Hiperautomação é a nova tendência de sucesso

Após aparecer pela primeira vez no relatório do Gartner em 2020, a hiperautomação continuou como tendência até atualmente, reforçando a necessidade das empresas observarem seus processos e automatizá-los de forma estratégica.

A hiperautomação permite o crescimento acelerado e a resiliência dos negócios ao identificar, examinar e automatizar rapidamente o maior número de processos possível. Equipes de hiperautomação de alto desempenho se concentram em três prioridades: melhorar a qualidade do trabalho, acelerar os processos de negócios e agilizar a tomada de decisões.

Segundo o Gartner, “organizações que não focarem em eficiência, eficácia e agilidade nos negócios ficarão para trás”. A hiperautomação envolve o uso de forma orquestrada de processos, tecnologias, ferramentas e plataformas para rapidamente identificar, analisar e automatizar processos de TI e negócios.

O mercado mundial de softwares de hiperautomação deve crescer 23% entre 2020 e 2022, alcançando US$ 596,6 bilhões. É o que revela uma previsão divulgada recentemente pelo Gartner. Esse mercado, que reúne aplicações para uma abordagem de automação numerosa, atingiu US $532,4 bilhões em 2021, e alcançou US $481,6 bilhões no ano anterior.

Gartner: Novas tecnologias impulsionam mercado tecnológico

De acordo com a consultoria Gartner, a hiperautomação será uma das tendências tecnológicas que marcará a próxima década. O conceito, que vai além de mecanizar as tarefas manuais repetitivas realizadas pelas pessoas, se refere à automação de qualquer processo empresarial utilizando uma combinação de RPA (Automação de Processos Robóticos) e outras tecnologias avançadas como Inteligência Artificial (IA) ou Machine Learning.

A hiperautomação deve ser conduzida para alinhar os objetivos de negócios das organizações com as iniciativas da tecnologia, assim como para garantir que haja um processo de melhoria contínua. É importante automatizar os processos fim-a-fim, com o uso de diferentes tecnologias trabalhando em conjunto, incluindo Inteligência Artificial, Machine Learning, arquiteturas de software orientadas a eventos, RPA, BPM, iPaaS, ferramentas de low-code/no-code e sistemas de tomada de decisão automatizadas.

Para implantar a hiperautomação é preciso alinhamento sincero dentro da empresa

A hiperautomação é um dos pilares para a transformação digital dentro das empresas, mas para que ela seja efetiva, deve ser planejada e alinhada em toda a organização e não somente em algumas áreas. Somente desse modo, será possível capturar ganhos significativos de redução de custo, escalabilidade e aumento de receita.

Para detectar o estágio em que a empresa se encontra, é preciso que haja um assessment - um relatório elaborado para compreender e apontar tendências de comportamento, desempenho e potencial de funcionamento - sincero, que permitirá a descoberta de aspectos que farão toda a diferença para o sucesso do projeto em um curto, médio e longo prazo, maximizando o investimento e potencializando os ganhos.

Para isto, recomenda-se que ele seja feito por profissionais qualificados, que tenham experiência na elaboração do business case e possam traçar, em conjunto com os gestores da empresa ou do projeto, os objetivos que deverão ser atingidos e as métricas que deverão ser acompanhadas.

Segundo o Gartner hiperautomação é uma abordagem que permite às organizações identificar, examinar e automatizar rapidamente tantos processos quanto possível. Para isso são usadas tecnologias como automação de processos robóticos (RPA), plataformas de aplicações de baixo-código (low-code), de IA e assistentes virtuais.

Até 2024, a hiperautomação levará empresas a adotarem pelo menos três dos 20 tipos de software agonísticos de gestão de processo que permitem a abordagem.

Jornada tem de ser iniciada o quanto antes pelas empresas, rumo a hiperautomação

Para chegar ao estágio de hiperautomação, entretanto, as empresas precisam iniciar uma jornada e mudar suas práticas para criação de ambientes de trabalho inteligentes. O ecossistema interno de apoio deverá oferecer adequada infraestrutura de TI e de soluções, suporte da alta administração, suporte financeiro, treinamento das equipes e avaliação contínua dos resultados.

O primeiro passo dessa jornada em uma empresa envolve a estruturação e organização da base de dados, dos mais diferentes setores: dados comerciais, de operação, financeiros e outros que façam sentido para a empresa. Os dados, provavelmente, estarão organizados em um Sistema Integrado de Gestão Empresarial (ERP – Enterprise Resource Planning).

Vale lembrar que a automação de um processo de negócios, sem entender sua função ou suas etapas, pode representar investimentos e esforços desperdiçados. É importante ainda entender que a hiperautomação visa liberar os colaboradores de tarefas repetitivas e de baixo valor, reduzir custos operacionais e aumentar a eficiência.

Evolução desde os primórdios dos tempos está se consolidando com a tecnologia

Nas escolas se ensina como a Primeira Revolução Industrial, ocorrida no final do século XVIII, trouxe a máquina a vapor para automatizar a fabricação têxtil. Um século depois, a Segunda trouxe consigo a eletricidade e o motor a combustão, e no final do século XX chegou a Terceira com a digitalização e automação dos processos.

Não foi necessário esperar muito para a Quarta Revolução Industrial, que surge a partir da robotização, da Internet das Coisas e da Inteligência Artificial. Um processo que está impulsionando os países avançados para uma reindustrialização com o objetivo de recuperar a capacidade de produzir seus próprios bens de consumo de forma sustentável. 

Nesse novo contexto, a hiperautomação, também denominada automação de processos robóticos (DPA na sigla em inglês) ou automação inteligente de processos (IPA em inglês), desponta como uma das tendências tecnológicas que marcarão os próximos anos.

Tomada de decisão  se torna mais efetiva com a ajuda da hiperautomação

Conforme a Gartner, a RPA enriquecida pela IA e pelo ML se converte no núcleo que torna possível a tecnologia da hiperautomação. A combinação dessas tecnologias permite integrar o poder e a flexibilidade da automação em lugares onde isso antes não era possível. 

Dessa forma, as tarefas que não eram automatizadas podem ser automatizadas para que as capacidades humanas possam se concentrar em tarefas de maior valor, tais como a tomada de decisão, a interpretação dos dados e a aplicação do pensamento crítico.

Ferramentas como RPA, LCAP e IA são consideradas software independente de processo, o que significa que podem ser usadas em qualquer organização em vários casos de uso de TI e negócios. O software de processo será o mais procurado como facilitadores-chave da tendência de hiperautomação. 

Diferentes tipos de softwares incentivam o boom tecnológico

Espera-se que o mercado veja um crescimento de dois dígitos até 2022. Outros softwares utilizados para automatizar tarefas mais específicas, como ERP, supply chain e sistemas de CRM, também contribuirão para o crescimento do mercado.

Tecnologias para automatizar a gestão de conteúdo, como ferramentas de verificação de assinatura, reconhecimento óptico de caracteres (OCR), gestão de documentos, IA de conversação e tecnologia de linguagem natural (NLT) estarão em alta demanda. As organizações precisarão dessas ferramentas para automatizar a digitalização e estruturação de dados e conteúdo – por exemplo, automatizando o processo de digitalização e classificação de registros em papel.

O Gartner espera que até 2024 as organizações reduzam os custos operacionais em 30% ao combinar tecnologias de hiperautomação com processos operacionais reprojetados. “A mudança para a Hyperautomation será um fator chave para que as empresas alcancem a excelência operacional e, consequentemente, a economia de custos em um mundo digital prioritário”, disse Cathy Tornbohm, vice-presidente de Pesquisa do Gartner.

Não à toa, a hiperautomação vem modificando a forma como as empresas se relacionam com a cultura da transformação digital, que hoje já não representa mais um empecilho para gestores e colaboradores, considerando-se que todos os envolvidos já reconhecem a importância das ferramentas inteligentes na rotina corporativa, de modo a evitar desperdício de tempo e dinheiro.

No cenário da transformação digital, as empresas que conseguem se manter competitivas são aquelas que investem em ferramentas inovadoras para otimizar o fluxo de trabalho e proporcionar a melhor experiência ao cliente.

O plano de ação nada mais é do que a definição das tecnologias que serão empregadas ao longo do processo de hiperautomação. Se necessário, setorize as aplicações para uma visão ainda mais acurada do fluxo de trabalho, de modo a compreender como as ferramentas vão atuar em cada departamento. Lembre-se sempre de priorizar o olhar digital, pois a hiperautomação envolve a rotina corporativa de ponta a ponta.

Como as soluções inteligentes são focadas na melhoria e agilidade dos processos, a experiência do consumidor será a mais vantajosa possível. Isso porque a otimização do fluxo de trabalho se dá de ponta a ponta, de modo que os serviços prestados sejam oferecidos com máxima qualidade, rapidez e eficiência, já que as equipes não estarão mais sobrecarregadas ou trabalhando com informações desencontradas.

Você sabia:

A consultoria Gartner anunciou as principais tendências de tecnologia estratégica que as organizações precisam explorar em 2022, entre as quais soluções que envolvem inteligência artificial e a computação em nuvem nativa se destacam.

Para a consultoria, CIOs devem encontrar os multiplicadores da força de TI para permitir o crescimento e a inovação, e criar bases técnicas escaláveis e resilientes, cuja escalabilidade libere dinheiro para investimentos digitais. Esses imperativos formam os três temas das tendências deste ano: confiança na engenharia, esculpindo mudanças e acelerando o crescimento. As 12 estratégias são: Tecido de Dados ou Data Fabric, Cibersegurança, Privacidade em Computação, Rede Global na Nuvem, Computação, Compostos e Aplicativos, Inteligência de Decisão, hiperautomação, AÍ Engenharia, Distribuído Empresa Total, Experiência Autonômica, Sistemas e AI Generativo.   

