ser fechada. Evite oferecer produtos extras antes desse momento.

Além disso, não insista demais ou ofereça vários de itens de uma única vez. Afinal, você não quer que o consumidor se sinta confuso, pressionado e repense toda a compra. O sentimento gerado por essa pressão pode ser tão negativo que o cliente decida abandonar o negócio.

Aplique o cross sell com clientes que estão interessados em um produto. Se o consumidor não adicionou o produto no carrinho, no caso do e-commerce, ou declarou que o valor está fora de seu orçamento, para lojas físicas, é preciso rever alguns pontos da jornada de compra.

Bônus: e o downsell?

No downsell, técnica completamente contrária aos dois já explicados, o objetivo é não perder a venda de jeito nenhum. Você vai oferecer algo semelhante ao que o cliente deseja, mas por um preço muito mais acessível, pois do contrário, ele não vai levar nada.

Num exemplo bem simples, quando o comprador só tem condições para comprar um carro 1.0, não adianta insistir para ele comprar o 2.0., pois corre o risco de não vender nenhum. Portanto, oferecer a versão mais barata do 1.0, será a melhor forma de não perder o cliente.

A estratégia deve ser aplicada em casos de desistência de compra por parte do consumidor. O objetivo é entregar valor com um ticket médio reduzido. O down sell funciona como um incentivo para consumidores que apresentam objeções ao preço do produto ou ainda não estavam no momento de compra.

Para induzir o consumidor, empresas oferecem produtos ou serviços com valor reduzido da ideia original, mas que entregue valor e incentive o consumidor a comprar. É verdade que a técnica pode diminuir o ticket médio do seu negócio. Em contrapartida, ela pode aumentar o volume de vendas e otimizar seus resultados.

Para entender a técnica de oferta menor, basta pensar em suas experiências como consumidor. Para exemplificar vamos pensar nas lojas de celulares, onde é comum o vendedor mostrar primeiro os celulares mais caros e que dão maior lucro para a empresa.

Caso o cliente goste do celular, mas apresente algumas objeções relacionadas ao valor, o vendedor normalmente indicará um celular similar com preços e funcionalidades menores. A estratégia faz com que o consumidor perceba as vantagens e opte pela compra do aparelho mais em conta.

Tome cuidado. Você só deve apresentar o downsell quando tiver certeza que o cliente não vai comprar o produto inicialmente apresentado. Se você apresentar o downsell antes do cliente se decidir pela compra, levantará um conflito de interesse em relação às opções apresentadas, o que dificulta a tomada de decisão do consumidor.

O downsell é útil para maximizar o número de vendas, pois consegue atingir públicos com diferentes restrições orçamentárias. A competitividade do mundo digital força empresas a usarem estratégias como o downsell para se destacar e conquistar um público consumidor cada vez maior.

Depois desse apanhado sobre upsell, cross sell e downsell, gostaria de saber se você, que me acompanhou até aqui, gostou do conteúdo? Deixe um comentário com dicas dos conteúdos que gostaria de ver por aqui. Para ficar sempre antenado, siga as redes sociais do Tag Chat e se inscreva para receber o nosso newsletter. Até o próximo artigo.

Loja virtual: conheça 3 mitos e verdades sobre o assunto

Muitos mitos rondam os e-commerces, mas a verdade absoluta sobre as lojas virtuais é: elas não param de crescer! O modelo de loja virtual já vinha em crescimento na última década, mas em 2020 as vendas online explodiram. Esse ano o crescimento do setor chegou a cerca de 78%

O principal motivo para o aumento das vendas do setor foi a quarentena imposta pela pandemia de Covid-19. Diante disso, podemos apontar dois motivos para o sucesso das lojas virtuais. O primeiro que podemos citar são as restrições de mobilidade. Com o lockdown, as lojas físicas começaram a adotar o modelo de vendas online.

Ainda por conta das restrições, algumas pessoas migraram para o esquema de home office e, cada vez mais em casa, foi preciso adaptar o espaço para receber a nova rotina de trabalho. Com a percepção dessas novas necessidades, a maioria das compras foi feita de maneira online.

Com isso foi dada a largada para a revolução no comportamento de compra do brasileiro. Tudo, ou quase tudo, passou a ser comprado diretamente pela tela de um celular ou computador. A revolução chegou não só para quem compra, mas também para quem vende, afinal o e-commerce está em constante progresso.