Temos abordado cada uma das 12 estratégias separadamente. Falamos de Tecido de Dados ou Data Fabric, Cibersegurança, Privacidade em Computação, Rede Global na Nuvem, Computação, Compostos e Aplicativos e Inteligência de Decisão. E neste texto, como você pode acompanhar, falamos de hiperautomação. 


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Empresa Distribuída: As estratégias Gartner visam essa demanda

Distribuir é a palavra de ordem para quem quer crescer no mercado com tecnologia em 2022. Por isso é importante conhecer a Empresa Distribuída

Em essência, empresas distribuídas (EDs) representam um novo modelo de negócios digital, ou virtual-first. A consultoria Gartner aponta que o conceito surgiu de duas áreas diferentes: o trabalho remoto resultante das restrições impostas contra a COVID-19, que exigiu novas ferramentas e uma flexibilização, e a indisponibilidade dos consumidores no comércio presencial.

Assim, as empresas distribuídas surgiram com uma abordagem virtual-first e remote-first, digitalizando processos para proporcionar melhores experiências tanto para os trabalhadores quanto para os clientes.

CEO’s desejam três coisas: crescimento, digitalização e eficiência. É o que diz a Gartner, sobre o cenário do digital business. Estas foram as definições a que chegou a pesquisa feita por eles, com organizações do setor, que definiu as 12 principais tendências estratégicas de tecnologia para 2022.

Segundo o vice-presidente de pesquisa do Gartner, David Groombridge, as prioridades dos líderes de TI neste ano devem refletir a necessidade de gerar crescimento por meio de conexões digitais diretas com os clientes e encontrar soluções que multipliquem a força dos recursos de tecnologia.

Partindo desse contexto, o Gartner espera que as trends previstas para 2022, atuem como multiplicadores de força de negócios e inovação digital ao longo dos próximos três a cinco anos.

Reformulações e mudanças técnicas na Empresa Distribuída, são a base para a implantar as novas ações

Até 2023, 75% das organizações que aproveitam os benefícios do modelo distribuído terão um crescimento de receita 25% mais rápido que seus concorrentes, afirma a Gartner. Com o aumento dos padrões de trabalho remotos e híbridos, as organizações tradicionais centradas em escritórios estão evoluindo para empreendimentos distribuídos, compostos por trabalhadores geograficamente dispersos. 

“Isso requer que os CIOs façam grandes mudanças técnicas e de serviços para oferecer experiências de trabalho sem atrito, mas há um outro lado dessa moeda: o impacto nos modelos de negócios”, diz David Groombridge. “Para cada empresa, do varejo à educação, o modelo de entrega tem que ser reconfigurado para abraçar os serviços distribuídos. O mundo não achava que eles estariam experimentando roupas em um camarim digital há dois anos”.

À medida em que os padrões de trabalho migraram, em um primeiro momento, massivamente para o ambiente remoto, e posteriormente para o híbrido, com retornos esporádicos para os escritórios, sabe-se que as empresas passaram a aplicar um conceito chamado de “empresas distribuídas”. Uma vez que os colaboradores passaram a estar posicionados em locais geograficamente distintos, as equipes se tornaram, como o próprio nome define, distribuídas.

Entenda em que consiste o novo termo e como é possível se adequar aos novos tempos de Empresa Distribuída

A Empresa Distribuída compreende a série de tecnologias nas quais os CIOs contam para apoiar equipes distribuídas durante a pandemia e os novos modelos operacionais que estão desenvolvendo para facilitar o trabalho híbrido conforme a pandemia diminui. 

Os exemplos incluem espaços de trabalho habilitados para nuvem, ferramentas de colaboração e monitoramento para a força de trabalho híbrida, novas ofertas de suporte remoto e modelos de segurança de confiança zero.

Eles também serão participantes importantes na construção de novos modelos de negócios, tanto físicos quanto virtuais, para “reconectar-se” com consumidores independentes de localização, especialmente nos setores de hospitalidade, varejo, saúde e serviços financeiros.

Aplicativos compostos fazem parte de estratégias de Gartner

Ainda no ano passado, o Gartner, empresa global de consultoria, indicou que cerca de 47% dos “trabalhadores do conhecimento” (aqui podemos destacar setores como o de tecnologia da informação, engenharias, design thinking, entre outros) trabalham remotamente em 2022, contra 27% que já executavam essa forma de trabalho antes da pandemia.

Foi com base neste dado que a consultoria citou o termo da Empresa Distribuída entre as 12 tendências de 2022, já que engloba as tecnologias necessárias para dar suporte a estes colaboradores que não ficarão mais em casa, tampouco retornarão definitivamente ao escritório, e sim, viverão neste meio-termo, transitando por ambos os ambientes.

Para suportar essa evolução das Empresas Distribuídas, é necessário pensar em estações de trabalho que contem com o apoio dos sistemas em Cloud, ferramentas e soluções de segurança corporativa semelhantes às encontradas nas sedes das companhias e dos data centers. Tudo isso, sem que a performance e a qualidade das entregas sejam prejudicadas.

Diferentes formas de trazer a Empresa Distribuída para o mundo digital e adequá-la às demandas atuais

A Empresa Distribuída depende de serviços em nuvem, WANs, telecomunicações wireless e móveis para conectar a sede e filiais/sites de campus, sistemas de POS e endpoints móveis.

Ao passo que sua empresa cresce e adentra novos mercados, você precisa estar onde seus clientes estão. E que isso signifique abrir uma filial para atender às necessidades de seu mercado atual ou uma franquia para expandir para um novo mercado, o crescimento de sua empresa pode sobrecarregar seus recursos que já são limitados e criar novos riscos à segurança.

As Empresas Distribuídas de hoje estão em uma luta constante para proteger adequadamente diferentes locais, mas sem adicionar mais complexidade do que sua equipe limitada pode lidar. Você também precisa garantir que as políticas de segurança sejam implementadas de forma consistente e possam ser gerenciadas eficientemente na sede.

O estudo aborda a tendência de consolidação do conceito de Empresa Distribuída, nesse período em que se mantêm os padrões de trabalho remoto e híbrido. “Isso requer que os executivos de TI façam grandes mudanças técnicas e de serviços para oferecer experiências de trabalho sem atrito, mas há um outro lado nessa moeda: o impacto nos modelos de negócios. 

Para cada empresa, do varejo à educação, o modelo de entrega tem de ser reconfigurado para abraçar os serviços distribuídos”, disse Groombridge. As Empresas Distribuídas são impulsionadas pelo enorme crescimento em padrões de trabalho remotos e híbridos. Afinal, as organizações tradicionais centradas em escritórios estão evoluindo para empresas distribuídas geograficamente. No entanto, essas operações irão estressar a rede que dá suporte a usuários e consumidores. Portanto, as empresas precisarão rearquitetar e redesenhar para lidar com isso.

Sabia que:

A Gartner, consultoria de mercado em tecnologia, anunciou no início do ano, quais eram as 12 tendências estratégicas em tecnologia que devem ser exploradas por líderes do setor, em 2022? Saiba quais são elas: Tecido de Dados ou Data Fabric, Cibersegurança, Privacidade em Computação, Rede Global na Nuvem, Computação, Compostos e Aplicativos, Inteligência de Decisão, Hiperautomação, IA de Engenharia, Distribuído Empresa Total ou Empresa Distribuída, Experiência Autonômica, Sistemas e IA Generativo.    

Abordamos aqui, ao longo das últimas semanas, cada uma das 12 estratégias, separadamente, para você. Já falamos de Tecido de Dados ou Data Fabric, Cibersegurança, Privacidade em Computação, Rede Global na Nuvem, Computação, Compostos e Aplicativos, Inteligência de Decisão, Hiperautomação e IA de Engenharia e o tema da vez hoje, foi Distribuído Empresa Total ou Empresa Distribuída, ainda restam mais dois temas, que trataremos na próxima semana. Fique ligado. 


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A engenharia de inteligência artificial está com tudo no ano de 2022

Como resultado, já estão sendo vistos em países mais desenvolvidos como o Japão, o uso de hologramas, por exemplo, na hora de realizar o pagamento em muitos comércios. Segundo a consultoria de mercado em tecnologia, Gartner, esta é uma das 12 tendências estratégicas que estão sendo aplicadas no mercado tecnológico em 2022. Agora é a vez de falarmos sobre a tendência da Engenharia da Inteligência Artificial no dia a dia.

Todos os anos, o Gartner identifica tendências de tecnologia que são críticas para os negócios. Este ano, a lista inclui 12 insights que permitirão aos CEOs oferecer crescimento, digitalização e eficiência – e posicionar CIOs e executivos de TI como parceiros estratégicos na organização. “Os CEOs sabem que devem acelerar a adoção de negócios digitais e estão buscando rotas digitais mais diretas para se conectar com seus clientes”, afirma David Groombridge, VP Analista do Gartner. “Mas, de olho nos riscos econômicos futuros, eles também querem ser eficientes e proteger as margens e o fluxo de caixa.”

A Amazon é um dos exemplos bem sucedidos de uso intenso da IAE em toda a plataforma. E é a partir de experiências como estas, que o Gartner espera que essas 12 tendências tecnológicas atuem como multiplicadores de força de negócios digitais e inovação nos próximos três a cinco anos. Gartner é uma empresa de pesquisa e consultoria em TI (tecnologia da informação), divulgando insights e estudos relacionados à área da tecnologia para que os líderes do segmento possam tomar decisões mais assertivas.

Durante a década de 1970 no estado de Kentucky (EUA), o executivo Gideon Gartner fundou a instituição a partir da ideia de que o conhecimento pode facilitar o processo decisório de clientes. 

Especialista em Inteligência Artificial – Novas carreiras ligadas à Inteligência Artificial garantem altos salários

Todos os anos, a instituição identifica as tendências tecnológicas mais importantes para os negócios. A pesquisa para 2022 foi lançada em novembro do ano anterior.

Os relatórios produzidos pela Gartner servem de base para o planejamento estratégico de milhares de empresas globalmente. Negócios sérios, seja do setor da tecnologia ou não, estão sempre atentos aos resultados e previsões divulgados, devido à credibilidade da instituição.

Para a Gartner, a Engenharia de Inteligência Artificial (IA) é uma das inovações tecnológicas mais transformadoras em 2022.

A partir de dados integrados e pipelines de modelo e desenvolvimento, esta disciplina é uma forma de atualizar modelos operacionais e implementar a IA.

No contexto da pandemia, exemplo trazido pelo próprio estudo, empresas que efetivamente implementam essa solução conseguem sair da crise com uma grande vantagem no mercado. Contudo, não basta implementar a Engenharia de IA superficialmente — é preciso utilizá-la, segundo a Gartner.

A estimativa da Gartner é que os 10% das empresas que conseguirem estabelecer as melhores práticas de Engenharia de IA devem gerar pelo menos três vezes mais valor do que aquelas que não implementam a tecnologia, ou seja, os 90% remanescentes.

Além disso, a receita mundial do setor de software de Inteligência Artificial (IA) deverá totalizar US$ 62,5 bilhões, em 2022. Um aumento de 21,3% em relação ao que tinha sido projetado para 2021. É o que diz outra pesquisa recente da Gartner. 

A inteligência artificial fornece soluções revolucionárias para permitir que as organizações se recuperem da pandemia. Mas apenas adotar a IA não será o suficiente, é preciso otimizá-la. 

Entendendo o que é a engenharia da inteligência

A engenharia de IA é a disciplina de operacionalização de atualizações para modelos de IA usando dados integrados e pipelines de modelo e desenvolvimento para entregar mais valor à IA. Em 2025, os 10% dos negócios que implementarem boas práticas de engenharia de IA gerarão pelo menos três vezes mais valor do que seus esforços de IA.

A engenharia de IA automatiza atualizações de dados, modelos e aplicativos para agilizar a entrega de IA. Combinado com uma forte governança de IA, a engenharia de IA operacionalizará a entrega de IA para garantir seu valor de negócios contínuo.

Engenharia de IA é a disciplina de operacionalizar atualizações para modelos de IA usando dados integrados, pipelines de modelo e desenvolvimento para entregar valor de negócio consistente. Combina atualização automatizada de gasodutos com forte governança de IA.

Os líderes de TI lutam para integrar a IA aos aplicativos, desperdiçando tempo e dinheiro em projetos de IA que nunca são colocados em produção ou lutando para reter o valor das soluções de IA depois de lançadas. A engenharia de IA é uma abordagem integrada para operacionalizar modelos de IA. 

“Para equipes de fusão que trabalham em IA, o verdadeiro diferencial de suas organizações estará na capacidade de aumentar continuamente o valor por meio de mudanças rápidas de IA”, disse David Groombridge, vice-presidente de pesquisa do Gartner.

Engenheiro de IA: profissão do futuro

Assim como outros profissionais da área de Engenharia, o engenheiro de IA é responsável por desenvolver, testar e aplicar projetos e sistemas do setor. Nesse caso, as projeções são relacionadas a softwares inteligentes, que seguem o propósito da área de realizar uma ou mais tarefas minuciosas para facilitar ou possibilitar uma atividade específica. 

Entre suas principais funções, o profissional desenha projeções e projetos de IA, trabalha diretamente com processamento de dados e avalia o grau de dificuldade para o desenvolvimento de soluções, fazendo o gerenciamento de cronogramas e profissionais do projeto.

Gartner e as estratégias para 2022

 A Gartner considera que cada uma das 12 tendências identificadas oferece um de três resultados principais. Podem contribuir para criar uma base de TI mais resiliente e eficiente, garantindo que os dados são integrados e processados de forma mais segura em ambientes nuvem e não-nuvem; podem ajudar a dimensionar e acelerar a digitalização da organização, ao permitirem responder ao ritmo crescente de mudança, criando mais rapidamente aplicações para automatizar atividades de negócios, otimizar inteligência artificial (IA) e permitir decisões mais inteligentes e mais rápidas; e podem acelerar o crescimento, permitindo maximizar criação de valor e aprimorar recursos digitais.

As novas tecnologias devem ser exploradas por líderes do setor em 2022. São elas: Tecido de Dados ou Data Fabric, Cibersegurança, Privacidade em Computação, Rede Global na Nuvem, Computação, Compostos e Aplicativos, Inteligência de Decisão, Hiperautomação, IA de Engenharia, Distribuído Empresa Total, Experiência Autonômica, Sistemas e IA Generativo.   Vamos abordar cada uma das 12 estratégias separadamente. Falamos de Tecido de Dados ou Data Fabric, Cibersegurança, Privacidade em Computação, Rede Global na Nuvem, Computação, Compostos e Aplicativos, Inteligência de Decisão e Hiperautomação.


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Aplicativos compostos fazem parte de estratégias de Gartner

Na linha dos assuntos relativos às doze estratégias divulgadas pela Gartner, chegou a vez de abordar o uso da tecnologia em computação, os compostos e aplicativos ou apenas Aplicativos Compostos. Um aplicativo composto (ou mashup ou mesmo mash-up) é um aplicativo que combina conteúdo ou serviço de vários aplicativos mais ou menos heterogêneos. Eles são criados a partir de componentes modulares centrados nos negócios. O principal objetivo é facilitar o uso e a reutilização de código, acelerando o tempo de colocação no mercado de novas soluções de software.

Em 2024, o mantra para novos SaaS e aplicativos personalizados será o de ser “combinável API-first ou somente API”, renderizando o SaaS tradicional e personalizando aplicativos como legado. Fala-se de mashup no contexto de uma sobreposição de duas imagens de fontes diferentes, sobreposição de dados visuais e sonoros diferentes, por exemplo, para criar uma nova experiência. No caso de um site, o princípio de um mashup é, portanto, agregar conteúdo de outros sites, a fim de criar um novo site.

Com a base confiável estabelecida, o próximo foco é nas tecnologias que permitam à organização dimensionar seus esforços de digitalização.

Negócios versus tecnologia da informação (TI) associadas aos aplicativos compostos

Equipes de fusão – compostas de TI e equipe de negócios – irão colaborar e conduzir inovação para digitalizar rapidamente o negócio. O trabalho da TI é fornecer as ferramentas para permitir que as equipes de fusão esculpem a mudança, como as próximas tendências vão mostrar. Uma vez que a TI não pode acompanhar o ritmo das mudanças sozinha.

Conhecidos como recursos de negócios empacotados (PBCs) ou objetos de negócios definidos por software, é desta forma que os aplicativos combináveis são compostos. Os PBCs podem criar módulos reutilizáveis que as equipes de fusão também usam para criar aplicativos rapidamente, reduzindo tempo para o mercado.

Na prática, essa é uma das novas tecnologias para 2022 que facilitam o uso e a reutilização de código, acelerando o tempo de desenvolvimento e o lançamento de novas soluções de software no mercado. Com os aplicativos combináveis, é possível implementar novos recursos com velocidade e eficácia.

Entenda melhor o que são os aplicativos compostos

Aplicativos compostos são coleções de ativos de software montados para fornecer capacidade de negócios. Além de serem aplicativos criados a partir de uma combinação de várias funções existentes usando fontes de informações comerciais. 

Tais ativos geralmente são artefatos implementados, independentemente, permitindo a composição e o aproveitamento de recursos específicos da plataforma.

O uso de um aplicativo composto pode aliviar o usuário de alternar entre aplicativos. Ele fornece acesso imediato a vários aplicativos no mesmo local, com a vantagem adicional de adicionar e remover recursos manualmente. Aplicativos compostos podem ser comparados com mashups. 

Os aplicativos compostos usam fontes de informações comerciais, enquanto os mashups usam recursos baseados na Web, principalmente gratuitos.

As quatro camadas de aplicativos compostos são dados, aplicativos, produtividade e apresentação. Um arquiteto de solução precisa lidar com componentes, uma pilha de composição e especificações de aplicativos compostos. 

Para escolher uma pilha de composição, um ou mais contêineres devem ser escolhidos de cada camada. Um conjunto de tipos de componentes deve ser implantável nos contêineres. 

Os componentes são selecionados definindo um repositório de ativos, que deve ser extraído dos tipos de componentes com base nas necessidades de negócios. Os métodos de conexão dos ativos também devem ser definidos para fornecer um processo multifuncional. Essas conexões são facilmente acopladas.

Várias fontes serão utilizadas de forma sobrepostas em aplicativos compostos

Um aplicativo composto é um aplicativo de software com funcionalidade extraída de várias fontes para atender a uma nova necessidade por parte dos consumidores. Esses aplicativos podem permitir um desenvolvimento flexível e rápido, pois permitem que os desenvolvedores transformem componentes funcionais em novos aplicativos, em vez de começar do zero. 

Alguns sistemas e arquiteturas de programação se prestam a isso melhor do que outros e, em alguns casos, a programação pode ser projetada com tais aplicativos em mente. Em programação e computação, a flexibilidade pode ser altamente benéfica, pois permite que os sistemas se adaptem aos seus usuários, em vez de ficar para trás nas necessidades do usuário.

Os aplicativos compostos também podem promover a consistência da marca e a familiaridade com empresas e famílias de produtos específicos, para cultivar a fidelidade do cliente.

A ferramenta é popular com a arquitetura orientada a serviços (SOA), uma abordagem de desenvolvimento que enfatiza a flexibilidade e a integração, embora esta não seja a única plataforma que pode ser usada para um aplicativo composto.

O multiatendimento no WhatsApp permite criar uma central com vários usuários em um mesmo número

Cada vez mais editores de conteúdo estão oferecendo APIs gratuitamente para incentivar a comunidade de desenvolvedores a criar mashups usando seu conteúdo. Os aplicativos compostos são baseados na programação de eventos.

Este é o caso do Google, Yahoo!, Amazon, eBay ou FedEx (que permite a um comerciante apresentar em seu próprio site o andamento de uma entrega que ele subcontratou ao logístico), com interesse em incentivar os desenvolvedores a divulgar e distribuir seu conteúdo.