Mas, junto a tantas mudanças, vieram dúvidas e mitos. A ideia de escrever esse artigo foi desmistificar a loja virtual e mostrar que sua loja física pode se tornar online, sim! Continue a leitura e confira os principais motivos do crescimento das vendas e também mitos e verdades sobre o e-commerce.

loja virtual
A primeira loja virtual que surgiu foi a Amazon, que hoje é uma grande potência do setor

Como surgiu e porque cresce tanto?

Antes de falarmos sobre mitos e verdades, vamos voltar um pouquinho no tempo e falar sobre quando surgiu e porque as lojas virtuais fazem tanto sucesso. E claro, trazer informações suficientes para te convencer a migrar sua loja física para o modelo virtual o quanto antes. 

Os primeiros sites de vendas online surgiram em 1995 nos Estados Unidos e foram, nada mais nada menos, que as gigantes Amazon e Ebay. Já no Brasil, no mesmo ano foi lançada a Booknet, comprada pelo Submarino em 1999. Outras duas lojas virtuais que podem ser consideradas pioneiras no país são o Ponto Frio e o Brasoftware.

O ‘segredo’ do sucesso

Falar que existe segredo para o sucesso da loja virtual é mentira. O que existe, na verdade, é muito esforço e persistência. O que também vai te ajudar a migrar para o digital sem grandes dificuldades é ter familiaridade com a internet. Mas calma, não é preciso ser um super expert.

A primeira coisa com a qual devemos nos preocupar é a escolha de uma plataforma. Hoje já é possível encontrar plataformas que atendam as necessidades do seu negócio com investimentos que caibam no seu bolso. Mas, antes de fechar sua escolha, precisamos avaliar se as funcionalidades da plataforma atendem as necessidades da sua loja virtual.

Além do custo-benefício, é preciso avaliar se a plataforma permite integração com os principais meios de pagamento, por exemplo. Outro ponto que não podemos esquecer é o usuário. Sempre pense em como as funcionalidades oferecidas pela plataforma podem ajudar na experiência do cliente de forma positiva.

Se você é daqueles que pensa que seu produto não pode ser vendido em uma loja virtual, está muito enganado. Por conta das exigências de distanciamento social impostas para a prevenção da Covid-19, desde março de 2020 até vídeo aulas de yoga estão sendo vendidas na internet e disponibilizadas em plataformas pagas

Outra informação equivocada é pensar que somente jovens e adolescentes fazem compras online. Segundo informações divulgadas pelo portal Mercado e Consumo, a faixa etária que mais faz compras online é de 36 e 50 anos (32,4%). Em seguida, vem as pessoas que têm entre 26 e 35 (30,8%). Os menores de 25 anos representam 21,3% dos consumidores.

Dentre os itens mais vendidos nas lojas virtuais podemos destacar os artigos de informática e eletrônicos

Os mais vendidos

Que as vendas por meio de lojas virtuais são um sucesso, isso todo mundo já sabe, né? Mas e o que mais vende? Quais são os produtos que mais se destacaram no último ano? Vamos apresentar agora, por meio de tabela, os nichos que mais se destacaram no setor, bem como os itens mais queridinhos. Confira...

Aparelhos eletrônicos e informáticaSmartphones;
Smartwatches;
Tablets;
Notebooks;
Computador de mesa.
Acessórios para dispositivos móveisAcessórios de informática, como mouse, teclado, headsets, caixa de som;
Monitores;
Peças e Hardware, como memória RAM, SSD, disco rígido;
Impressoras e cartuchos;
Equipamentos de rede, como modem, roteador, repetidor.
Viagens e turismoMalas e bolsas para viagem;
Hotéis e quartos para estadia;
Passagens de avião nacional ou internacional;
Aluguel de carros;
Seguros de viagem.
Moda e acessóriosRoupas gerais, como camisas, calças, vestidos, roupas de frio;
Roupas esportivas;
Roupas sociais;
Roupas de banho;
Vestidos de noiva.
Esporte e fitnessBicicletas;
Futebol e Futebol americano;
Vôlei;
Monitores cardíacos e de desempenho;
Jogos de mesa, como xadrez, poker, dados.
Beleza e PerfumariaPerfumes masculinos, femininos e unisex;
Secadores, produtos e equipamentos para cabelo, como cremes, tintas, pranchas, escovas;
Produtos e equipamentos para maquiagens;
Barbeadores e lâminas íntimas;
Cremes e dermocosméticos.
Serviços e cursos onlineCursos digitais de marketing, vendas, programação;
Webinários e infoprodutos;
Consultoria online em diversas áreas;
Serviços de propaganda e marketing, como agências de marketing digital;
Servidores e serviços de hospedagem de sites.