Mashups selvagens nem sempre são bem-vindos e sua situação de negócios é frágil, pois eles exploram dados que não pertencem a eles. Por outro lado, o mashup corporativo é uma tecnologia em expansão, pois se baseia em produtos que levam em conta a governança e a segurança. O objetivo é montar em conjunto de aplicativos de negócios internos ou externos para criar valor.

No Google Maps já é possível identificar a presença de compostos e aplicativos

Atualmente, os aplicativos compostos aparecem em quatro formas gerais relacionadas à apresentação, aos dados, ao público em geral e, finalmente, ao negócio.

Os aplicativos de apresentação composta são o tipo mais conhecido, e o melhor exemplo disso é dado por muitos aplicativos do Google Maps. Eles combinam elementos de várias fontes ocultando esse fato por trás de uma interface gráfica unificada simples.

O segundo tipo comum são os dados. Um aplicativo de dados combina dados de diferentes fontes, como combinar vários feeds RSS ou Web Services para criar um resultado final que pode ou não ser apresentado em forma gráfica. Se não houver interface gráfica, o resultado pode, por exemplo, ser realimentado em um sistema de terceiros, sempre via Web Services.

O acionamento do mashup de dados pode ser feito por uma chamada para um serviço da Web exposto pelo próprio aplicativo composto.

Relativamente ao comércio e ao público em geral, uma aplicação híbrida combina o anterior (dados e apresentação), focando tanto na fusão como na apresentação dos dados, adaptando, assim, o resultado final a uma aplicação comercial ou convencional.

Finalmente, um aplicativo híbrido de mashup de negócios (ou Business Mashup) também combina o acima (dados e apresentação) adicionando uma camada colaborativa (Fluxo de Trabalho). As fontes podem ser internas e/ou externas. O Workflow permite validar os dados por diferentes atores. O objetivo de um mashup de negócios é produzir aplicativos que respondam a problemas de negócios.

Saiba mais sobre as estratégias de Gartner:

O Gartner, consultoria de mercado em tecnologia, anunciou quais serão as 12 tendências estratégicas em tecnologia que devem ser exploradas por líderes do setor em 2022. São elas: Tecido de Dados ou Data Fabric, Cibersegurança, Privacidade em Computação, Rede Global na Nuvem, Computação, Compostos e Aplicativos, Decisão e Inteligência, Hiperautomação, AI Engenharia, Distribuído Empresa Total, Experiência Autonômica, Sistemas e AI Generativo. Estamos trazendo cada uma das 12 estratégias separadamente. Falamos de Tecido de Dados ou Data Fabric, Cibersegurança, Privacidade em Computação e Rede Global na Nuvem, Inteligência da Decisão, e agora está sobre Aplicativos Compostos.


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Estratégias Gartner 2022: Inteligência de Decisão

O Gartner, consultoria de mercado em tecnologia, anunciou quais serão as 12 tendências estratégicas em tecnologia que devem ser exploradas por líderes do setor em 2022. Desta vez, iremos abordar qual a perspectiva para o tema: Inteligência de Decisão. De acordo com a explicação de David Groombridge, vice-presidente de pesquisa do Gartner, para os líderes executivos e os Conselhos de Administração, buscando gerar crescimento por meio de conexões digitais diretas com os clientes, as prioridades dos Chief Information Officers (CIOs) devem refletir os mesmos imperativos de negócios.

Segundo ele, os CIOs devem encontrar soluções que multipliquem a força dos recursos de TI para permitir o crescimento e a inovação, criando também bases técnicas escaláveis e resilientes, cujas capacidades de escalabilidade serão responsáveis por liberar dinheiro para investimentos digitais. O VP resume as tendências em três grandes blocos: confiança na engenharia, mudanças esculpidas e crescimento acelerado.

Decisão inteligente é a nova forma de atuar no mundo virtual

Inteligência de Decisão (DI - de Decision Intelligence, em inglês) é a capacidade de decisão de uma empresa que pode ser uma fonte significativa de vantagem competitiva. Com a dinâmica e volatilidade atual, porém, a necessidade de se tomar decisões rápidas está se tornando cada vez mais exigente e difícil. 

A Inteligência de Decisão é uma disciplina prática usada para melhorar a tomada de decisões, entendendo e projetando explicitamente como as decisões são tomadas, resultados avaliados, gerenciados e melhorados pelo feedback. O Gartner prevê que, nos próximos dois anos, um terço das grandes organizações usarão Decision Intelligence para a tomada de decisões estruturadas, para melhorar a vantagem competitiva.

A DI poderá representar uma mudança na forma como os dados são apresentados, com o objetivo de fazer com que as informações sejam as mais claras possível e que as decisões sejam tomadas com mais rapidez e eficiência. Além disso, que todas as informações estejam contextualizadas e integradas com toda a empresa.

A DI pode até ser tratada como uma evolução natural do Business Intelligence (BI), mas essa nova metodologia é bem mais do que isso, representando uma análise integrada e mudanças de comportamento.

Na prática, DI usa as novas tecnologias, como Inteligência Artificial, Machine Learning, para integrar o que há de melhor da ciência dos dados, análises comportamentais, estatísticas, gestão estratégica, matemática, além de usar em conjunto outras metodologias estruturais, como a Inteligência de Mercado, para a tomada de decisões.

Talvez uma das principais características desse conceito seja a mudança de comportamento. Na DI as informações estão contextualizadas e integradas com todos os setores de uma empresa.

Com as plataformas de BI apenas, as companhias conseguem armazenar os dados para que sejam interpretados e, assim, que as decisões sejam tomadas. Com a Inteligência de Decisão, um conjunto de metodologias e tecnologias atua para a contextualização dessas informações, principalmente as mais complexas.

É uma forma de descomplicar as análises e agilizar a tomada de decisões. Como fazem hoje, por exemplo, muitos dos serviços de streaming de filmes e séries, que cada vez mais conseguem interpretar as preferências de seus usuários e criar mecanismos de recomendações mais assertivas. Usando o analytics para prever e recomendar quais filmes os consumidores querem assistir em seguida, por exemplo.

Ferramentas de inteligência ajudam na tomada de decisões

Da Inteligência de Mercado, a DI absorve toda a captura, análise e tratamento de dados para a tomada de decisões. Isso junto com outras metodologias, como Design Thinking, faz com que as empresas consigam ter um olhar mais aproximado dos clientes e usuários de sua marca.

Alguns dos exemplos mais visíveis de inteligência de decisão em ação são os mecanismos de recomendação, que usam analytics para prever quais produtos os consumidores achariam mais apropriados ou quais filmes eles deveriam assistir em seguida. 

Ferramentas como essas fornecem contexto e opções pertinentes para ajudar as pessoas a tomar melhores decisões. Dashboards e analytics das ferramentas tradicionais de BI ainda são valiosas, mas a inteligência de decisão é mais acessível e relevante.

Inteligência de decisão é uma estrutura que permite aos líderes de dados e analytics projetar modelos de decisão e processos no contexto de resultados de negócios e comportamento. Na prática, isso significa que a inteligência de decisão usa analytics para ajudar funcionários, clientes ou parceiros de negócios a tomar decisões, oferecendo-lhes dados, análises e previsões quando e onde precisam.

Os aplicativos de inteligência de decisão em outros domínios corporativos, incluindo gerenciamento de relacionamento com o cliente e ferramentas de vendas, também estão crescendo – e não é surpresa, dada a promessa de emparelhar inteligência humana com IA para aumentar o processo de tomada de decisão.

Gartner: Novas tecnologias impulsionam mercado tecnológico

A Inteligência de Decisão é uma abordagem prática para melhorar a tomada de decisão organizacional. Ela modela cada decisão como um conjunto de processos, usando inteligência e análises para informar, aprender e refinar as decisões.

Pode apoiar e aprimorar a tomada de decisão humana e, potencialmente, automatizá-la por meio do uso de análises aumentadas, simulações e IA. É uma prática que melhora a tomada de decisão organizacional por decisões de modelagem através de uma estrutura.

Equipes de fusão podem gerenciar, avaliar e melhorar as decisões com base em aprendizados e feedbacks. Integrar dados, análises e IA permite a criação de decisões em plataformas de inteligência para apoiar, aumentar e automatizar decisões.

A DI aprimora o processo de tomada de decisão ao projetar explicitamente como as decisões são tomadas e como os resultados são avaliados e aprimorados por meio de feedback classificado. Em particular, a inteligência de decisão é a combinação de suporte orientado por dados e aumento impulsionado por IA para gerar decisões automatizadas para a empresa.

Competição tende a ser maximizada com o uso da decisão inteligente

Empresas que querem se tornar mais competitivas no mercado precisam ter o mindset voltado para a implementação de novidades e tendências tecnológicas, como a DI, para que a ideia de inovação esteja enraizada em seu DNA.

Isso faz com que as equipes estejam engajadas na melhoria dos processos e resultados. E consigam tomar decisões com mais facilidade, que sejam mais assertivas e ágeis.

As doze tendências anunciadas pela Consultoria Gartner são: Tecido de Dados ou Data Fabric, Cibersegurança, Privacidade em Computação, Rede Global na Nuvem, Computação, Compostos e Aplicativos, Inteligência de Decisão, Hiperautomação, AÍ Engenharia, Distribuído Empresa Total, Experiência Autonômica, Sistemas e AI Generativo.  

Vamos abordar cada uma das 12 estratégias separadamente. Falamos de Tecido de Dados ou Data Fabric, Cibersegurança, Privacidade em Computação, Rede Global na Nuvem e Computação, Compostos e Aplicativos.  


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Rede Global em Nuvem: Entenda o que é e quais são as vantagens

A computação em nuvem se divide em: nuvem, cloud computing, cloud, nuvem privada, nuvem pública 

De acordo com um novo estudo do Gartner, quatro novas tendências em computação em Nuvem continuam a expandir a amplitude de ofertas e recursos, acelerando o crescimento em todos os segmentos do mercado de serviços de nuvem pública.

As quatro tendências são: Onipresença, Ecossistemas Regionais, Sustentabilidade/Nuvem Carbon-Intelligent e infraestrutura programável e automatizada dos provedores de CIPS (Cloud Infrastructure and Platform Service).

“O impacto econômico, organizacional e social da pandemia continuará a servir como um catalisador para a inovação digital e a adoção de serviços em Nuvem”, disse Henrique Cecci, diretor sênior de Pesquisa do Gartner.

Ambientes híbridos, multicloud e de borda estão crescendo e preparando o terreno para novos modelos de cloud distribuída. Além disso, novos avanços nas comunicações sem fio, como 5G, R16 e R17, levarão a adoção da Nuvem a um novo nível de uso mais amplo, profundo e onipresente.

A crescente fragmentação regulatória geopolítica, o protecionismo e a conformidade do setor estão impulsionando a criação de novos ecossistemas regionais de Nuvem, verticais e serviços de dados. As empresas dos setores financeiro e público estão procurando reduzir bloqueios críticos e pontos únicos de falha com seus provedores de Nuvem fora de seu país.

Provedores de nuvem devem reunir sustentabilidade e crescimento

Os provedores de Nuvem estão respondendo a esse foco crescente na sustentabilidade instituindo metas corporativas neutras em carbono mais agressivas, o que cria novos desafios para os líderes de infraestrutura e operações (I&O).

Como resultado, a adoção global da cloud continuará a se expandir rapidamente. O Gartner estima que os gastos globais de usuários finais com serviços de Nuvem Pública chegarão a US$ 396 bilhões em 2021, e crescerá mais 21,7% para chegar a US$ 482 bilhões em 2022. Até 2026, o Gartner prevê que os gastos com Nuvem Pública excederão em cerca de 45% todos os gastos corporativos de TI, contra menos de 17% em 2021.

Atualmente, os ambientes Cloud sustentam a maioria das inovações tecnológicas, sendo essenciais para a construção de negócios combináveis mesmo em tempos de incerteza, graças à resiliência, escalabilidade, flexibilidade e velocidade.

Para Claudio Augusto Novais Ferraz, autor de uma tese de mestrado sobre o tema, o Governo Federal adotou uma política de Governo Digital que tem como uma meta ousada a digitalização de boa parte dos serviços públicos. “Por outro lado, cresce exponencialmente os casos de fraudes digitais e vazamento de informações que afetam qualquer tipo de organização inserida no mundo digital. Para oferta desses serviços o governo também passa a utilizar a computação em nuvem, o que aumenta o desafio de proteger dados sensíveis ou sigilosos”, disserta.

Segundo ele, as legislações recentes têm surgido como forma de estabelecer diretrizes e metas para o tratamento dos riscos e efetivação de controles de segurança, como a Lei Geral de Proteção aos Dados (LGPD) e as políticas de gestão de riscos dos órgãos. “Diante deste cenário, o governo precisa mitigar os riscos de concretização dessas ameaças adotando robustos controles de segurança a fim de proteger as informações inseridas em seus sistemas e serviços digitais”, afirma.

Empresas se esforçam para migrar em direção a nuvem o quanto antes

“As organizações estão avançando seus cronogramas em iniciativas de negócios digitais e movendo-se rapidamente para a Nuvem, em um esforço para modernizar ambientes, melhorar a confiabilidade dos sistemas, apoiar modelos de trabalho híbridos e abordar outras novas realidades impelidas pela pandemia”, diz Brandon Medford, analista sênior da Gartner.

A crescente fragmentação geopolítica e regulatória, além do protecionismo e a conformidade do setor estão impulsionando a criação de ecossistemas regionais de Cloud e novas verticais e serviços de dados. 

As empresas dos setores financeiro e público estão procurando reduzir bloqueios críticos e pontos únicos de falha com seus fornecedores de Nuvem fora de seus países.

Os analistas da Gartner disseram que mais de 85% das organizações vão adotar o princípio da Cloud em 2025 e não serão capazes de executar totalmente suas estratégias digitais sem o uso de arquiteturas e tecnologias nativas da nuvem.

A confiança exige segurança e confiabilidade. No entanto, também pode se estender para a construção de inovações como um núcleo resiliente e base para que a TI agregue valor aos negócios. Essa base deve consistir em inovações e práticas de trabalho projetadas, reproduzíveis, confiáveis, comprovadas e escalonáveis. 

Mercado das nuvens é dominado por americanos e asiáticos

O mercado de tecnologia e serviços digitais e em Nuvem é atualmente dominado por provedores americanos e asiáticos. Como resultado, muitas empresas europeias armazenam seus dados nessas regiões, criando inquietação política e também preocupações sobre como manter o controle de dados e cumprir as regulamentações locais. 

Os países podem empregar uma Nuvem soberana para alcançar a soberania digital e de dados, que por sua vez fornecerá requisitos legais para aplicar controles de proteção de dados, requisitos de residência, protecionismo e coleta de inteligência.

As tecnologias a serem observadas para criar confiança são Nuvem soberana, NFT, legislação legível por máquina, identidade descentralizada, finanças descentralizadas, criptografia homomórfica, gerenciamento ativo de metadados, Data Fabric, centro de incidentes em tempo real e aplicativos de comunicação de funcionários.

Plataformas nativas na nuvem é o próximo modelo de trabalho

Em 2025, o Gartner estima que mais de 95% das novas cargas de trabalho digitais serão implementadas em plataformas nativas da nuvem, contra 30% em 2021. Conforme muda o modelo operacional, a organização mudará para um modelo operacional orientado para o produto, em que todo o fluxo de valor do negócio e da TI terá de ser alinhado por produtos. 

Isso criará novas funções e responsabilidades, como engenheiros de confiabilidade do local, gerentes de produto ou comunidades de práticas.

Web 3 em sintonia com a Segunda Era das Máquinas

Outra previsão é que o uso de tecnologias Low-code/No-code quase triplicará até 2025. O desenvolvimento de aplicativos mudará para a montagem e integração de aplicativos. Os aplicativos serão montados e compostos pelas equipes que os utilizam. Os silos tecnológicos e organizacionais de desenvolvimento, automação, integração e governança de aplicativos se tornarão obsoletos.

Na área de segurança, o acesso seguro entregue na Nuvem (SASE) apresenta a oportunidade de crescimento mais rápido no mercado de rede. Como a maior parte do tráfego de filiais e locais de computação de Borda não irá para um Data Center corporativo, os CIOs e líderes de TI usarão cada vez mais o SASE para proteger as necessidades de acesso de usuários e dispositivos em qualquer lugar e a qualquer hora. 

Gastos bilionários para implantação de serviços de nuvem

Gartner estima que, em 2022, os gastos do usuário final com SASE totalizem US$ 6,8 bilhões, ante US$ 4,8 bilhões em 2021. Além disso, em 2025, mais de 50% das organizações terão estratégias explícitas para adotar SASE, contra menos de 5% em 2020.

O sistema de rede de nuvens é um tipo de infraestrutura em que os recursos de rede estão disponíveis sob demanda por meio de um provedor de serviços terceirizado que os hospeda em uma plataforma de nuvem. 

Os recursos de rede podem incluir roteadores virtuais, firewalls e software de gerenciamento de largura de banda e rede, além de outras ferramentas e funções disponíveis conforme necessário. As empresas podem usar recursos do sistema de rede de nuvem para gerenciar uma rede interna ou podem usá-los totalmente na nuvem.

Saiba mais:

O Gartner, consultoria de mercado em tecnologia, anunciou quais serão as 12 tendências estratégicas em tecnologia que devem ser exploradas por líderes do setor em 2022. São elas: Tecido de Dados ou Data Fabric, Cibersegurança, Privacidade em Computação, Rede Global na Nuvem, Computação, Compostos e Aplicativos, Decisão e Inteligência, Hiperautomação, AI Engenharia, Distribuído Empresa Total, Experiência Autonômica, Sistemas e AI Generativo.  

Vamos abordar cada uma das 12 estratégias separadamente. Falamos de Tecido de Dados ou Data Fabric, Cibersegurança e Privacidade em Computação. O tema de hoje, como você viu, foi Rede Global na Nuvem. E vem mais por aí.  


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Gestão de Risco de Nuvem (pdf)

Privacidade: Gartner traz meios para reforçá-la

Ao continuar com a publicação das 12 estratégias de Gartner, chega a vez de falar sobre privacidade na computação. Como já foi dito, a Gartner, consultoria de mercado em tecnologia, divulgou recentemente os resultados do estudo Top Strategic Technology Trends for 2022. Nele a análise coloca a computação confidencial, ou PEC (Privacy-enhancing Computation), como fundamental para viabilizar cenários de monetização de dados e proteção de privacidade de um modo que não era possível com as abordagens tradicionais.

Segundo o estudo, até 2025, 50% das organizações devem adotar a PEC para o processamento de dados em ambientes não confiáveis e análise de dados multipartes.

Em países como a Inglaterra e os Estados Unidos, por exemplo, dados pessoais não podem ser enviados para fora sem o uso de mecanismos adicionais de proteção da privacidade.

Gartner: Novas tecnologias impulsionam mercado tecnológico

Além disso, muitos casos de uso de análise de dados e inteligência de negócios servem a propósitos secundários – diferentes daquele para o qual os dados foram obtidos – o que geralmente leva à necessidade de tratamento de dados anônimos.

As técnicas de PEC podem permitir a proteção da privacidade e confidencialidade dos dados em uso, garantindo a expansão da atividade comercial e facilitando a análise e as transferências internacionais de dados. Ela também reduz a conformidade existente e outros riscos de privacidade que podem atualmente impedir a adoção da nuvem pública.