Quais os “Mitos e Verdades”?

Quando você resolver migrar seu negócio para o mundo digital, muitas dúvidas vão pairar sobre sua cabeça. Algumas sempre foram e não deixaram de ser mentiras das mais deslavadas. Outras até eram verdades, mas com o avanço da tecnologia se tornaram mito. Para explicar melhor, selecionamos os temas mais pertinentes quando o assunto é a migração do físico para o digital. Vem conferir com a gente.

1. O investimento é muito alto

MITO

Desconfie de plataformas que oferecem serviços gratuitos ou com valor muito abaixo do oferecido pelo mercado. No início pode até parecer um ‘bom negócio’, mas geralmente essas plataformas não oferecem qualidade no serviço e muito menos suporte adequado, o que pode vir a gerar muita dor de cabeça no futuro.

Em artigos anteriores falamos sobre a importância de escolher uma plataforma para sua loja virtual. Dentre os pontos que devem ser avaliados, elencamos funcionalidades, o custo-benefício e a possibilidade de integrações com os principais meios de pagamento. Você pode ver algumas plataformas gratuitas por aqui, já as pagas podem ser visualizadas por aqui.

2. É possível divulgar produtos ou serviços sem investir muito

VERDADE

Quando pensamos em marketing digital é fundamental conhecer nosso público-alvo e desenhar a persona. A persona é a representação mais aproximada dos seus clientes, e é a partir dela que você consegue definir quais canais pretende explorar. Depois de conhecer sua persona e saber suas preferências, vai ser mais fácil saber o que ela procura e oferecer produtos ou serviços mais direcionados. Para saber mais sobre o assunto, clique aqui.

Investir pouco não significa colocar nada de dinheiro. Você pode começar a investir nas postagens patrocinadas em redes sociais com um valor baixo. Dessa forma é possível direcionar os post para seu público alvo e ter resultados mais assertivos.

Quando pensamos em redes sociais, podemos abusar das ferramentas e funcionalidades para vendas que elas oferecem. No caso do Facebook temos o Marketplace, o Messenger e os grupos. No Instagram, além de divulgar via Stories e Reels, ainda é possível montar uma loja e integrar os produtos da sua loja virtual

Segundo pesquisas, somente no ano de 2020, um terço das vendas online foi feita ou teve influência das redes sociais. Dá uma olhadinha nos gráficos de crescimento dessas vendas:

3. Consigo montar minha loja virtual sem ser especialista

MITO

Por mais que não seja impossível montar e alimentar sua própria loja virtual, você vai precisar sim da ajuda de um especialista. Como já foi dito, houve um grande aumento desse tipo de comércio, então para seu e-commerce não desaparecer em meio de tantos outros, é preciso saber como se destacar, por isso a importância do profissional de marketing digital.

4. Loja virtual é “terra sem lei”, não dá pra confiar

MITO

Esse é o maior mito de todos e precisa ser esclarecido o quanto antes. As questões legais das lojas virtuais estão estabelecidas no Código de Defesa do Consumidor. O principal regulamento do e-commerce no Brasil é o Decreto nº 7.962/2013, oferecendo garantias tanto para o vencedor quanto para o consumidor.

De acordo com o Decreto, que entrou em vigor em 2013, algumas práticas essenciais devem ser seguidas para o bom funcionamento das lojas virtuais. Dentre elas, temos:

O decreto traz outras especificações e, para ler o documento na integra, basta clicar aqui.

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E-commerce: 6 tendências do setor para 2021

Que o e-commerce está em alta, não podemos negar. Em um cenário que se apresenta cada vez mais competitivo, ao mesmo tempo que é preciso passar confiança aos usuários, é necessário oferecer experiências positivas aos seus clientes para não ficar para trás.

E quando falamos em tendências, não podemos pensar apenas no futuro. Estamos em tempo de transformação e estar antenado a novas tecnologias, além de ajudar a analisar o comportamento do cliente, é essencial para o bom desenvolvimento de qualquer e-commerce.

O Brasil está na lista dos países com maior número de usuários de internet do mundo, e isso acaba afetando também as estatísticas dos e-consumidores, que são os adeptos ao comércio virtual. E, para te ajudar a se destacar nesse novo ramo de atividade, criamos uma lista com as principais tendências para o setor em 2021.

1. Transformação digital

Home Office foi a palavra mais falada no ano de 2020. Mesmo com muitas empresas já tendo adotado o sistema de trabalho, a mudança foi grande para negócios que não estavam preparados. Ter um sistema de gestão online e em nuvem quebrou a barreira do trabalho em um único lugar. O profissional pode acessar controle financeiro, estoque, logística por meio de dispositivo móvel, em qualquer lugar. 