Com a computação confidencial, você pode executar em um ambiente de computação em nuvem onde há outras pessoas também executando cargas de trabalho, mas ainda tem total privacidade e autoridade sobre o que está fazendo, efetivamente em um enclave.

Privacidade deve ser garantida em todas as transações

 

As leis de privacidade de dados novas e expandidas com a aplicação crescente de direitos de usuário para uso apropriado de dados são um desafio para as empresas de hoje, que têm mais dados, mais aplicativos e mais locais do que nunca.

A chamada privacidade digital é nada mais que a habilidade em controlar a exposição, reserva de informações e dados pessoais na internet.

Uma vez na rede, a informação está registrada para sempre: deixamos rastros que podem ser descobertos a qualquer momento. Se você, agora mesmo, pesquisar seu nome completo no Google verá informações referentes a sua ocupação, onde estuda e muito mais.

Mesmo quem não é usuário de internet tem seus dados disponíveis. Um estudo realizado pela Kantar mostrou que 90% dos jovens no Brasil se preocupam com seus dados circulando na internet e entendem como necessidade a privacidade online.

Segurança da informação é a mais nova área estratégica

A segurança da informação já se transformou em uma área estratégica para qualquer tipo de empresa. Independente da demanda de armazenamento de dados de clientes, as organizações têm um universo de dados institucionais que precisam ser protegidos.

Quando, além das informações internas, a empresa precisa gerir os dados pessoais dos clientes, esse cuidado na segurança precisa ser redobrado.

Se é fato que a tecnologia trouxe algumas responsabilidades com as quais não estávamos acostumados, também é verdade que estamos caminhando rumo à organização da vida digital. No intuito de administrar melhor os dados que circulam na internet, outrora denominada como “terra de ninguém”, em agosto de 2018, foi sancionada a Lei Brasileira de Proteção de Dados.

Ao mesmo tempo que os benefícios da tecnologia são cada vez mais amplos e diversificados, está se criando uma espécie de dependência destes recursos, o que aumenta a preocupação das pessoas com sua privacidade.

Com o rápido desenvolvimento da tecnologia da informação e a evolução contínua dos serviços personalizados, grandes quantidades de dados são acumuladas por grandes empresas de internet no processo de atendimento aos usuários.

Interações dinâmicas, mas que devem ser protegidas

Além disso, as interações dinâmicas de dados aumentam a persistência intencional/não intencional de informações privadas em diferentes sistemas de informação.

No entanto, problemas como o princípio do barril de preservar informações privadas entre diferentes sistemas de informação e a dificuldade de rastrear a origem das violações de privacidade estão se tornando cada vez mais graves.

Aprendizado federal na privacidade da computação

Em 2016, a IA do Google introduziu pela primeira vez o conceito de “aprendizagem federada” em uma postagem de blog técnica e, em seguida, essa tecnologia começou a atrair atenção no campo da IA.

O chamado “aprendizado federal” é permitir que vários participantes construam um modelo de aprendizado de máquina universal e poderoso sem compartilhar dados.

Simplificando, o método “dados não se movem e o modelo se move” é usado para resolver problemas como privacidade de dados, segurança de dados, permissões de acesso a dados e acesso a dados heterogêneos. 

Desde então, o “aprendizado federal” tem atraído gradativamente a atenção, o que promoveu o aprimoramento de toda a arquitetura de tecnologia de computação de privacidade.

Computação confidencial

A computação confidencial é a proteção de dados usando Ambientes de Execução Confiáveis (TEE) baseados em hardware. Um Ambiente de Execução Confiável é comumente definido como um ambiente que fornece um nível de garantia de integridade de dados, confidencialidade de dados e integridade de código. 

Um TEE baseado em hardware usa técnicas apoiadas em hardware para fornecer maiores garantias de segurança para a execução de código e proteção de dados dentro desse ambiente. 

A computação confidencial protege dados e aplicativos executando-os em enclaves seguros que isolam os dados e o código para impedir o acesso não autorizado, mesmo quando a infraestrutura de computação está comprometida.

As organizações agora podem executar aplicativos e dados confidenciais em infraestrutura não confiável, nuvens públicas e todos os outros ambientes hospedados. Isso dá às organizações maior controle sobre a segurança e privacidade de aplicativos e dados dentro e fora de seu perímetro de segurança estabelecido.

Criptografia de ponta a ponta para manter a privacidade

Hoje, os dados geralmente são criptografados em repouso no armazenamento e em trânsito pela rede, mas não enquanto estão na memória. Além disso, a capacidade de proteger dados e códigos enquanto estão em uso é limitada na infraestrutura de computação convencional. 

As organizações que lidam com dados confidenciais, como informações de identificação pessoal (PII), dados financeiros ou informações de saúde, precisam mitigar as ameaças que visam a confidencialidade e a integridade do aplicativo ou dos dados na memória do sistema.

Os esforços podem permitir que os dados criptografados sejam processados na memória, reduzindo o risco de expô-los ao resto do sistema, reduzindo assim o potencial de exposição de dados confidenciais, proporcionando um maior grau de controle e transparência para os usuários.

Você sabia?

A Gartner, consultoria de mercado em tecnologia, anunciou quais serão as 12 tendências estratégicas em tecnologia que devem ser exploradas por líderes do setor em 2022. São elas: Tecido de Dados ou Data Fabric, Cibersegurança, Privacidade em Computação, Rede Global na Nuvem, Computação, Compostos e Aplicativos, Decisão e Inteligência, Hiperautomação, AI Engenharia, Distribuído Empresa Total, Experiência Autonômica, Sistemas e AI Generativo. 

Estamos abordando cada uma das 12 estratégias separadamente. Falamos de Tecido de Dados ou Data Fabric e Cibersegurança. E hoje, sobre como funciona a Privacidade em Computação. Esperamos você no próximo post sobre os demais temas.

Links pesquisados 

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Novas carreiras de Inteligência Artificial garantem altos salários

Se você está em busca de um bom salário, precisa saber que atualmente, se for associada a tecnologia, as chances de que isto se torne real, imediatamente, são bem relevantes. Caso não saiba, é quase impossível que você tenha chegado até este texto, sem a ajuda de alguma interferência de alguma inteligência artificial (IA).  Com um toquezinho de algum algoritmo é muito provável que você siga de um canal a outro, em seu smartphone, ou no seu desktop, a todo momento, sem sequer se dar conta. E eles cruzam seu caminho o tempo todo, sem que você se dê conta. Uma vez que inúmeros processos foram desenhados para que possam atuar de modo a facilitar sua vida, e alcançar os objetivos tanto de quem produziu quanto de quem quer consumir um determinado produto. Agora, o diferencial pode acontecer em sua vida, se você em vez de só consumir estas tecnologias, optar por fazer disto uma profissão. Acredite, a carreira de quem decidiu seguir a carreira com inteligência artificial, está no caminho certo, pois está em alta tanto no Brasil quanto no exterior. 

Os estudos apontam que desde o início dos anos 2000, a IA está entre as carreiras que melhores salários pagam aos seus profissionais. Aliás, nos Estados Unidos essa contratação cresceu 74% ao ano. A boa notícia não para por aí. Estima-se que o salário de um engenheiro de machine learning tenha aumentado 344% em apenas três anos, no território norte-americano. 

Segundo estudo recente da Global Market Insights, a automação de processos robóticos (RPA) cresce 20% ao ano e deve atingir 5 bilhões de dólares até 2024. De acordo com outro estudo, da Deloitte Smart Automation,  uma plataforma de automação inteligente em nuvem, quanto mais as empresas de todos os segmentos adotam tecnologias relacionadas a IA e robótica, mais elas conseguem melhorar seus processos e aumentar a lucratividade. E, graças aos serviços prestados pela startup TagChat esta também pode se tornar a sua realidade. 

A demanda por um especialista em inteligência artificial, existe não só para empresas tecnológicas voltadas à nova economia, uma vez que empresas de diferentes setores estão adotando sistemas automatizados e inteligentes, captando profissionais no mercado.  

O mercado para profissionais com bagagem em inteligência artificial não para de crescer. Em fevereiro, a ONU informou que os números de pedidos de patentes para inovações baseadas em inteligência artificial aumentaram exponencialmente nos últimos anos.

O estudo de inteligência artificial começou, ainda na década de 50, na Universidade de Carnegie Mellon, nos EUA. De lá pra cá muita coisa mudou. Na época, o objetivo dos pesquisadores pioneiros, Herbert Simon, Allen Newell e Jonh McCarthy era criar um “ser” que simulasse uma vida humana.

85% dos atendimentos são feitos por Inteligência Artificial

Atualmente a IA toma conta de muitas empresas com softwares que as ajudam na tomada de decisões e, para isso, o mercado se torna amplo com cargos que vão desde um cientista de dados a um engenheiro aeroespacial. 

Quem tem habilidades para analisar, organizar e traduzir bits de informação digital em experiências humanas significativas, tem chances concretas de encontrar no campo de IA uma oportunidade de trabalho. 

Os postos e cargos são procurados por vários segmentos, desde empresas públicas e privadas, organizações educacionais, artes, instalações de saúde, agências governamentais e militares.

Segurança e preparo na carreira em Inteligência Artificial são necessárias

Em alguns desses ambientes, as vagas podem exigir alto nível de responsabilidade e segurança, principalmente quando se trata de dados, dependendo da sensibilidade das informações, empresas podem até exigir certificações em segurança.

Para seguir na carreira em inteligência artificial é preciso estar disposto a ter contato muito próximo com a automação, robótica, programação, algoritmos e uso de softwares específicos, tais conceitos farão parte da rotina de trabalho. O que exige conhecimentos em áreas como matemática, tecnologia, lógica e engenharia.

Muitas profissões hoje buscam pessoas com conhecimentos de IA. Entre elas, destacam-se os muitos ramos de engenharia (como os ligados à computação, machine learning e integração de dados, por exemplo), bem como analistas e desenvolvedores de softwares, arquitetura de dados e técnicos em robótica. 

Na área da saúde, a inteligência artificial está presente no trabalho com membros artificiais ou próteses. Há ainda IA envolvida nas áreas militares (drones, simuladores de voos) e na parte da comunicação ou nas artes. Mesmo o campo do design e da produção de entretenimento, atualmente, utiliza esses conhecimentos algorítmicos. 

Quem quiser se aprofundar pode se tornar um especialista, realizando uma pós-graduação em inteligência artificial e machine learning.  O curso visa expandir práticas de mercado para resolver problemas com o uso da IA e capacitar os estudantes para que produzam sistemas inteligentes. 

O salário de um iniciante está em torno de R$ 3,6 mil e para quem já é um especialista pode chegar a R$ 12 mil, a depender da área e do tamanho da empresa em que esse profissional estiver inserido. Os dados são do Guia de Salários 2019, divulgado pela multinacional de recrutamento Michael Page, e confirmam os valores muito acima da média salarial brasileira. Esses valores variam conforme o tamanho da empresa, podendo o rendimento ser maior ainda mais que o ramo de IA está em crescimento no Brasil. 

Já ouviu falar em SalesTech? 

Conhecimento analítico 

Trabalhar com inteligência artificial exige também características comportamentais, como pensamento analítico e capacidade de resolver problemas com soluções eficientes e sustentáveis.

Os interessados na área também precisam ter capacidade de traduzir informações altamente técnicas, de modo que outras pessoas e colegas possam entender. Isso requer habilidades de comunicação interpessoal além de saber trabalhar em grupo. 

Tanto a Netflix quanto o Spotify utilizam não apenas fórmulas matemáticas que se alimentam de informações pessoais e do histórico de navegação (o que viu ou ouviu, por quanto tempo, etc) para a produção de conteúdos cada vez melhores e mais adequados ao gosto de cada um. Como isso acontece? Graças aos algoritmos.

Outro exemplo de IA é o deep learning, sistema que tem ajudado fabricantes de carros a produzir veículos semi autônomos, e alguns até totalmente robóticos. Utilizando reconhecimento de imagem e diversas câmeras e sensores, automóveis de empresas como a Tesla conseguem “aprender” como é uma estrada e se locomovem apenas com a supervisão de um motorista.

Oportunidade no exterior para engenheiros de Inteligência Artificial  

A Agência Fapesp está divulgando a rede University-Based Institutes for Advanced Study, com inscrições para a quarta edição da Intercontinental Academia, iniciativa que visa promover a criação de uma rede global de futuros líderes de pesquisa por meio do intercâmbio de jovens acadêmicos. O tema central será “Inteligência e Inteligência Artificial”.  

Estão programados encontros em formato virtual e dois workshops, o primeiro entre 18 e 27 de outubro de 2021, em Paris (França), e o segundo em junho de 2022, em Belo Horizonte. A Rede Francesa de Institutos Avançados e o Instituto de Estudos Avançados Transdisciplinares da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) são os organizadores dos eventos.  

São aceitos como candidatos pesquisadores em início ou meio de carreira, com doutorado completo e fluência em inglês. Podem se inscrever pesquisadores vinculados a qualquer instituição acadêmica ou com vínculo com a indústria, organizações não governamentais, instituições artísticas ou de outra natureza, desde que com cargo equivalente ao de professor ou pesquisador.

Super Avatar da vida a marcas famosas

IA estreita tratativas no comércio exterior 

Algumas áreas, como a de comércio exterior, já estão alcançando grandes benefícios para a inteligência artificial. A IA faz parte da cadeia de suprimentos do comércio exterior (Comex), com a organização de dados não estruturados, prevendo as demandas dos clientes e o abastecimento sem interrupção do fornecimento com base na análise de históricos de pedidos e dessa forma, reduz custos e riscos, além de melhorar a eficiência de todo o processo.

Em estudo feito em parceria entre a Live University e a multinacional Thomson Reuters, em 2018, foram entrevistados mais de 300 profissionais líderes e especialistas das principais organizações do país e o resultado foi que 77% dos profissionais de Comex acreditam que a IA e o Machine Learning são as inovações que têm maior capacidade de trazer benefícios para o negócio, seguido com 36% ficou a tecnologia IoT (Internet das Coisas), depois Data Science e Blockchain, ambos com 22%.

Em 2017, durante o Fórum Público da OMC (Organização Mundial do Comércio), em Genebra, foi lançado a Iniciativa Inteligente de Tecnologia e Comércio (ITTI na sigla em inglês), com o propósito de reunir líderes da tecnologia, empresários, negociadores e acadêmicos em um debate sobre como blockchain e inteligência artificial podem ajudar a combater as forças de desglobalização que permeiam o comércio internacional.

A inteligência artificial propicia uma relação de confiança e acesso mais rápido ao mercado externo. Encurta as distâncias entre grandes multinacionais e pequenas empresas; países desenvolvidos e em desenvolvimento. A IA consegue ajudar a estruturar os dados e prever diferentes cenários, possibilitando nivelar as tratativas comerciais.

Também utilizada em modelos de acordos internacionais, a inteligência artificial ajuda no combate da desinformação e os países conseguem estimar com maior precisão custos e benefícios de decisões comerciais, desbloqueando barreiras protecionistas.


Links pesquisados 

www.computerworld.com.br

www.blog.mackenzie.br

www.vagas.com.br/

http://inoviacorp.com/

www.agenciafapesp.com.br

Cibersegurança é indispensável para os dias de hoje

A cibersegurança é uma das 12 Estratégias de Gartner: quesito mega importante no mundo virtual

Dando sequência ao tema já abordado anteriormente, lembramos que vamos pontuar cada uma das 12 estratégias, separadamente, denominadas de Gartner, que é uma consultoria no mercado em tecnologia, cujo levantamento foi realizado no início deste ano, sob o título de Gartner 2022 apontando as novidades na área, a serem exploradas por líderes do setor em 2022. Já falamos de Tecido de Dados ou Data Fabric e, agora, será a vez de entender um pouco mais sobre Cibersegurança. 

O aumento da presença digital nas empresas irá alterar significativamente o modo como os profissionais de segurança lidam com a proteção. Mais do que nunca, os colaboradores precisarão atuar de forma integrada às decisões relativas aos negócios digitais e trabalhar junto aos líderes empresariais para garantir a segurança corporativa.

Atualmente, a segurança consiste em termos, como uma abordagem holística de todos os seus aspectos. A segurança digital é a próxima evolução em cibersegurança para proteger essa abrangente presença digital.

A meta será equilibrar a gestão do risco com a necessidade crescente da capacidade de resposta e de requisitos de conceito aberto das empresas. Para equilibrar risco e resiliência, os profissionais de TI devem criar métodos que permitam formas mais rápidas para tratar problemas com segurança e que demonstrem agilidade.

Entendendo a complexidade da Cibersegurança

Cibersegurança é a prática de proteger ativos de informação tais como sistemas, computadores e servidores contra ameaças cibernéticas ou ataques maliciosos.

A segurança cibernética deve ser trabalhada em vários níveis desde a segurança das redes físicas e dos aplicativos até a educação do usuário final

Segundo levantamento da empresa de segurança cibernética Fortinet, em 2020, o Brasil sofreu mais de 8,4 bilhões de tentativas e ameaças de ataques cibernéticos. O número impressiona e representa mais de 20% dos casos registrados em toda a América Latina, que somaram 41 bilhões.

À medida que as tendências de segurança mudam, as empresas devem incorporar novos conjuntos de habilidades, tais como ciência de dados, automatização da segurança e a gestão da identidade onipresente.

O ideal é que novas estratégias sejam criadas por especialistas em segurança de modo a envolver uma estratégia para a nuvem pública, e entender se é adequada para a nuvem privada. Afinal, se a empresa puder se diferenciar da outra empregada e criar uma abordagem de controle do ciclo de vida da nuvem, com certeza, terá menos chances de ser invadida por hackers. O ideal sempre é que as empresas implementem essas estratégias gradativamente para que a segurança da nuvem não se torne difusa com tantos operadores.

Cibersegurança: 6 formas de evitar e se proteger de crimes

É preciso começar a lidar seriamente com os tipos de dados e focar na proteção dos aparelhos e na criação de perfis do fluxo de dados para determinar a estratégia de segurança para Internet das Coisas (IoT).

De acordo com um levantamento do Gartner, 88% dos membros de Conselhos de Administração (BoDs) veem a cibersegurança como um risco de negócios, em oposição a um risco de tecnologia. No entanto, apenas 12% dos BoDs têm uma Cibersegurança dedicada em nível de comitê do conselho. 

É hora de os executivos de fora de TI assumirem a responsabilidade pela segurança da empresa. O influxo de ransomware e ataques à cadeia de suprimentos vistos ao longo de 2021, muitos dos quais visados em ambientes de operação e missão crítica, deve ser um alerta de que a segurança é um problema de negócios, e não apenas mais um problema para a TI resolver.

Mesmo que os líderes de negócios estejam cientes da necessidade de proteger a empresa contra ameaças novas e em evolução, a responsabilidade pela segurança recai principalmente sobre a liderança de TI. 

Uma pesquisa recente do Gartner descobriu que em 85% das organizações, o CIO, Ciso ou seu equivalente era a pessoa responsável pela segurança cibernética. Apenas 10% das organizações responsabilizam gerentes sênior que não são de TI.

Líderes são responsáveis pela implementação

 

Os líderes de TI e segurança são frequentemente considerados as autoridades finais para proteger a empresa contra ameaças. Ainda assim, os líderes de negócios tomam decisões todos os dias, sem consultar o CIO ou o Ciso, que impactam a segurança da organização.

Os CIOs e Cisos devem reequilibrar a responsabilidade pela segurança cibernética para que seja compartilhada com os líderes empresariais. O Gartner recomenda que os líderes de TI e segurança trabalhem com executivos e BoDs para estabelecer uma governança que compartilhe a responsabilidade pelas decisões de negócios que afetam a segurança corporativa.