A flexibilidade ajudou não só na produtividade, mas também no crescimento do negócio. Para isso foi preciso investir em tecnologia, como o armazenamento de dados em nuvem, o cloud computing. O Enterprise Resource Planning, (ERP), passou a ser executado em uma plataforma global de servidores, sem ocupar espaço no computador.

Acompanhando a transformação digital, outra mudança foi a quebra da barreira entre físico e digital. O e-commerce vai ganhar cada vez mais força no cenário pós pandemia e o comportamento do consumidor tende a ser cada vez mais dinâmico. Afinal de contas, não podemos negar que comprar online seja cômodo, fácil, seguro e cada vez mais acessível.

Mas vale lembrar que vender online depende de vários fatores, como organização da plataforma, estratégias de venda, gestão de setores internos e satisfação do cliente. A tecnologia auxilia no processo e nos permite contar com ferramentas que profissionalizam nosso negócio definitivamente.

Como é o caso do Tag Chat. Por meio de seu omnichannel é possível reunir a comunicação da sua empresa em um único lugar. Outro benefício da ferramenta é automatizar todo fluxo de conversas com seus clientes de forma rápida e simples. Para saber mais sobre as funcionalidades da ferramenta, acesse nosso site.

Como comentado acima, não é novidade que o comportamento do consumidor mudou. Agora ele procura por produtos em vários locais diferentes, como lojas virtuais, marketplaces e redes sociais. Para o empreendedor, estar presente em várias plataformas é importante para acompanhar o consumidor e oferecer boa experiência de compra, que vai desde pesquisa pelo produto, até a disponibilidade dos itens, preço, frete e prazo de entrega

O e-commerce passou a ser uma oportunidade de empreender, e os marketplaces passaram a ser referência para consumidores escolherem onde comprar com segurança. O consumidor entendeu na prática as facilidades do e-commerce, e deve substituir boa parte de suas compras presenciais no pós pandemia, por compras online.

Acompanhando as tendências, o Rural Pago oferece garantia, segurança e vantagens para transações financeiras dos seus usuários

2. Fintechs

A XP Investimentos estimou, em julho do ano passado, que o setor de e-commerce teria crescimento superior a 32% para o ano de 2021. Parte desse crescimento está atrelado aos serviços financeiros oferecidos por empresas. Para exemplificar podemos citar o Mercado Livre e sua carteira digital, o Mercado Pago, que oferece soluções financeiras para facilitar as compras dos seus usuários.

Outro exemplo é o Rural Pago, plataforma de pagamento e recebimento exclusiva do Buscar Rural. Com taxa de cobrança baixa se comparada com as demais já aplicadas no mercado, o Rural Pago oferece mais garantia, segurança e vantagens para transações financeiras dos seus usuários.

Aproveitando o crescimento do e-commerce, bancos digitais estão criando seus próprios marketplaces. Dois exemplos claros desse movimento são o PagBank e o BMG que, além de facilitarem transações financeiras, ainda oferecem atrativos, como o cashback.

3. Meios de pagamentos

Lançado oficialmente no dia 5 de outubro de 2020 pelo Banco Central, o Pix veio para revolucionar a forma como pessoas fazem transferências de valores via smartphone. Até a chegada da nova tecnologia, funções como TED e DOC levavam tempo para serem efetuadas e ainda gerava cobrança. O Pix permite que o dinheiro caia em segundos, mesmo fora de dias úteis.

As tendências em pagamentos vem para dar mais autonomia aos usuários e permitir que eles tenham mais de uma opção para escolher. Uma delas, lançada em maio de 2021, é o WhatsApp Pay, que assim como o Pix, não possui taxas de cobrança e é tão simples como fazer a transferência de um arquivo ou enviar uma foto.

A princípio, o WhatsApp Pay vai permitir o pagamento com cartões de débitopré-pago ou combo de algumas instituições financeiras. Dentre instituições já cadastradas estão: Banco do BrasilBanco Inter, Bradesco, Itaú, Mercado PagoNextNubankSicredi e Woop Sicredi. Para saber mais sobre o WhatsApp Pay, basta clicar aqui.

Solução para e-commerce: Tag Chat sincroniza todos os status de rastreamento dos pedidos a cada intervalo de tempo

4. Logística automatizada

Comprovado. O tempo de entrega é um fator determinante e decisivo na hora do consumidor finalizar uma compra. Por conta disso, a experiência de compra, tão estimada pelo consumidor, está diretamente ligada ao processo de logística: o recebimento do produto.