Levantamento feito pela Gartner constata que investidores e regulamentação governamental incentivam organizações a adotarem o ESG também na segurança cibernética, relatando metas e métricas de segurança dentro de seus esforços ambientais, sociais e de governança como um requisito de negócios. Como resultado, o Gartner prevê que 30% das grandes organizações terão metas ESG compartilhadas publicamente com foco em segurança cibernética até 2026. 

Regulamentações estão cada vez mais fortes – hoje com a LGPD já em vigor, se observa uma tendência onde as instituições financeiras implementam novas normas em seus sistemas. Atualmente, também se discute um projeto de lei para proteção de infraestrutura críticas que certamente estará em voga por questão de compliance dos negócios.

Dinâmica do controle das ferramentas

Um profissional especialista em cibersegurança é responsável por desenvolver e executar soluções de rede seguras, realizando uma série de testes a partir do uso de diferentes ferramentas. O objetivo é proteger a empresa contra ameaças virtuais e ataques de hackers criminosos.

Esse profissional, que muitas vezes também é chamado de especialista de segurança de TI, especialista de segurança da web ou especialista de segurança de dados, também monitora sistemas para garantir que estejam atualizados e com funcionamento adequado.

Na era da Indústria 4.0, a cibersegurança é fundamental, já que tudo está conectado e, mais que nunca, é necessário desenvolver práticas e mecanismos capazes de eliminar e/ou reduzir riscos e falhas para se defender de hackers e criminosos virtuais.

É preciso um conjunto de estratégias para atuar nos vários momentos da cadeia de valor, sendo capaz de prevenir, monitorar e defender as empresas, organizações governamentais e cidadãos contra os ataques à segurança cibernética.

Os ataques virtuais são realizados por diferentes motivos e mostram que qualquer um está suscetível a esses crimes digitais. Um hacker pode invadir uma rede com intenções que vão desde o ganho financeiro até o terrorismo de Estado.

Links pesquisados: 

www.ebusinessconsultoria.com.br

www.inforchannel.com.br

www.forbes.com.br

www.bemparana.com.br

www.portaldaindustria.com.br

Gartner: Novas tecnologias impulsionam mercado tecnológico

Uma tabela denominada Gartner para 2022 traz as novidades: tecido de dados ou data fabric

A Gartner, consultoria de mercado em tecnologia, anunciou quais serão as 12 tendências estratégicas em tecnologia que devem ser exploradas por líderes do setor em 2022. São elas: Tecido de dados ou Data Fabric, Cibersegurança, Privacidade em Computação, Rede Global na Nuvem, Computação, Compostos e Aplicativos, Decisão e Inteligência, Hiper Automação, Al Engenharia, Distribuído Empresa Total, Experiência Autonômica, Sistemas e AI Generativo.

O ano será definido pela aproximação de CIOs dos imperativos de negócios de empresas. A tendência é resultado do alinhamento entre líderes executivos e Conselhos de Administração na busca por crescimento através de conexões digitais diretas com os clientes.

Os CIOs devem encontrar soluções que multipliquem a força dos recursos de TI para permitir o crescimento e a inovação, criando também bases técnicas escaláveis e resilientes, cujas capacidades de escalabilidade liberarão dinheiro para investimentos digitais. 

A inovação tecnológica é um capacitador chave da diferenciação competitiva e é o catalisador para a transformação de muitas indústrias. Tecnologias inovadoras estão aparecendo continuamente, desafiando até mesmo as organizações mais inovadoras a se manterem atualizadas.

Saiba quais as alternativas para vender melhor com a ajuda da tecnologia

Vamos abordar cada uma destas tendências. A primeira a ser detalhada será Tecido de Dados ou Data Fabric e assim será feito, por partes, até serem mencionadas as 12 tendências citadas pelo estudo da Gartner. O Data Fabric ou Tecido de Dados, segundo o Gartner, está entre as principais tendências de TI para os próximos anos.

Os dados se tornaram importantes ativos na sociedade da informação. Há quem os chame até de “o novo petróleo”. Não à toa, conceitos como Big Data e Data Intelligence têm ganhado cada dia mais espaço e sentido no mundo corporativo. Com o objetivo de otimizar e ampliar o trabalho com dados, surge mais um conceito: o Data Fabric.

Ao contrário do que o nome pode sugerir, o Tecido de Dados não diz respeito a uma fábrica de dados em si, uma vez que ele não os produz, mas sim uma grande teia que sistematiza dados oriundos de diferentes plataformas de captação, de forma mais ágil e eficaz.

Dada sua importância e recente crescimento, este material vai explorar melhor o conceito, explicando como ele pode ser aproveitado por líderes e gestores para melhorar o desempenho da empresa.

Entendendo o processo do Data Fabric

O termo Data Fabric pode ser entendido como uma malha de dados. Dessa forma, ela consiste numa estratégia mais inteligente e precisa de trabalhar dados de forma integrada. Mais precisamente é um conceito emergente, relativamente novo e refere-se ao design de gerenciamento de dados para obter mais flexibilidade, reuso e aumento da integração das APIS e outras plataformas.

Os dados geralmente ficam isolados em aplicativos diferentes. Assim, o Tecido de Dados realiza o cruzamento dessas informações por meio de análises contínuas, explorando de forma mais eficaz as potencialidades dessa informação.

Como já se sabe, o Data Fabric implica numa solução de integração e gerenciamento de dados de ponta a ponta. Dessa forma, é a partir da análise embutida de leitura de metadados, com o Data Fabric, que é possível aprender quais dados estão sendo usados. Assim, o valor real da solução está na capacidade de fazer decisões acertadas e com melhores dados, reduzindo gastos em até 70%, segundo Gartner. 

Ainda sobre o termo, a Gartner o define como uma estratégia que aproveita os recursos humanos e da máquina para acessar dados no local ou apoiar sua consolidação quando apropriado.

Dessa forma, tais resultados oferecem melhor suporte à tomada de decisão reprojetada, fornecendo mais valor por meio de acesso e compreensão rápida do que as práticas tradicionais de gerenciamento de dados.

Numa perspectiva futura, a Gartner acredita que, até 2024, a implantação de Data Fabric vai quadruplicar a eficiência na utilização de dados, enquanto reduz pela metade o envolvimento de humanos nas tarefas de gerenciamento de dados.

Dada a importância do Data Fabric no contexto atual de produção e armazenamento de dados, empresas têm o dado como principal ativo do seu negócio. Dessa forma, precisam dessa solução para aprimorar as formas como trabalham com tais informações para melhorar continuamente a performance da empresa no mercado em que atua.

Pesquisa da Gartner

Para se ter ideia, uma pesquisa da Gartner demonstra que até 68% dos dados não são analisados na maioria das organizações e até 82% das empresas são inibidos por informações agrupadas quase que isoladamente.

Com um Data Fabric, tanto os usuários do seu negócio, como os cientistas de dados podem ter acesso a informações mais confiáveis e precisas, com maior agilidade. Isto servirá para seus aplicativos, análises, máquinas ou sistemas com Inteligência Artificial, seja em modelos de aprendizado de máquina ou de automação de processos de negócios. Tudo isso auxilia na obtenção de tomadas de decisões mais acertadas, além de impulsionar a transformação digital.

Nas empresas, portanto, o Data Fabric pode ser usado como o recurso que integra as plataformas de dados, Data Lakes, APIs, softwares diversos que podem ser usados com IoT.

Neste sentido, o Data Fabric pode disponibilizar um painel de controle único para gerenciamento de todos os dados, independentemente da plataforma ou localização.

A abordagem de malha de dados pode aprimorar os padrões tradicionais de gerenciamento de dados e substituí-los por uma abordagem mais responsiva. Ele oferece aos líderes de dados e análises (D & A) a chance de reduzir a variedade de plataformas integradas de gerenciamento de dados e fornecer fluxos de dados entre empresas e oportunidades de integração.

Mudanças repentinas que exigem leituras rápidas

Em um mundo em que eventos globais podem afetar repentinamente a necessidade de novos dados, a agilidade do gerenciamento de dados se torna essencial. Os profissionais técnicos de dados e análises podem usar essa pesquisa para determinar se uma malha de dados pode ser usada para fornecer essa agilidade em sua organização.

O conceito de Tecido de Dados surgiu como uma tendência para a gestão e análise de dados, fornecendo um ambiente único constituído por uma arquitetura unificada e serviços que funcionam dentro da arquitetura que ajuda qualquer organização a gerir os seus dados para acrescentar valor e acelerar a transformação digital.

Tecido de Dados: arquitetura que otimiza resultados

O Tecido de Dados é, portanto, uma arquitetura de gestão de dados concebida para otimizar o acesso aos dados distribuídos, de modo a poder ser inteligentemente selecionado e orquestrado para entrega de autosserviço aos consumidores de dados. Qualquer empresa que faça uso de um tecido de dados pode elevar o valor dos dados da empresa, fornecendo aos utilizadores o acesso aos dados em tempo real, independentemente do local onde estes são armazenados.

Uma arquitetura Data Fabric é independente de ambientes de dados, utilização de dados, processos de dados e geografia, mas tem a capacidade de integrar capacidades centrais de gestão de dados. Esta estrutura automatiza a descoberta de dados e a governação, gerando dados que estão prontos para serem analisados e utilizados pela inteligência artificial.

A implementação da Data Fabric é capaz de fornecer um único ambiente para aceder e recolher todos os dados, eliminando silos. Também permite a gestão simples de dados, incluindo integração, governação e partilha de dados, quando já não são necessárias múltiplas ferramentas. 

Isto resulta numa maior escalabilidade para acomodar grandes volumes de dados, as suas fontes e aplicações, facilitando o aproveitamento da nuvem que suporta ambientes on-premises, híbridos e multi-nuvem. Isto reduz a dependência das infraestruturas e soluções herdadas.

Links pesquisados:

www.algartech.com

www.gartner.com

www.softtek.eu

www.convergenciadigital.com