No Brasil, por conta de uma rede de transportes pouco variada, alguns dos processos de entrega tem sofrido melhorias. Empreendedores tem usado soluções como pontos de retirada de produtos, ou seja, compre no site e retire na loja.

Essa estratégia, além de diminuir o valor do frete, ainda torna a compra mais acessível para o consumidor e menos complicada para empresas. A descentralização, quando bem executada, aumenta ainda mais a experiência do consumidor online e off-line.

Quando pensamos em atendimento, mais de 50% das mensagens enviadas para um e-commerce são dúvidas referente a atualizações e rastreamento de pedidos. Uma maneira de otimizar o tempo da sua equipe, reduzir custos e garantir a satisfação do cliente é utilizar ferramentas que façam rastreios de encomendas.

Graças a uma integração com os Correios, o Tag Chat sincroniza todos os status de rastreamento dos pedidos a cada intervalo de tempo e, no momento que houver uma nova atualização, uma mensagem é enviada para o WhatsApp do seu cliente. Para saber mais sobre os rastreamentos, clique aqui.

5 - Inteligência Artificial

Não é novidade pra ninguém que a era dos robôs chegou, e para ficar. Em um futuro não muito distante vamos presenciar máquinas, com inteligência artificial, assumindo funções que antes eram feitas exclusivamente por humanos. Um exemplo claro disso é o atendimento.

O uso de assistentes virtuais está cada vez mais comum e, a cada dia que passa, se torna mais popular. A tecnologia, que até então era usada apenas por grandes instituições, hoje é acessível a todos. Muitos atendimentos já estão sendo feitos por assistentes virtuais.

Nos últimos anos muito se ouviu falar sobre assistentes virtuais. Quem não conhece a Bia, a inteligência artificial do Bradesco? Algumas marcas lançaram o atendimento inteligente e o consumidor passou a ser atendido por chatbots, o que confere mais praticidade e agilidade nas demandas.

Já é comum entrar em um e-commerce e ser atendido por um assistente virtual. Além de otimizar o atendimento, os bots diminuem o fluxo de solicitações repetidas. Apostar em chatbots para o primeiro atendimento é uma estratégia que dá certo, economiza tempo e investimento financeiro.

Vamos citar aqui o Tag Chat como ferramenta de chatbot. Com ele a comunicação pode ser toda personalizada e direcionada para um setor ou atendente dar continuidade ao atendimento. Para saber mais sobre a funcionalidade de inteligência artificial do Tag Chat, basta clicar aqui.

O omnichannel chegou para centralizar todos os consumidores em um único lugar e centralizar a forma de comunicação

6. Omnichannel

Com a recente mudança no hábito de compra dos consumidores, os clientes estão espalhados por vários canais e manter excelência no atendimento, nos dias de hoje, está cada vez mais difícil. O omnichannel chegou para centralizar todos esses consumidores em um único lugar e centralizar a forma de comunicação. Podemos citar, como exemplo de ferramenta omnichannel, o Tag Chat.

Com o Tag Chat é possível conectar todos os canais de comunicação da sua empresa em um único lugar e revolucionar o relacionamento com o cliente. Por meio da ferramenta ainda é possível automatizar tarefas cotidianas, criar jornada de atendimento personalizada e qualificar seus leads.

Por meio de implementação de pacotes, ainda é possível notificar seu cliente via WhatsApp a cada mudança no status de sua encomenda. Além do rastreamento de encomendas, o Tag Chat faz a notificação de todos os eventos que você desejar. Tenha tudo em um único lugar. Clique aqui para fazer um teste grátis.

Em expansão: compras realizadas por meio de smartphones representam 41% do volume total de transações online no Brasil

Bônus

Compras realizadas por meio de smartphones representam 41% do volume total de transações online no Brasil. Em países da Europa e da Ásia, os números são ainda maiores, 50%. A expectativa é que o uso de dispositivos móveis para compra de produtos e serviços aumente ainda mais nos próximos anos.

Em relação às entregas, a logística é parte fundamental do e-commerce, e o tempo de entrega é um dos fatores que comprometem esse processo. Prazos longos para o recebimento das mercadorias já não é aceitável e, muitas vezes, é um fator determinante na hora da compra.

Com a entrada recente no mercado de aplicativos de entregas rápidas, o e-commerce brasileiro deve sentir a pressão dos consumidores. O menor tempo, de fato, deve ser um diferencial competitivo importante nos próximos anos.

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